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Biden amplia proteção de região petrolífera no Alasca – 17/01/2025 – Ambiente
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Lisa Friedman
O governo Biden, dos Estados Unidos, anunciou novas proteções para mais de 500 mil hectares na região do North Slope, no Alasca, em um esforço final para proteger a área de empresas petrolíferas ansiosas para perfurar no sensível ambiente ártico.
O presidente eleito Donald Trump retorna à Casa Branca na segunda-feira (20) e prometeu conceder às empresas de combustíveis fósseis amplo acesso a terras americanas e águas federais.
As novas proteções, que entram em vigor imediatamente, criam um obstáculo legal que pode retardar, embora provavelmente não impeça, os esforços do governo Trump para expandir a perfuração em parte do North Slope conhecida como Reserva Nacional de Petróleo-Alasca.
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A reserva é a maior extensão de terra intocada nos Estados Unidos. É um importante local de nidificação para aves migratórias; lar de caribus, ursos pardos e carcajus; e é um habitat importante para ursos polares. Também contém grandes reservas de petróleo e gás e foi criada em 1923 como fonte de petróleo para a Marinha. Algumas perfurações exploratórias ocorreram ao longo das décadas, mas foi amplamente deixada intocada até o final dos anos 1990.
Laura Daniel-Davis, secretária adjunta interina do Departamento do Interior dos EUA, disse que, sob a nova política, o Departamento de Gestão de Terras teria de explicar como a perfuração nas áreas protegidas afetaria a caça e pesca de subsistência na vasta região selvagem.
A agência também está propondo cerca de 1,2 milhão de hectares de novas ou ampliadas “áreas especiais”, regiões que têm significado ecológico ou são usadas para caça e coleta de subsistência pelos nativos do Alasca. As decisões foram baseadas em 88 mil comentários de pessoas nas comunidades de North Slope, disse ela.
“Não posso especular sobre o que o futuro pode reservar em relação a uma nova equipe”, disse Daniel-Davis sobre o governo Trump. Mas ela afirmou que o Departamento do Interior era obrigado a agir após realizar consultas extensivas.
Algumas das áreas recentemente protegidas e propostas estão próximas ao projeto de petróleo Willow, liderado pela ConocoPhillips.
Grupos ambientais aplaudiram a medida. Erik Grafe, advogado da Earthjustice, disse que as novas medidas “seguiram a ciência que mostra claramente que os valores insubstituíveis dessas áreas exigem proteção máxima contra danos causados pela perfuração de petróleo”.
Parlamentares republicanos disseram que devem tentar reverter as ações da administração Biden. Eles acusaram o Departamento do Interior de preparar o terreno para que grupos ambientais desafiem os planos da administração Trump de aumentar a perfuração.
A administração Biden já havia proibido essa perfuração em cerca de 5,2 milhões de hectares da Reserva Nacional de Petróleo-Alasca. Isso equivale a cerca de metade de toda a reserva.
Também bloqueou uma estrada industrial proposta necessária para minerar cobre no meio do estado e proibiu a perfuração em águas do Alasca, incluindo o mar de Bering do Norte.
“Não acho que isso seja o que o Alasca quer”, disse o deputado republicano do Arkansas Bruce Westerman, presidente do Comitê de Recursos Naturais da Câmara. Ele afirmou que os republicanos devem buscar obrigar as concessões de perfuração em águas do Alasca e no North Slope enquanto os legisladores elaboram o projeto de orçamento nas próximas semanas.
O senador Dan Sullivan, republicano do Alasca, chamou a medida de “último suspiro de uma administração fracassada tentando esmagar o Alasca e silenciar as vozes do povo inupiat que realmente vive no North Slope.”
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Ufac entrega equipamentos para curso de Engenharia Civil — Universidade Federal do Acre
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16 de julho de 2026A Ufac realizou solenidade de entrega de novos equipamentos destinados ao curso de Engenharia Civil. O investimento contribuirá para o fortalecimento das atividades de ensino e pesquisa, proporcionando melhores condições para a formação acadêmica dos estudantes. O evento ocorreu nesta quinta-feira, 16, no hall do bloco do curso.
Foram adquiridos 20 conjuntos para desenho técnico, compostos por pranchetas de desenho e banquetas, já instalados no Laboratório de Projetos. Também foram entregues duas estações totais de topografia, destinadas ao Laboratório de Topografia.
“Todo esse investimento é para eles”, disse a reitora Guida Aquino, referindo-se aos alunos. “A universidade não existe sem estudante.” Segundo ela, a instituição deve continuar avançando e modernizando seus laboratórios para acompanhar as necessidades da formação acadêmica.
O pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, ressaltou que o crescimento da estrutura física e da quantidade de cursos ampliou as demandas da universidade. Para ele, a expansão também representa novos custos para a instituição. “Nós crescemos e atendemos ao plano”, pontuou. “Entretanto, o orçamento não teve o mesmo crescimento.”

De acordo com o coordenador do curso de Engenharia Civil, Bernardo Antônio Silva Ramos, a aquisição atende a uma demanda antiga do curso. Ele explicou que os equipamentos também poderão ser utilizados por estudantes de outros cursos da instituição, como Engenharia Florestal e Engenharia Agronômica. “Esses equipamentos são muito importantes para nós e serão muito bem utilizados daqui para frente.”
Também participou da solenidade a pró-reitora de Inovação e Tecnologia e vice-reitora eleita, Almecina Balbino.
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Seminário em governança pública ocorre na Ufac até 16/08 — Universidade Federal do Acre
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14 de julho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, desenvolvido entre a Ufac e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), realizou a abertura do 21º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública. A cerimônia ocorreu nesta terça-feira, 14, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e marcou o início da programação, que segue até 16 de agosto, reunindo estudantes, professores, pesquisadores e profissionais interessados no assunto.
Durante a programação, serão debatidos temas relacionados ao desenvolvimento regional, mobilidade urbana, educação, empreendedorismo e gestão pública. As atividades incluem palestras, mesas de discussão e apresentações acadêmicas voltadas à troca de experiências e à divulgação de pesquisas desenvolvidas no âmbito do programa.
Na abertura do evento, a reitora Guida Aquino destacou a expansão da pós-graduação na universidade e o fortalecimento das parcerias institucionais voltadas à qualificação de servidores e profissionais. Ela também ressaltou a importância da cooperação entre a Ufac e a UTFPR para a oferta do programa de pós-graduação.
O coordenador do programa, Rogério Duenhas, disse que o curso contribui para formação de profissionais e pesquisadores na área de planejamento e governança pública, especialmente na região Norte.

A presidente da comissão organizadora, discente Ana Caroline, destacou que o seminário busca promover discussões sobre desafios estruturais enfrentados pelo Acre e incentivar reflexões sobre políticas públicas e planejamento. Segundo ela, a proposta é ampliar o debate sobre temas que impactam diretamente o desenvolvimento do Estado e das instituições públicas.
Também participaram da mesa de abertura o vice-reitor e reitor eleito, Josimar Batista; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Lima Carvalho; a pró-reitora de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação, Alana Chocorosqui Fernandes, do Ifac; além de representantes da UTFPR, convidados e integrantes da comunidade acadêmica.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Projeto Capes/Cofecub executa missão de trabalho em MG — Universidade Federal do Acre
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13 de julho de 2026O projeto “Agricultura Tropical e Subtropical, Pecuária e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, coordenado pela Ufac, realizou visitas técnicas em Minas Gerais, entre 26 de junho e 5 de julho. Aprovado em chamada pública do programa Capes/Cofecub, o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil, o projeto está no segundo ano de execução, num total de quatro anos.
A missão ocorreu no Centro de Pesquisa de Cana-de-açúcar da Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (Ridesa); na Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão em Melhoramento Genético e Sistemas de Produção de Palmáceas e Outras Oleaginosas; na Universidade Federal de Viçosa (UFV); nas fazendas São Pedro, Guimarinho, Santa Cruz e Serra das Cabeças, além do sítio Jardim.
É a primeira vez na história do programa Capes/Cofecub, iniciado na década de 1970, que uma instituição acreana coordena um projeto aprovado, cuja execução fica a cargo de professores e pós-graduandos das Universidade Federais do Acre, de Viçosa e do Paraná, além do Instituto Agrícola de Dijon (Agro Dijon, França).
Participaram das visitas os pesquisadores Almecina Balbino e Eduardo Mattar, da Ufac; Natalia Torres, do PPG em Produção Vegetal, da Ufac; Luís Cláudio da Silveira, Denise Cunha, Raquel Barro e Aziz da Silva Junior, da UFV; Ridha Ibidhi e Christelle Phileppeau, do Agro Dijon.
Rede de trabalho
O projeto formou uma rede de trabalho internacional que objetiva propor sistemas integrados de produção focados em uma sustentabilidade econômica, social e ambiental, através de proposição de sistemas e execução de pesquisas aplicadas. Até o momento, estão sendo executados estes projetos de pesquisa em cooperação:
– Early Development of Trichanthera Gigantea Under Different Light Conditions;
– ‘Cratylia argentea’ (Desv.) Kuntze: Da Prospecção de Acessos à Conservação Ex Situ na Amazônia Ocidental;
– Caracterização Ecológica de Espécies Forrageiras Não Convencionais Arbóreas e Arbustivas para Uso de Sistemas Silvipastoris;
– Representação Dasimétrica da Lotação Animal Bovina: Um Estudo de Caso no Acre;
– Sistema Silvipastoril Sucessional: Opção para Recomposição de Reserva Legal na Amazônia Sul-Ocidental Brasileira;
– Ecosystem Services in Livestock-Based Integrated Systems in South America: A Bibliometric and Qualitative Review;
– Agroecological Performance of Dairy Farms in the Brazilian Amazon: An Assessment Using the TAPE Methodology;
– Agroecological Performance of Integrated Farming Systems in the Brazilian Amazon: Evidence from Reca Cooperative Using the TAPE Methodology.
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