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onde assistir ao vivo, escalações e mais detalhes

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Neste domingo, Club Brugge e Anderlecht protagonizam um clássico imperdível pela liga belga, um duelo que agita torcedores e promete um espetáculo dentro e fora dos gramados. Com transmissão pelo Disney+ a partir das 9h30 (horário de Brasília), as equipes se enfrentam em busca de três pontos essenciais para seus objetivos no campeonato.

Contexto e situação das equipes

O Club Brugge, jogando em casa no icônico Estádio Jan Breydel, chega com uma campanha sólida e ocupa uma posição entre os primeiros colocados da tabela. O time vem de uma vitória e está focado em continuar essa sequência positiva, especialmente em jogos dentro de casa. A defesa do Brugge é uma das mais bem estruturadas do campeonato, enquanto o ataque conta com talentos que constantemente desequilibram as partidas.

Por outro lado, o Anderlecht, que luta para se consolidar entre as primeiras posições, encara este jogo como crucial. A equipe, que também tem um dos melhores ataques da competição, busca superar o Brugge em pontos e aproximar-se da liderança. Além disso, o Anderlecht aposta na experiência de seus jogadores e em jovens promessas, uma mescla que tem dado resultados positivos nas últimas rodadas.

Como assistir ao vivo?

Os torcedores poderão acompanhar todos os lances do clássico ao vivo pelo serviço de streaming Disney+. A transmissão começa antes das 9h30, proporcionando um pré-jogo com análise tática e informações das escalações. Esse serviço garante qualidade de transmissão e permite que os fãs estejam a par de cada jogada, cartão e gol do confronto.

Escalações prováveis

As escalações são uma das principais expectativas para a partida, já que ambos os treinadores estão com elencos fortes e prontos para o desafio. O técnico do Club Brugge aposta em uma defesa sólida e num meio de campo articulador, enquanto o Anderlecht deve apostar em um ataque rápido e criativo para romper as linhas adversárias.

  • Club Brugge (esquema provável 4-3-3): Mignolet; Sabbe, Mechele, Spileers, Meijer; Vetlesen, Vanaken, Balanta; Skoras, Nusa, Igor Thiago.
  • Anderlecht (esquema provável 4-2-3-1): Coosemans; Sardella, Debast, Vertonghen, Patris; Delaney, Arnstad; Dreyer, Verschaeren, Stroeykens; Dolberg.

A escalação do Club Brugge conta com a liderança de Vanaken no meio-campo, que é peça chave para a ligação entre defesa e ataque. Já o Anderlecht confia na experiência de Vertonghen para manter a defesa coesa e no talento ofensivo de Dolberg para criar oportunidades de gol.

Expectativas e análise tática

Taticamente, o Club Brugge deve explorar as laterais e a movimentação de Nusa e Skoras, que possuem velocidade e capacidade de finalização. A defesa de Anderlecht, liderada por Vertonghen, precisará estar atenta para evitar o avanço rápido do ataque adversário. Por outro lado, o Anderlecht aposta na habilidade de Verschaeren e Dreyer para organizar as jogadas e servir Dolberg com passes precisos.

Espera-se que o Brugge, por jogar em casa, adote uma postura ofensiva e pressione o Anderlecht desde o início, enquanto o time visitante pode apostar em uma estratégia mais cautelosa, explorando contra-ataques. Esse equilíbrio entre ataque e defesa será decisivo para o resultado.

Histórico de confrontos

O confronto entre Club Brugge e Anderlecht já se tornou um dos clássicos mais emblemáticos da Bélgica. Em encontros anteriores, o Brugge leva uma leve vantagem, especialmente em jogos realizados em seu estádio. A última vez que os times se enfrentaram foi um jogo disputado, com ambos os times demonstrando bom desempenho, mas o Brugge conseguiu vencer com uma pequena margem de diferença.

Fatores-chave e jogadores em destaque

  • Hans Vanaken (Club Brugge): Com visão de jogo e qualidade técnica, Vanaken é o maestro da equipe e sua participação será crucial para organizar o meio-campo.
  • Kasper Dolberg (Anderlecht): Conhecido pela habilidade de finalização, Dolberg é uma ameaça constante à defesa adversária e um dos jogadores a serem observados.
  • Simon Mignolet (Club Brugge): Experiente e seguro, o goleiro do Brugge é um dos melhores da liga e sua atuação pode definir o resultado do jogo, especialmente em momentos de pressão.

Conclusão e o que esperar

Com as equipes em boa fase, o clássico entre Club Brugge e Anderlecht promete ser um jogo emocionante e competitivo. Ambos os times sabem da importância de uma vitória não só para a pontuação, mas também para afirmar sua superioridade em um dos maiores confrontos do futebol belga. A torcida, sempre apaixonada, será um fator importante, dando apoio ao Brugge no estádio, enquanto o Anderlecht busca surpreender e levar os três pontos para casa.

Essa é uma partida que promete equilíbrio, intensidade e emoção, com duas das melhores equipes da Bélgica lutando pelo topo da tabela. Quem acompanha o futebol belga não pode perder esse jogo, pois cada detalhe conta e pode ser a chave para a vitória.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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