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Batalhão de Trânsito reforça ações educativas e de fiscalização em Rio Branco

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Felipe Souza

O Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) da Polícia Militar do Acre (PMAC) se faz presente de forma rotineira na vida de quem transita pelas ruas e estradas que atravessam Rio Branco. Com ações de fiscalização e prevenção, os agentes buscam mostrar a importância de uma direção segura, prezando pelo respeito e boas práticas com os condutores.

Todos os dias, policiais do BPTran estão postos em pontos estratégicos da capital acreana para realizar as ações preventivas, na tentativa de resguardar a população de possíveis acidentes e ilegalidades de trânsito. Essa atuação é realizada por intermédio dos dois viés presentes no planejamento Batalhão de Policiamento de Trânsito: o educativo e repressivo.

Batalhão de Policiamento de Trânsito realiza ações preventivas. Foto: Diego Gurgel/Secom

Apesar disso, o maior trabalho desses agentes é resguardar, por meio dessas ações, a vida dos cidadãos. De acordo com o subcomandante do BPTran, capitão Maxwell Oliveira, toda atuação do policiamento é feita com profissionalismo e respeito, tendo em vista que a instituição protege e salva muitas pessoas cotidianamente.

“Com as nossas ações, nós resguardamos muitas vidas. Quando há um acidente ou incidente de trânsito, nossas equipes são as primeiras a chegar. Além de tomar os primeiros cuidados de isolamento, por vezes, as nossas guarnições que acionam o socorro médico especializado. Então, nós lidamos com muito profissionalismo e sabemos que lidamos com vidas, todos os dias”, destaca o subcomandante.

Subcomandante do BPTran, Maxwell Oliveira: “Resguardamos muitas vidas”. Foto: Diego Gurgel/Secom

Balanço

Um balanço feito pela Polícia Militar do Estado mostra que, em 2024, o BPTran realizou 1.011 ações educativas aos condutores no trânsito. Por intermédio de todo o planejamento, mais de 70 mil pessoas foram alcançadas, tanto na capital quanto no interior. Além disso, foram feitas 73 mil abordagens e, desse montante, 350 motoristas foram conduzidos à delegacia.

Apesar do trabalho ser realizado em meio à rotina caótica do trânsito, o capitão destaca que a abordagem utilizada pelos agentes visa resguardar o respeito entre as duas partes: “Nós prezamos pelo tratamento respeitoso, a ser dispensado ao indivíduo que é abordado. Os nossos policiais são orientados, pelo Comando do Batalhão, a ter esse trato respeitoso. Às vezes, o cidadão tem uma dúvida e é nossa atribuição também esclarecê-la. Com essas ações, a gente consegue trazer a população para o nosso lado”.

Para o oficial de Justiça e amante de motocicletas, Robson Fernandes, a presença do policiamento nas ruas da capital é de grande necessidade. Segundo ele, a importância da educação de trânsito serve para que a vida de todos, não apenas de uma pessoa, seja resguardada.

“É bom devido às circunstâncias que acontecem no dia a dia. Não só aqui, mas no Brasil todo. Tem que ter a segurança não só de um, mas de todos. Tem que andar não por dois, mas por andar por quatro, porque as quatro direções estão do teu lado. Isso ajuda para que se previna acidentes e outras coisas também”, afirma o motoqueiro.

Robson Almeida é amante de motocicletas e confia no trabalho do BPTran. Foto: Diego Gurgel/Secom

Capital e interior

Mesmo sediado e com atuação apenas em Rio Branco, o BPTran leva ações, de forma esporádica, ao interior do estado, como destaca o subcomandante Maxwell Oliveira: “Esporadicamente, de acordo com o nosso planejamento anual, prestamos apoio em alguns eventos que acontecem no interior. Sempre que possível e solicitado pelas unidades, nós prestamos apoio em operações nos municípios”.

As ações mais comuns realizadas pelos agentes de policiamento de trânsito visam, principalmente, a prevenção de possíveis sinistros. As orientações mais comuns são: a utilização de cinto de segurança, a não utilização de celulares ao volante e um destaque em relação a não consumir bebida alcoólica antes de dirigir.

Policiais de trânsito realizam a entrega de folhetos informativos. Foto: Diego Gurgel/Secom

Participação de todos

Os pedestres também são uma parte fundamental nesse processo, contribuindo para a boa convivência nas vias públicas. Assim como motoristas e ciclistas, eles têm direitos e responsabilidades que garantem a segurança de todos nas ruas. Por outro lado, motoristas devem priorizar a proteção dos pedestres, especialmente em áreas urbanas.

Por conta disso, ações também são levadas às escolas da rede pública. De acordo com a segundo-tenente Gislene Amaral, todos os cidadãos precisam ser orientados a como atuar nas vias, independente se é motorista, ciclista ou pedestre, pois todos são uma parte do trânsito e devem ficar atentos às suas obrigações.

Segundo-tenente Gislene Almeida e soldado Caroline Arruda. Foto: Diego Gurgel/Secom

“O Batalhão de Trânsito normalmente faz operações preventivas. No caso, Rodovia Segura, Operação Lei Seca, Operação Cavalo de Aço, bem como ações educativas em escolas e faixas de pedestre. A gente tem que orientar o cidadão, tanto como condutor, quanto como pedestre, para que ele transite dentro da lei”, afirma a agente do BPTran.

O policiamento de trânsito vai além da fiscalização; ele é essencial para promover a educação e a conscientização dos cidadãos sobre as normas de circulação e segurança viária. Com sua presença ativa, os agentes não apenas evitam acidentes, mas também incentivam uma convivência mais harmoniosa entre motoristas, pedestres e ciclistas.

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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