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POLÍTICA

Barroso obriga câmeras corporais na PM e Dino irri…

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Marcela Rahal

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, determinou nesta segunda-feira, 9, a obrigatoriedade do uso de câmaras corporais com gravação ininterrupta pelos policiais militares do estado de São Paulo. O ministro tomou a decisão após um pedido feito pela Defensoria Pública estadual para obrigar o uso do equipamento. Barroso citou os recentes casos de abuso de violência cometidos pela PM em SP. Mortes decorrentes de intervenções policiais no estado cresceram 46% nos 11 primeiros meses do ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Em outra decisão do Supremo desta segunda, o ministro Flávio Dino rejeitou um recurso da Advocacia-Geral da União do governo federal que pedia mudanças na decisão do tribunal sobre as emendas parlamentares. Na decisão, Dino diz que “não há o que reconsiderar” da decisão do plenário do Supremo. O Congresso ficou irritado com as regras mais rígidas para a liberação de emendas e tem dificultado o andamento do pacote de corte de gastos que precisa ser aprovado ainda neste ano. O governo federal atua agora para amenizar essa situação.

O governo federal decidiu evacuar a embaixada do Brasil na Síria depois da queda do ditador Bashar Al-Assad. O embaixador André Luiz Azevedo dos Santos já está em Beirute, junto com os funcionários da embaixada. O país enfrenta uma grave crise provocada após rebeldes, liderados por radicais islâmicos, tomarem o poder do regime ditatorial que comanda o país há mais de 50 anos. O Itamaraty também recomendou para que os brasileiros deixem o país. Acompanhe o Giro VEJA.



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OPINIÃO

Opinião: A ciranda troca de partidos e a busca por cargos públicos

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Foto de capa [arquivo pessoal]
Os parlamentares que mudam de partido – como macacos puladores de galho – ou se candidatam a outros cargos no Legislativo e no Executivo apenas para preservar privilégios demonstram desrespeito à República e deveriam sentir vergonha de tal conduta. Essa prática evidencia a ausência de compromisso ideológico e a busca incessante por posições de poder, transmitindo à sociedade a imagem de oportunistas movidos por conveniências pessoais. A política deveria ser encarada como missão cívica, exercício de cidadania e serviço transitório à nação. Encerrado o mandato, o retorno às profissões de origem seria saudável para a oxigenação da vida pública.  
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Infelizmente, o sistema político brasileiro está povoado por aqueles que veem na política não um espaço de serviço público, mas um negócio lucrativo. Como já destacou o jornal El País, ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as vantagens conferidas e auferidas — e a constante movimentação de troca de partidos confirma essa percepção.  
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A cada eleição, o jogo se repete: alianças improváveis, trocas de legenda na janela partidária e negociações de bastidores que pouco têm a ver com as necessidades reais da população. Em vez de missão cívica, vemos aventureiros transformando a política em palco de interesses pessoais e cabide de empregos. A busca incessante pela reeleição e por cargos demonstra que, para muitos, a política deixou de ser a casa do povo e tornou-se um negócio.  
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Convém lembrar aos que se consideram úteis  e insubstituíveis à política que o cemitério guarda uma legião de ex-políticos esquecidos, cuja ausência jamais fez falta ao país.  
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As próximas eleições são a oportunidade para os eleitores moralizarem o Legislativo, elegendo apenas candidatos novos, sem os vícios da velha política, que tenham conduta ilibada e boa formação cultural. Por outro lado, diga não à reeleição política, aos trocadores de partidos, aos que interromperam o mandato para exercer cargos nos governos, e àqueles que já sofreram condenação na Justiça ou punição no Conselho de Ética do Legislativo. 
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Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

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POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Charge do JCaesar: 05 de maio

Felipe Barbosa

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