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Biden concede perdões preventivos a familiares e aliados citando retaliação de Trump | Notícias
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A legisladora republicana Liz Cheney, o imunologista Anthony Fauci e o ex-Chefe do Estado-Maior Conjunto Mark Milley estão entre os que ofereceram proteção.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, aproveitou suas últimas horas para emitir perdões preventivos em meio a temores de que o presidente Donald Trump pudesse tentar processar supostos inimigos.
Biden concedeu na segunda-feira perdões a vários membros de sua própria família, bem como à ex-legisladora republicana Liz Cheney, ao ex-conselheiro médico-chefe da Casa Branca, Anthony Fauci, e ao ex-chefe de gabinete conjunto Mark Milley.
A medida ocorre depois que Trump alertou sobre uma lista de inimigos repleta de pessoas que o traíram politicamente ou tentaram responsabilizá-lo por sua tentativa de reverter sua derrota nas eleições de 2020 e seu papel no invasão do Capitólio dos EUA há quatro anos.
“Esses funcionários públicos serviram a nossa nação com honra e distinção e não merecem ser alvo de processos injustificados e com motivação política”, disse Biden em comunicado.
A Constituição dos EUA dá ao presidente ampla poderes de perdão por crimes federais. Embora os indultos sejam normalmente concedidos a pessoas que foram processadas, podem abranger condutas que ainda não resultaram em processos judiciais.
O perdão abrange todos os legisladores, incluindo Cheney, que serviu no comitê seleto do Congresso que investigou os distúrbios no Capitólio dos EUA em 2021, bem como os policiais que testemunharam antes.
Trump apoiou em dezembro um pedido para que o FBI investigasse Cheney sobre seu papel na liderança da investigação do Congresso sobre o ataque.
‘Profundamente grato’
Cheney e o deputado democrata Bennie Thompson, vice-presidentes do comitê, expressaram gratidão a Biden por reconhecer as ameaças e o assédio que eles e suas famílias têm sofrido.
“Fomos perdoados hoje não por infringir a lei, mas por defendê-la”, disseram eles em comunicado.
Milley, que foi o principal conselheiro militar de Trump entre 2019 e o início de 2021, disse num comunicado que estava “profundamente grato” pelo perdão de Biden.
Após o ataque de 6 de janeiro ao Capitólio, Milley ligou para Pequim para tranquilizar a China sobre a estabilidade dos EUA.
Numa publicação nas redes sociais, Trump descreveu o telefonema como “um ato tão flagrante que, em tempos passados, a punição teria sido a MORTE”.
Fauci disse à agência de notícias Reuters que a Casa Branca havia entrado em contato sobre o assunto há um mês. Ele declarou que não havia pedido perdão.
“Agradeço que o presidente tenha me procurado e tentado me proteger de acusações infundadas”, disse Fauci. “Não fiz nada de errado e isso não é admissão de qualquer culpa.”
Fauci entrou em confronto frequente com Trump durante a pandemia, e os seus apoiantes continuaram a atacar o antigo responsável de saúde.
Família perdoada
Entre outros membros de sua família, Biden também concedeu perdões preventivos a seus irmãos James e Francis; irmã Valerie e seu marido John; e Sara, a esposa de James.
Em dezembro, Biden emitiu polêmica um perdão para seu filho Hunterque havia sido condenado por porte de arma de fogo e acusações fiscais, alegando ter sido perseguido por motivos políticos.
“Minha família tem sido submetida a ataques e ameaças implacáveis, motivadas apenas pelo desejo de me machucar – o pior tipo de política partidária”, disse Biden em comunicado. “Infelizmente, não tenho motivos para acreditar que estes ataques irão acabar.”
Trump denunciou a medida em comentários aos apoiadores. “Você sabia que Biden, enquanto eu fazia meu discurso, perdoou toda a sua família?” disse Trump.
Durante uma conversa separada com repórteres, Trump acusou Biden de criar um “precedente inacreditável” para futuros presidentes.
“Acho que agora tenho precedentes para fazer isso”, disse Trump.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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