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Barco construído há 120 anos em cervejaria inglesa disputa vitória na corrida de Sydney para Hobart | Corrida de iates de Sydney a Hobart
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2 anos atrásem
Australian Associated Press
O barco mais antigo da história da regata de Sydney Hobart, Maritimo Katwinchar, fará sua terceira tentativa após passar por modificações significativas.
O barco foi construído por trabalhadores de uma cervejaria inglesa em 1904, utilizando sobras de madeira do processo de fabricação de barris. A primeira corrida de iates em Sydney Hobart ainda estava a 41 anos de distância.
Medindo 10 metros da proa à popa, Katwinchar recebeu o nome das três filhas do dono da cervejaria: Katherine, Winifred e Charlotte.
Ela foi comprada e navegou para a Austrália por Eddie Mossop em 1951, disputando a viagem de Sydney a Hobart daquele ano em uma frota de apenas 14 iates. Serão 104 este ano.
Mossop acabou se mudando para a Tasmânia e vendeu Katwinchar para Frank Barry-Cotter em 1957, quando ela se tornou o barco da família, até ser vendida cinco anos depois.
Bill Barry-Cotter, filho de Frank e um construtor de barcos altamente respeitado, localizou Katwinchar em Gumtree em 2015 e liderou uma equipe que passou 14.000 horas restaurando-a para uma segunda chance na corrida em 2019.
O trabalho duro valeu a pena; Katwinchar ficou em segundo lugar na Divisão 7 do IRC, em terceiro na divisão de veteranos e em primeiro na divisão de grandes veteranos.
Agora, ela retorna como dupla para sua terceira tentativa, co-comandada por Michael Spies e Peter Vaicuirgis, 45 vezes veterano de Sydney Hobart.
“É um barco especial”, disse Spies.
“Poucas pessoas passam por isso e não o admiram.
“Ser nomeado como guardião temporário dele é muito especial. Esta é a minha 46ª corrida em Sydney Hobart e provavelmente irei relembrar com grande carinho.
Katwinchar passou por modificações significativas desde sua última tentativa na regata, que navegou como um ketch – um barco com dois mastros.
O mastro da mezena, o menor dos dois, foi removido e o mastro principal substituído.
Spies construiu ele mesmo o novo mastro de fibra de carbono, trabalhando quase em tempo integral em Katwinchar durante seis meses para prepará-la para a corrida.
Katwinchar também foi equipado com velas novas e um novo leme destinado a acelerar o barco.
Espera-se que ela complete a corrida entre três e meio e quatro dias.
“Mudamos tudo para sermos um jogador competitivo de duas mãos”, disse Spies.
No entanto, Spies minimiza as chances de Katwinchar conseguir uma vitória de conto de fadas no handicap este ano. As condições provavelmente favorecerão os barcos maiores, com expectativa de partida a favor do vento antes de condições tempestuosas atingiu a frota na primeira noite de navegação.
“Um resultado de qualidade pode nos escapar apenas por causa do clima”, disse Spies.
“Precisávamos realmente de um início lento e um final rápido (para vencer no geral). Infelizmente parece um começo rápido e um final lento.”
Mas Spies está confiante em outro forte desempenho na divisão de Katwinchar.
“Certamente daremos o nosso melhor e tentaremos uma vaga boa e sólida em nossa categoria”, disse ele.
O navio irmão de Katwinchar, Maritimo 100, comandado por Barry-Cotter, é um dos quatro super maxis com chance de conquistar as honras de linha e a vitória geral.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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