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Bebê de 1 ano é transferido de UTI aérea para hospital no AM em estado grave após engolir semente de fruta

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O pequeno Braywan Rodrigues da Rocha, de apenas 1 ano e 10 meses, está em estado grave após engolir uma semente de ingá, fruta típica da Amazônia. O incidente ocorreu há mais de um mês, mas só nessa quarta-feira (4) foi que a família conseguiu que ele fosse transferido para fora do estado para passar por exames específicos e fazer tratamento.

O menino mora na cidade de Jordão, uma das mais isoladas no Acre, onde só se tem acesso de barco ou avião. Abalada, a mãe do bebê, Dienatha da Silva Rodrigues, de 20 anos, conversou com o g1 e contou como tudo aconteceu.

Ela disse que uma tia do menino que estava com ele quando se engasgou comendo a fruta. Ao perceber a situação, a família ficou assustada e levou a criança até o hospital de Jordão, onde ele foi atendido e disseram que ele já não estava mais engasgado e que a semente sairia nas fezes.

Eles retornaram para casa, mas o bebê continuava passando mal, aparentando ainda estar engasgado e com dificuldade para respirar. Foi então que Braywan foi transferido pelo Tratamento Fora do Domicílio do Acre (TFD) para o Hospital da Criança de Rio Branco.

No hospital da capital, o menino passou por exames e foi detectado que o corpo estranho estava no pulmão dele, ou seja, ele tinha broncoaspirado parte da semente. Na unidade, o bebê teve uma parada cardiorrespiratória e foi intubado.

Por conta da necessidade de fazer exames mais específicos e procedimentos para a retirada da semente que está no pulmão, Braywan precisou ser transferido para outro estado. Após duas semanas e dois dias, segundo a mãe, ele foi transferido de UTI aérea nessa quarta para o Hospital e Pronto-Socorro da Criança Zona Sul, em Manaus.

“Como já está com muito tempo, o pulmão dele está parado e bastante inchado. Fomos transferidos para Manaus, ele está na UTI e, por isso, eu não posso ficar com ele, só posso vê-lo uma vez por dia. Sem contar que aqui não conheço nada e nem ninguém. Ontem consegui falar com assistente social e conseguiram uma casa de apoio para eu ficar. Amanhã [sexta, 6] ele vai fazer uma broncoscopia rígida, depois desse exame vão ver o que deve ser feito com ele. Os médicos me dizem que ele está grave, que tem muito risco”, contou a mãe.

Esse é o primeiro filho de Dienatha e ela conta da aflição que é ver o bebê nessa situação. “Estou muito triste, pensei que meu primeiro Dia das Mães seria com meu filho por perto e aconteceu tudo isso. Ele está aqui correndo risco de a qualquer momento acontecer alguma, porque não tem certeza de nada. Sei que está sendo bem cuidado, mas é muito difícil não poder estar com ele todo tempo”, lamentou.

Pequeno Braywan Rodrigues está em estado grave após engolir semente de ingá — Foto: Arquivo pessoal

Pequeno Braywan Rodrigues está em estado grave após engolir semente de ingá — Foto: Arquivo pessoal

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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