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Baudelaire Cookies atrai fãs com doces recheados no Paraná – 30/10/2024 – Comida

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Ana Clara Cottecco

A Baudelaire Cookies, uma doceria do interior do Paraná, tem chamado a atenção nas redes sociais com vídeos dos seus doces. Um dos posts mais virais, que mostra cookies com muito recheio de chocolate sendo abertos, atingiu quase 2 milhões de visualizações no Instagram; no TikTok, foram mais de 1,3 milhão de curtidas.

Por trás das imagens e das receitas, estão os amigos e cofundadores Júnior Broiato, 30, e Giovani Tosi, 28. Os perfis da doceria nas redes sociais compartilham a rotina de trabalho, com postagens em estilo “porn food”, termo para comidas com visual atraente. “Isso é uma marca nossa. A gente odeia coisas que tem pouco chocolate e gosta do exagero”, conta Broiato. A marca surgiu a partir do desejo por cookies iguais aos que a dupla via na internet, mas não encontrava em Apucarana (a 360 km de Curitiba), no Paraná, onde moravam.

Em 2017, ainda na universidade, começaram a assar na cozinha de casa alguns cookies para consumo próprio e para amigos. Foi o boca a boca que levou os doces caseiros a três faculdades da cidade —precisaram até matar aulas para suprir a demanda.

Com o tempo, desenvolveram receitas próprias. Em um desses experimentos, adicionaram pontinhos de massa por fora, junto com as gotas de chocolate, para tentar fazer um cookie mais alto, o que não deu certo. Mesmo falhando, o produto caiu no gosto dos clientes e virou uma espécie de assinatura da marca.

A estratégia para vender as criações passa por mostrar quanto recheio os cookies têm. O Alpino Black (por R$ 18,50), um dos mais populares, leva massa de cacau, pedaços de chocolate Alpino e recheio de chocolate branco com meio amargo.

Outro que faz sucesso no TikTok é o Kinder (R$ 20,50), um cookie de massa de baunilha com gotas de chocolate ao leite e branco. Vem recheado com creme de Kinder Bueno White e pedaços do chocolate por cima. O que leva o nome da casa tem boa saída, feito com massa de baunilha e Nutella (por R$ 14,50).

O cardápio ainda conta com opção vegana, como o de gotas de chocolate meio amargo (R$ 19,90). Para beber, a loja prepara chocolate quente (R$ 21,50). Há também alternativas sazonais, como a pumpkin (por R$ 27), para o Halloween, que mistura sorvete, leite, especiarias e doce de abóbora.

“A gente sempre fez coisas que gostaria de consumir durante as épocas do ano”, conta Broiato. O que significa que novidades chocolatudas estão sendo pensadas para o Natal e para a Páscoa.

A loja física da dupla também foi pensada para agradar. Sempre com músicas escolhidas a dedo pelos donos, o salão tem cheiro dos cookies recém-assados. Embalagens personalizadas e ambiente instagramável ajudam a atrair mais gente para o local.

“Parte da experiência também surge de a gente mostrar a rotina e os processos. Quando as pessoas chegam na loja, elas já conhecem a nossa equipe pelos nomes”, lembra Tosi.

Hoje, a Baudelaire tem duas lojas físicas, uma em Apucarana e outra em Londrina —na qual oferece serviço de delivery. Pelo impulso que receberam das redes sociais, a dupla estuda maneiras de começar a enviar para outras regiões do país. Mas “sem perder a essência do que oferecem da loja física”. Por enquanto, os seguidores de outros estados precisam se contentar em assistir aos cookies à distância.

Baudelaire Cookies

Praça Interventor Manoel Ribas, 10, Centro, Apucarana (PR), @baudelairecookies



Leia Mais: Folha

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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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