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Before You Revisit ‘Furiosa,’ See Where It All Began and Stream This Classic on Max Next Month

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With this year’s Furiosa receding into the rearview mirror, fans can now stream the movie that kicked off the whole saga. Mad Max will stream (appropriately enough) on Max next month. The apocalyptic 1979 thriller will be available on the streamer starting on January 1, 2025.

Medical doctor and amateur filmmaker George Miller made his future directorial debut with Mad Max; inspired by car accident injuries he’d seen in the emergency room and a recent oil crisis, he conceived of a near-future Australia where madmen roamed the roads of the Outback. A then-unknown Mel Gibson was cast in the lead, and many actual motorcyclists were recruited to play the villainous bikers of the film. It featured a number of death-defying and dangerous automotive stunts, which would become a hallmark of the Mad Max films; however, the production did not have a single accident during production. The film, made on a budget of $400,000 USD, was an enormous success, making $100 million at the global box office; it was the most-profitable movie of all time for nearly two decades before it was dethroned by The Blair Witch Project.

What Is ‘Mad Max’ About?

With civilization beginning to fray, Australian highway policeman Max Rockatansky (Gibson) tries to preserve some order, even as sadistic motorcycle gangs begin to rule the roads. Leading them is the brutal Toecutter (Hugh Keays-Byrne, who would star as Immortan Joe decades later in Mad Max: Fury Road). After his partner Goose (Steve Bisley) is horribly injured in an encounter with Toecutter’s gang, Max takes a vacation with his wife Jessie (Joanne Samuel) and their young son to escape from the slow collapse of society. But he soon finds that there’s no escape from man’s inhumanity to man when Toecutter’s gang shatters his family. With nothing left to lose, he lives up to his nickname – Mad Max – as he takes out Toecutter’s gang one by one.

With Mad Max a global success, Miller directed a sequel, Mad Max 2: The Road Warrior, which featured a world completely in ruins and even more outlandish car stunts. Another sequel, Mad Max Beyond Thunderdome, followed in 1985; Miller would return to the Mad Max milieu decades later with Fury Road and the prequel Furiosa. Mad Max’s success also kicked off a massive wave of post-apocalyptic imitators and ripoffs.

Mad Max will stream on Max starting January 1, 2025. Stay tuned to Collider for future updates.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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