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Bebê prematura, que nasceu com 420g, recebe alta de hospital com festa da equipe; vídeo
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2 anos atrásem
O ano de 2025 já tem uma pequena heroína e uma família muito grata. Liz, uma bebê prematura, que nasceu com 420 gramas, teve alta e ganhou festa da equipe do hospital, após sete meses de internação.
A bebê, que nasceu com 26 semanas (6 meses), é um caso de prematuridade extrema. Segundo o Hospital e Maternidade Santa Helena, em São Bernardo do Campo, em SP, é a menor criança nascida na região do Grande ABC.
A comeoração foi com balões, flores, apresentação de coral com música escrita especialmente para a bebê, além de uma carta de agradecimento da equipe médica e um discurso emocionado dos pais. Que emoção!
Gratidão dos pais
Na hora da alta, só festa. O tão aguardado momento foi celebrado com um corredor humano dos profissionais de saúde.
Os pais Karine Cristina Rodrigues Ribeiro da Silva e Welington José da Silva, ambos com 41 anos, ficaram emocionados.
“Só consigo sentir felicidade e gratidão. É tanto amor que não consigo descrever em palavras. Agora é permanecer com os cuidados para que ela continue evoluindo. Hoje foi a primeira vez que ela viu a luz do Sol. Tem tantas coisas lindas para ela conhecer”, disse mãe Karine Cristina ao Diário do ABC.
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Só gratidão
O pai, Welinton, falou do carinho que recebeu da equipe nos dias mais difíceis da vida da família.
“Quem é pai e mãe sabe quando alguém cuida e ama o nosso filho. É algo maravilhoso. Nós vimos todo o carinho e amor que vocês tiveram com a Liz, e isso não tem preço. Se eu pudesse, daria o mundo para vocês”, ressaltou.
Para a mãe, Karine, a menina é uma grande vitoriosa: “Ela não é apenas o meu, mas sim o nosso milagre. Obrigada por tudo que fizeram”, disse.
Ficou 4 meses entubada
Em sete meses de vida, Liz ficou sob os cuidados intensivos na Unidade de Terapia Neonatal da maternidade. A bebê foi entubada por quatro meses e neste período faz terapias com apoio de composta por médico, enfermeiro, fisioterapeuta e fonoaudiólogo, entre outros.
Após a alta, em casa, seguirá o tratamento em casa ao lado da família. A bebê saiu do hospital com auxílio de ventilação mecânica por cilindro de oxigênio e com uma traqueostomia, procedimento cirúrgico que consiste em fazer uma abertura na traqueia para permitir que o paciente respire.
Por enquanto, a alimentação será parte via oral e parte por sonda, e a família será acompanhada por uma equipe do SAD (Serviço de Atenção Domiciliar) de Santo André, que irá fazer avaliações contínuas.
Ajuda profissional
Élidi Ayache Scordamaglio, neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Helena, disse que gradualmente a pequena vai se recuperar e superar mais essa etapa.
“Conforme ela for crescendo e se desenvolvendo, ela vai evoluindo clinicamente. Porém, nesse começo faremos um acompanhamento bem criterioso, com avaliação de diversos especialistas”, ressaltou a médica.
O desenvolvimento da bebê também será determinante para possíveis diagnósticos de sequelas comuns em prematuros, como déficit cognitivo e motor, por exemplo.
“O caso dela foi um desafio muito grande. Nunca havia nascido um bebê com esse peso aqui, foi a primeira vez. Todos se envolveram e acreditaram até o fim, principalmente por conta do amor e da fé da Karine (mãe da bebê), que foram inabaláveis.”
Força, Liz!
Papai Welinton e mamãe Karine são puro agradecimento pela vida de Liz e por tudo que os profissionais do hospital fizeram pela bebê! Foto: Diário do ABC
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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