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Austrália se aproxima da primeira proibição mundial de mídia social para menores de 16 anos | Notícias de mídia social

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A Câmara dos Representantes vota esmagadoramente para aprovar legislação visando plataformas como TikTok e Instagram.

A câmara baixa do parlamento australiano votou esmagadoramente pela aprovação de um projeto de lei histórico que proíbe o uso das redes sociais por crianças menores de 16 anos.

O projeto de lei aprovado pela Câmara dos Representantes na quarta-feira visa plataformas de mídia social como TikTok, Facebook, Instagram e X com multas de até 50 milhões de dólares australianos (US$ 32 milhões) caso não cumpram a proibição.

Depois de ser aprovado com 103 votos a favor e 13 votos contra, o projeto seguirá para o Senado, onde também deverá ser aprovado com o apoio dos principais partidos da Austrália.

O legislador da oposição Dan Tehan disse que o governo concordou com as alterações feitas no Senado que reforçariam as proteções de privacidade para os usuários das redes sociais, incluindo uma proibição de plataformas que obrigam os usuários a enviar identificação emitida pelo governo.

Caso a proibição se torne lei, as empresas de mídia social terão um ano para decidir como cumprir a ordem.

As empresas de tecnologia pediram ao governo australiano que adiasse a votação pelo menos até junho do próximo ano, quando os resultados de um estudo sobre tecnologia de verificação de idade deverão ser divulgados.

“Na ausência de tais resultados, nem a indústria nem os australianos compreenderão a natureza ou a escala da garantia de idade exigida pelo projeto de lei, nem o impacto de tais medidas sobre os australianos”, disse Meta, proprietário do Facebook e Instagram, em um comunicado esta semana.

“Na sua forma atual, o projeto de lei é inconsistente e ineficaz.”

A legislação foi aprovada rapidamente no parlamento da Austrália, onde os legisladores afirmam que a proibição é necessária para prevenir os efeitos nocivos das redes sociais sobre as crianças.

Embora a proibição tenha sido amplamente apoiada no parlamento, alguns legisladores da oposição argumentaram que a legislação não aborda muitos dos problemas subjacentes às redes sociais, ao mesmo tempo que restringe os direitos dos australianos.

“O verdadeiro objectivo desta legislação não é tornar as redes sociais seguras desde a concepção, mas fazer com que os pais e os eleitores sintam que o governo está a fazer algo a respeito”, disse a legisladora independente Zoe Daniel ao parlamento.

A proibição também foi criticada pela Amnistia Internacional e pela Comissária dos Direitos Humanos da Austrália, Lorraine Finlay, que afirmou que privaria as crianças vulneráveis ​​de uma rede de segurança social.

A Comissária de Privacidade da Austrália, Carly Kind, também questionou a lógica da proibição em uma postagem no LinkedIn esta semana.

“Não devemos aceitar tão rapidamente que as redes sociais são tão más que precisam de ser banidas para os mais vulneráveis. Mudanças, mesmo pequenas e incrementais, poderiam moldar positivamente esse ambiente. Uma forte lei de privacidade e a aplicação dessa lei no domínio online fazem parte desse quebra-cabeça”, escreveu ela.



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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