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BBB 25: Globo paga R$ 23 mil para anônima mais rejeitada – 24/01/2025 – Outro Canal

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Gabriel Vaquer

Aracaju

A ex-BBB Aline Cristina da Silva recebeu uma indenização de R$ 23 mil da Globo em outubro do ano passado. Anônima com maior rejeição da história do Big Brother Brasil, ela foi eliminada com 95% de votos em um paredão contra Grazi Massafera na quinta edição do programa.

Os valores são referentes a um processo que ela moveu contra a empresa em 2016, no qual pedia “direito ao esquecimento” após ter sido lembrada por uma matéria no extinto site Ego, que pertencia ao grupo de mídia e saiu do ar em 2017.

Segundo documentos obtidos pela coluna, após a execução de sentença ser pedida, a Globo quitou o débito com Aline. O caso, que corria no Tribunal de Justiça de São Paulo, está em processo de arquivamento após cumprimento.

Aline reclamou de ter sido lembrada como a participante mais rejeitada do BBB em uma reportagem de 2016 e que isso voltou a causar problemas em sua vida pessoal. A ex-BBB disse que tem o direito de não falar mais do assunto.

Os representantes da Globo afirmaram que a notícia, de tom absolutamente informativo e sem qualquer conotação pejorativa, limitou-se a narrar que a autora foi eliminada da competição com 95% dos votos, “fato público e verdadeiro”, segundo a Globo.

A empresa também comentou que ela “vive e trabalha em São Paulo, também fato público, verdadeiro e sem qualquer juízo negativo de valor, o que afasta algum tipo de conotação negativa”. A Justiça de São Paulo não concordou com a defesa e condenou a empresa em duas instâncias.

Até os dias de hoje, Aline é a anônima mais rejeitada da atração. Na sua frente, estão apenas Viih Tube, Nego Di e Karol Conká, famosos que participaram do BBB 21.

Na ocasião do programa, ela passou a ser chamada de “Aline X-9”, porque ela se escondeu debaixo de um edredom na casa, escutou uma conversa e repassou informações para outro grupo. A atitude foi considerada desonesta por parte do público.

Fora da atração, ela passou a ser ameaçada. Ela chegou a mudar de cidade para tentar voltar ao anonimato.

A coluna tentou contato com Aline Cristina por meio de seus advogados, mas não obteve retorno. A Globo diz que não comenta casos jurídicos.

Cobre diariamente os bastidores das novelas, do telejornalismo e da mídia esportiva. Tem como titular o jornalista Gabriel Vaquer



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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