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Biden ‘apressa’ bilhões em ajuda à Ucrânia enquanto vitória de Trump alimenta incerteza | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia

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Zelenskyy foi um dos primeiros líderes a felicitar Trump, que criticou a escala do apoio dos EUA à Ucrânia.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, planeja investir bilhões de dólares em assistência de segurança à Ucrânia antes de deixar o cargo em janeiro, dizem os relatórios, na esperança de fortalecer o governo em Kiev antes que Donald Trump retorne à Casa Branca.

Trump, que venceu as eleições de terça-feiracriticou a escala do apoio militar e financeiro dos EUA à Ucrânia e prometeu acabar rapidamente com a guerra com a Rússia – sem dizer como.

A sua posição sobre a Ucrânia levantou preocupações sobre o futuro do apoio de Washington à guerra da Ucrânia com a Rússia sob uma Casa Branca, um Senado e possivelmente uma Câmara dos Representantes controlados pelos republicanos.

“A administração planeia avançar… para colocar a Ucrânia na posição mais forte possível”, disse um alto funcionário da administração Biden à agência de notícias Reuters, sob condição de anonimato, num relatório publicado na quinta-feira. Os planos de Biden para as transferências foram relatados pela primeira vez pelo Politico.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, foi um dos primeiros Líderes mundiais parabenizam Trump e também falou com o presidente eleito na quarta-feira.

“Concordámos em manter um diálogo estreito e avançar a nossa cooperação. A liderança forte e inabalável dos EUA é vital para o mundo e para uma paz justa”, disse Zelenskyy numa publicação na plataforma de redes sociais X.

A Câmara dos EUA aprovou a ajuda à Ucrânia em Abril, incluindo uma alocação para armas.

Da autoridade de transferência de armas aprovada, restam 4,3 mil milhões de dólares, além de 2,8 mil milhões de dólares em transferências aprovadas pelos legisladores em medidas de despesa anteriores e 2 mil milhões de dólares em financiamento para novas compras de armas.

No total, esses 9 mil milhões de dólares em assistência militar representariam um impulso significativo para a defesa da Ucrânia.

Não houve resposta imediata da Casa Branca.

Desde a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia em 2022, os EUA já forneceram mais de 64,1 mil milhões de dólares em assistência militar à Ucrânia, de acordo com os dados mais recentes do Departamento de Estado dos EUA.

Para ajudar a Ucrânia a retomar o seu território na sua guerra terrestre com a Rússia, serão necessários mais veículos terrestres, bem como artilharia de 155 mm e mísseis terra-superfície.

Alguns analistas dizem que não é de forma alguma certo que Washington apoiaria mais assistência à Ucrânia quando os republicanos controlarem a Casa Branca e pelo menos metade do Congresso, especialmente enquanto a Ucrânia experimenta reveses no campo de batalha.

O líder republicano do Senado, Mitch McConnell, recusou-se a discutir a ajuda à Ucrânia numa conferência de imprensa na quarta-feira, dizendo que estava lá apenas para discutir os resultados eleitorais.

Durante a campanha, Trump insistiu que o presidente russo, Vladimir Putin, nunca teria invadido a Ucrânia em 2022 se estivesse no cargo, acrescentando que “poderia resolver isso em 24 horas”.

Trump sugeriu que A Ucrânia pode ter que ceder território à Rússia para chegar a um acordo de paz, algo que a Ucrânia rejeitou e que Biden nunca sugeriu.

O vice-presidente eleito, JD Vance, também tem criticado veementemente a assistência à Ucrânia, argumentando que os fundos do governo seriam mais bem gastos nas prioridades internas.



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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