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Benjamin Netanyahu diz que o ataque ao Irã ‘alcançou todos os seus objetivos’, o exército israelense continua bombardeando o Líbano e Gaza

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Segundo a Associated Press e vários especialistas, imagens de satélite mostram os danos causados ​​pelo ataque israelita no Irão a duas bases militares secretas

De acordo com fotos de satélite analisadas no domingo pela agência noticiosa norte-americana Associated Press (AP)O ataque de Israel no sábado ao Irão danificou instalações numa base militar secreta a sudeste da capital iraniana, que os especialistas associaram no passado ao antigo programa de armas nucleares do país, Teerã, bem como outra base ligada ao seu programa de mísseis balísticos.

Alguns dos edifícios danificados estavam na base militar iraniana em Parchin (Imagem: REUTERS)🚩), onde a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) suspeita que o Irão tenha realizado no passado testes de altos explosivos que poderiam desencadear uma arma nuclear.

Outros danos poderão ser observados na base militar vizinha de Khojir, que, segundo analistas, esconde um sistema de túneis subterrâneos e locais de produção de mísseis. Os militares iranianos não reconheceram os danos causados ​​pelo ataque israelense na manhã de sábado em Khojir ou Parchin, mas disseram que o ataque matou quatro soldados iranianos que trabalhavam nos sistemas de defesa aérea do país.

A missão do Irão nas Nações Unidas não respondeu imediatamente a um pedido de comentários da AP, nem os militares israelitas. Ainda não está claro quantos locais no total foram alvo do ataque israelense. O exército iraniano ainda não divulgou imagens dos danos sofridos. Autoridades iranianas disseram que as áreas afetadas estavam nas províncias de Ilam, Khuzistão e Teerã.

Imagens de satélite do Planet Labs mostram campos queimados ao redor da unidade iraniana de produção de gás natural Tange Bijar, na província de Ilam, no sábado, embora não tenha ficado imediatamente claro se houve uma ligação com o ataque. A província de Ilam está localizada na fronteira Irã-Iraque, no oeste do Irã.

Os danos mais significativos foram observados em imagens do Planet Labs em Parchin, cerca de 40 quilómetros a sudeste de Teerão, perto da barragem de Mamlou. Uma estrutura parece ter sido completamente destruída, enquanto outras foram danificadas pelo ataque. Em Khojir, a cerca de vinte quilómetros do centro de Teerão, imagens de satélite mostram danos em pelo menos duas estruturas.

Analistas como Decker Eveleth, do think tank CNA, com sede na Virgínia, Joe Truzman, da Fundação para a Defesa das Democracias, com sede em Washington, e David Albright, ex-inspetor de armas das Nações Unidas, e outros especialistas em fontes abertas foram os primeiros a identificar danos a as bases. A localização das duas bases corresponde a vídeos obtidos pela AP que mostram sistemas de defesa aérea iranianos disparando contra a área circundante na manhã de sábado.



Leia Mais: Le Monde

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.

A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.

Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.

Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.

Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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