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BASA DÁ INÍCIO À CAMPANHA DE NATAL “DOE! UM GESTO SIMPLES QUE TRANSFORMA VIDAS”

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Campanha de voluntariado 2020 contribuirá com 14 entidades em todos os estados da Amazônia Legal.

Dezembro chegando e o momento de compartilhar amor e esperança fica mais latente entre as pessoas. Com o tema “Doe! Um gesto simples que transforma vidas”, o Banco da Amazônia (Basa) começa o mês natalino em busca de doações para 14 entidades filantrópicas que ajudam desde crianças no Mato Grosso até idosos no Acre.

Fazendo parte do Programa de Voluntariado do Basa, a campanha objetiva incentivar a solidariedade para com as pessoas em situação de vulnerabilidade social que vivem nos estados da Amazônia Legal e que vem sofrendo com os efeitos da pandemia do coronavírus.

As doações a essas organizações podem ser feitas em dinheiro por meio de depósito bancário ou transferência para contas correntes abertas especialmente para esse fim, ou indo a uma das agências do Basa credenciadas para receber os seguintes materiais: alimentos não perecíveis, cestas básicas, artigos de higiene pessoal, fraldas geriátricas, máscaras e álcool gel.

Para a Gerente de Gestão de Pessoas, Bruna Paraense, o banco escolheu com cuidado as instituições e espera que o resultado da campanha ultrapasse o esperado. “Isto será possível porque a população da Amazônia é muito unida e, quando tem uma meta como esta a cumprir, a solidariedade sempre fala mais alto. Esse programa de voluntariado foi muito bem pensado e queremos movimentar o maior número possível de pessoas em prol de quem mais precisa e vem sofrendo no meio dessa pandemia”, completa a gestora.

CRIANÇAS, ADOLESCENTES E IDOSOS

No Acre, as instituições que irão receber os donativos arrecadados são o Lar dos Vicentinos e o Educandário Santa Margarida, que atendem crianças, adolescentes e idosos. Fundado em 1978, o Lar dos Vicentinos realiza atividades de defesa de direitos sociais de idosos, acolhendo, atualmente, 68 pessoas em situação de abandono. O abrigo conta com 17 funcionários, além de ter despesas com contas de luz, água e telefone. Para a garantia de uma boa estadia aos idosos, o Lar dos Vicentinos conta com doações de roupas, alimentos, produtos de higiene pessoal, dentre outros.

O Educandário Santa Margarida acolhe crianças e adolescentes vítimas de abandono, maus-tratos, prostituição infantil e todos os tipos de violência na capital acreana. A instituição, que vive essencialmente de doações, abriga cerca de 30 meninos e meninas que se encontravam em situação de vulnerabilidade social. A casa conta com professores, cozinheiros, psicólogos e assistentes sociais que trabalham para tentar transformar o Educandário em um lar para essas crianças e adolescentes.           

Segundo o superintendente regional do Banco da Amazônia no Acre, José Luiz Cordeiro Cruz, a importância do Programa de Voluntariado se deve ao fato de que, além do desenvolvimento econômico sustentável ocorrer por meio da ação creditícia do banco, com essa iniciativa também se contribui para o desenvolvimento social da população. “Essa campanha é justamente para colocar em prática a solidariedade e a ação voluntária de nossos colaboradores, parceiros e de quem mais quiser somar com a gente, pois essas instituições precisam de recursos para a manutenção de suas atividades”, relata Cruz.

Serviço

Para colaborar com o Lar dos Vicentinos com recursos financeiros, os depósitos podem ser feitos na conta corrente: 074.210-2, agência 044-2. O CNPJ da entidade é 04.090.791/0001-49). Para o Educandário Santa Margarida, a doação em dinheiro pode ser feita na conta corrente 074.211-0, agência 044-2. O CNPJ é o04.003.224/0001-08. Os materiais doados para ambas instituições podem ser entregues nas agências Rio Branco Centro (rua Arlindo Porto Leal, 199 – Centro) e Av. Ceara (av. Ceará 3556 – 7BEC). A campanha do Basa vai receber doações até o dia 21 de dezembro em todos os estados da Amazônia Legal.

Mais informações sobre a Gincana podem ser obtidas no site www.bancoamazonia.com.br.

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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