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Autoridades alemãs pedem repressão às ‘bombas de fogos de artifício’ ilegais após cinco mortes | Alemanha
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2 anos atrásem
Deborah Cole in Berlin and Jon Henley in Paris
As autoridades alemãs pediram a repressão às “bombas de fogos de artifício” importadas ilegalmente e caseiras, depois de a pirotecnia para uso pessoal ter matado pelo menos cinco pessoas em todo o país na véspera de Ano Novo.
O uso de fogos de artifício pessoais é generalizado e apenas levemente regulamentado em Alemanhacausando centenas de feridos e mobilizações massivas de policiais e socorristas nas cidades no final de cada ano.
Só em Berlim, autoridades policiais e hospitalares disseram que 17 pessoas ficaram feridas por A bomba balaexplosivos esféricos legalmente restritos a exibições de fogos de artifício profissionais. Cinco vítimas, incluindo crianças pequenas, sofreram ferimentos graves nas mãos, rostos e olhos, enquanto outras procuraram ajuda devido a queimaduras e danos auditivos.
“O número de pacientes tratados em comparação com anos anteriores foi médio ou um pouco abaixo da média”, disse um porta-voz do hospital UKB em Berlim à imprensa local. “Mas a gravidade dos ferimentos é incomum.”
A maioria das vítimas mortais foram jovens mortos em acidentes separados enquanto tentavam acender artigos pirotécnicos, em alguns casos utilizando bombas de fogo de artifício ilícitas que tinham improvisado para obterem efeitos mais espectaculares. O A bomba bala foram trazidos principalmente da Polónia ou do República Tcheca e combinado com componentes como latas de aerossol e tubos de plástico para um maior impacto e uma trajetória mais elevada, disseram as autoridades.
As bombas esféricas ou esféricas vêm em vários tamanhos e são reservadas na Alemanha para exibições profissionais de fogos de artifício. Antes da véspera de Ano Novo, no entanto, eles podiam ser vistos ilegalmente em canais de mídia social.
O chefe regional do sindicato policial GdP de Berlim, Stephan Weh, exigiu a repressão às importações pirotécnicas ilegais e a proibição geral de fogos de artifício privados.
“Foguetes, fogos de artifício e fogos de artifício compostos são usados para atacar pessoas e o número de A bomba bala está crescendo”, disse ele em um comunicado. “Os fogos de artifício pertencem às mãos dos profissionais.”
Um explosivo esférico detonado no bairro central de Schöneberg, em Berlim, onde jovens foliões entraram em confrontos frequentes com a polícia em anos anteriores, danificou gravemente vários edifícios, deixando 36 residências inabitáveis e enviando duas pessoas para o hospital. Um porta-voz dos bombeiros comparou o cenário de destruição a um “campo de batalha”.
Outra bomba de fogos de artifício explodiu no meio de uma multidão no distrito de Tegel, no norte, ferindo oito pessoas, duas delas gravemente, incluindo um menino.
O porta-voz dos assuntos internos da União Democrata Cristã de centro-direita em Berlim, Burkard Dregger, exigiu medidas mais duras para impedir a propagação do vírus. A bomba bala nas cidades alemãs durante as férias de dezembro.
“A importação de fogos de artifício proibidos – Kugelbomba – dos países vizinhos do leste tem de ser travado com controlos fronteiriços ainda mais rigorosos”, disse ele à emissora pública local RBB, apelando a conversações com os governos dos Polônia e a República Checa para alcançar um consenso regional.
após a promoção do boletim informativo
Os Verdes da oposição apelaram à proibição total da venda privada de fogos de artifício. “A questão é por que nós, como sociedade, estamos preparados para ter uma noite de lançamento de fogos de artifício com danos colaterais imensuráveis para as pessoas, os animais e o meio ambiente”, disse o porta-voz dos assuntos internos do partido, Vasili Franco.
No Holandaum homem de 46 anos que ficou gravemente ferido em um acidente com fogos de artifício na cidade de Tiel morreu no hospital na quarta-feira, disseram as autoridades, elevando para dois o número de mortes relacionadas a fogos de artifício na véspera de Ano Novo em todo o país.
Um menino de 14 anos foi morto em Rotterdam enquanto tentava reacender uma “cobra”, um fogo de artifício particularmente explosivo – e ilegal – na noite de terça-feira.
Dezenas de outras pessoas sofreram ferimentos graves nos olhos e outros ferimentos, apesar da venda de fogos de artifício ao consumidor ter sido supostamente proibida em 19 cidades holandesas, incluindo Roterdão e Amesterdão, cujos autarcas exigiram uma proibição nacional.
E em França984 carros foram incendiados e 420 pessoas foram presas num ritual anual descrito pelo ministro do Interior linha-dura, Bruno Retailleau, como “violência gratuita e endémica” por parte de “bandidos que atacam propriedades de pessoas comuns, muitas vezes modestas”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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