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Economia e Negócios

BIFF encerra apresentação em São Paulo com sucesso, intercâmbio cinematográfico entre China e Brasil inaugura novo capítulo

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Foto de capa [Evento Noite do Cinema de Pequim]

O cinema como ponte, renovando laços históricos.

Em novembro de 2024, o Presidente Xi Jinping realizou uma visita de Estado ao Brasil, impulsionando significativamente o desenvolvimento das relações entre os dois países. No Fórum China-CELAC realizado em maio deste ano, ambas as partes estabeleceram oficialmente 2026 como o “Ano Cultural China-Brasil”. No momento histórico do cinquentenário das relações diplomáticas entre China e Brasil, a 14ª edição do Festival Internacional de Cinema de Pequim convidou o Brasil como país convidado de honra. O vice-ministro da Cultura do Brasil, Cássius Rosa, liderou uma delegação para participar do evento e proferir um discurso, inaugurando um novo capítulo no intercâmbio cinematográfico sino-brasileiro. Neste contexto, o Festival Internacional de Cinema de Pequim continua expandindo seu “círculo de amigos” internacional, utilizando o cinema como ponte para aprofundar o intercâmbio cultural entre China e Brasil.

O Festival Internacional de Cinema de São Paulo (São Paulo International Film Festival) é um dos festivais de cinema mais influentes do Brasil e mais representativos da América Latina. Após o sucesso da “Noite do Cinema de Pequim” em Cannes e Sydney em 2025, no dia 24 de outubro, a delegação do BIFF partiu novamente em viagem a São Paulo, Brasil. Durante o Festival Internacional de Cinema de São Paulo, realizou a apresentação “Noite do Cinema de Pequim” em São Paulo, exibindo ao mundo os frutos expressivos da cultura cinematográfica chinesa e a postura aberta do BIFF, construindo uma plataforma interativa para que cineastas de todo o mundo possam conhecer profundamente e participar do festival.

Peng Sihai, membro do Comitê do Partido e vice-diretor da Rádio e Televisão de Pequim, vice-secretário-geral do Comitê Organizador do Festival Internacional de Cinema de Pequim; Yu Peng, Cônsul-Geral da China em São Paulo; Renata de Almeida, presidente do Festival Internacional de Cinema de São Paulo; e o jovem diretor chinês Jing Yi, entre outros convidados, marcaram presença no evento. A apresentação também atraiu cerca de 300 profissionais do cinema, representantes da mídia e cinéfilos de todo o mundo, criando uma atmosfera vibrante no local.

No evento, o Sr. Yu Peng, Cônsul-Geral em São Paulo, fez o discurso de abertura, afirmando que tanto a China quanto o Brasil são grandes nações com culturas ricas e esplêndidas. Nos últimos anos, a amizade tradicional entre os dois países tem se aprofundado continuamente, e a cooperação pragmática em diversos setores tem alcançado resultados expressivos, incluindo os intercâmbios culturais na área cinematográfica, que demonstram uma vitalidade crescente e perspectivas promissoras.

Peng Sihai, vice-diretor da Rádio e Televisão de Pequim e vice-secretário-geral do Comitê Organizador do Festival Internacional de Cinema de Pequim, apresentou os destaques da 15ª edição do BIFF durante a apresentação. Ele afirmou que o Festival Internacional de Cinema de São Paulo, como um dos festivais de cinema mais influentes da América Latina, oferece uma plataforma valiosa para a exibição, divulgação e intercâmbio de filmes de países do mundo inteiro, evidenciando plenamente o valor artístico e o potencial de mercado do cinema, além de revelar o charme único do cinema em transcender fronteiras e integrar culturas diversas. O Festival Internacional de Cinema de Pequim também busca promover o diálogo e o intercâmbio entre diferentes civilizações por meio do cinema, impulsionando a prosperidade conjunta da indústria cinematográfica global. Convidamos cordialmente todos os ilustres convidados e amigos a virem a Pequim para participarem juntos desta grande celebração da cultura cinematográfica mundial, compartilharem oportunidades, consolidarem consensos e trabalharem em conjunto para promover o desenvolvimento vigoroso da indústria cinematográfica global.

Peng Sihai, vice-diretor da Rádio e Televisão de Pequim e vice-secretário-geral do Comitê Organizador do Festival Internacional de Cinema de Pequim, durante discurso

Peng Sihai, vice-diretor da Rádio e Televisão de Pequim e vice-secretário-geral do Comitê Organizador do Festival Internacional de Cinema de Pequim, durante discurso

 

Renata de Almeida, presidente do Festival de Cinema de São Paulo, esteve presente e proferiu um discurso, declarando que durante esta Noite do Cinema de Pequim em São Paulo, cineastas do Brasil e da China plantaram juntos uma semente, desejando que ela cresça, germine e produza frutos abundantes.

Sob a visão de um “BIFF que nunca se encerra”, o Festival Internacional de Cinema de Pequim continua expandindo as fronteiras do cinema, lançando como destaque a turnê mundial “Imagens do Templo do Céu”. Como um dos seis filmes da mostra de cinema chinês “Imagens do Templo do Céu”, realizada em colaboração entre o BIFF e o Festival Internacional de Cinema de São Paulo, o diretor Jing Yi do filme chinês “O Botânico” também participou do evento “Noite do Cinema de Pequim”. Ele mencionou estar muito grato ao Comitê Organizador do BIFF e ao Festival Internacional de Cinema de São Paulo, pois foi graças à recomendação e ao convite de ambas as partes que a obra “O Botânico” pôde ser exibida no Brasil. Ele preservará essas preciosas memórias afetivas, assim como um verdadeiro botânico, que não apenas identifica, classifica e nomeia plantas, mas, mais importante ainda, as preserva.

Local de apresentação do diretor Jing Yi do filme O Botânico

Local de apresentação do diretor Jing Yi do filme O Botânico

Neste Festival de Cinema de São Paulo, o BIFF montou um estande exclusivo. Durante o evento, a delegação do BIFF e o presidente do Festival Internacional de Cinema de São Paulo assinaram em conjunto um Memorando de Cooperação entre os dois festivais, marcando um novo capítulo de intercâmbio e cooperação cinematográfica sino-brasileira após os cinquenta anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre China e Brasil.

De Pequim a São Paulo, o BIFF utiliza a magia do cinema como ponte, expandindo continuamente seu “círculo de amigos” internacional. Este encontro que atravessa montanhas e mares não é apenas um belo testemunho da amizade sino-brasileira, mas também injetará nova vitalidade na cooperação cinematográfica entre os dois países. No futuro, o BIFF continuará mantendo uma postura aberta e inclusiva, construindo uma plataforma cada vez mais ampla de intercâmbio cinematográfico internacional e promovendo o diálogo e a cooperação entre o cinema chinês e o cinema mundial.

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Economia e Negócios

BNED PREPARA INVESTOR DAY E DESPERTA ATENÇÃO DO MERCADO APÓS RETORNO AO LUCRO

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Nova York – A Barnes & Noble Education (NYSE: BNED), tradicional fornecedora de soluções educacionais para universidades norte-americanas, volta ao radar de investidores após uma sequência de resultados que indicam recuperação operacional, crescimento de receita e retomada da rentabilidade.

A companhia realizará seu aguardado Investor Day em 25 de junho, evento no qual a alta administração apresentará ao mercado suas estratégias de expansão, projeções financeiras e perspectivas de crescimento para os próximos anos. O encontro ocorre em um momento particularmente relevante para a empresa, que busca consolidar sua transformação de um modelo tradicional de livrarias universitárias para uma plataforma integrada de soluções acadêmicas digitais.

Nos resultados mais recentes, a BNED reportou crescimento de receita superior a 11%, impulsionado principalmente pela expansão do programa First Day Complete, iniciativa que fornece materiais didáticos digitais aos estudantes desde o primeiro dia de aula. O segmento registrou crescimento superior a 30%, reforçando a tese de que a companhia está conseguindo capturar uma tendência estrutural de digitalização do ensino superior norte-americano.

Outro aspecto que tem chamado a atenção dos investidores é o retorno da lucratividade. Após anos marcados por desafios operacionais e reestruturações corporativas, a empresa voltou a registrar lucro líquido positivo, fortalecendo a percepção de que a fase mais crítica de sua recuperação pode ter ficado para trás.

Analistas do setor observam que o Investor Day poderá representar um importante divisor de águas para a precificação do ativo. O mercado aguarda a divulgação de metas financeiras de médio prazo, projeções de expansão das margens operacionais e detalhes sobre a política de retorno ao acionista, especialmente após a administração sinalizar a intenção de implementar dividendos regulares a partir do exercício fiscal de 2027.

A expectativa também se concentra na capacidade da companhia de ampliar sua presença em universidades norte-americanas, expandir sua base de usuários e aumentar a geração de caixa recorrente. Caso as projeções superem as expectativas do mercado, investidores acreditam que a ação poderá experimentar uma reavaliação significativa de valor.

Embora os riscos inerentes ao segmento educacional e ao ambiente econômico permaneçam presentes, o atual momento da BNED é visto por parte dos investidores como uma combinação rara entre recuperação operacional, crescimento acelerado de receita e potencial de valorização ainda não totalmente refletido na cotação das ações.

Com o Investor Day se aproximando, a Barnes & Noble Education entra em um período decisivo. A companhia terá a oportunidade de demonstrar que sua recente melhora financeira não representa um evento isolado, mas o início de um novo ciclo de crescimento sustentável e criação de valor para os acionistas.

Para investidores que acompanham histórias de turnaround no mercado norte-americano, a BNED poderá estar prestes a enfrentar seu teste mais importante: convencer Wall Street de que sua transformação já está em curso e que os melhores resultados ainda estão por vir.

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DINHEIRO

BNED volta ao radar de Wall Street após crescimento acelerado e anúncio de dividendos

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Nova York – Após anos de reestruturação e desafios enfrentados pelo setor educacional, a Barnes & Noble Education (NYSE: BNED) começa a chamar novamente a atenção dos investidores. A companhia, que atua em centenas de universidades norte-americanas, vem apresentando uma combinação rara de crescimento operacional, expansão de mercado e fortalecimento financeiro.

Os números mais recentes revelam uma empresa em transformação. No terceiro trimestre fiscal de 2026, a receita avançou 11,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando US$ 515,1 milhões. O principal destaque foi o programa First Day Complete, cuja receita cresceu expressivos 32,1%, consolidando-se como um dos motores de crescimento da companhia. Atualmente, cerca de 1,25 milhão de estudantes utilizam a plataforma em 237 campi universitários espalhados pelos Estados Unidos.

O mercado também recebeu positivamente a decisão da administração de iniciar um programa regular de dividendos a partir do exercício fiscal de 2027. O anúncio representa uma mudança importante de percepção, pois empresas em recuperação raramente assumem o compromisso de remunerar acionistas sem que exista confiança na geração futura de caixa.

Outro fator que vem despertando interesse é a proximidade do Investor Day, marcado para 25 de junho de 2026. O evento ocorrerá diretamente da Bolsa de Nova York (NYSE) e deverá apresentar ao mercado a estratégia de crescimento da companhia, suas perspectivas financeiras e os próximos passos para expansão dos programas acadêmicos e das operações digitais. Historicamente, eventos dessa natureza costumam funcionar como catalisadores quando empresas buscam reposicionar sua imagem perante investidores institucionais.

Analistas e investidores também observam a melhora gradual dos fundamentos operacionais. A empresa registrou crescimento consistente das vendas comparáveis, ampliação da base de clientes universitários e fortalecimento de sua posição em soluções educacionais digitais. Além disso, a administração projeta crescimento adicional do EBITDA ajustado para o exercício fiscal de 2027, reforçando a expectativa de continuidade da recuperação.

No mercado acionário, o movimento não passou despercebido. Após negociar em níveis próximos de mínimas recentes, as ações passaram a registrar forte recuperação, refletindo a combinação de resultados superiores aos esperados, perspectiva de dividendos e expectativa em torno do Investor Day.

Embora riscos permaneçam presentes — como ocorre em qualquer investimento em renda variável — a narrativa da BNED parece ter mudado significativamente nos últimos meses. Para investidores que acompanham histórias de turnaround corporativo, a companhia voltou a figurar entre os casos mais interessantes do segmento educacional norte-americano.

Com crescimento acelerado do programa First Day Complete, melhora operacional, redução gradual das pressões financeiras e a iminente apresentação de sua estratégia ao mercado, a Barnes & Noble Education entra no segundo semestre de 2026 cercada por um nível de atenção que não recebia há vários anos.

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DINHEIRO

Barnes & Noble Education (BNED) avança na transformação do ensino superior e reacende o interesse do mercado

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Foto de capa [Imagem gerada por IA]

Em um cenário global marcado por disrupções tecnológicas e pela reconfiguração do modelo educacional, a Barnes & Noble Education (BNED) emerge como uma das protagonistas silenciosas de uma transformação estrutural no ensino superior norte-americano.

Longe de ser apenas uma operadora de livrarias universitárias, a companhia vem consolidando uma estratégia robusta baseada em soluções integradas de conteúdo acadêmico, com destaque para o programa “First Day”, que já apresenta crescimento expressivo e sinaliza uma mudança definitiva na forma como estudantes acessam materiais educacionais.

Barnes & Noble Education (BNED) - 16/04/2026 (https://br.tradingview.com/)

Barnes & Noble Education (BNED) – 16/04/2026 (https://br.tradingview.com/)

O modelo é simples na aparência, mas disruptivo na essência: garantir acesso imediato e padronizado ao conteúdo desde o primeiro dia de aula. Na prática, trata-se de uma reconfiguração do fluxo de receita e da experiência acadêmica, com impacto direto na previsibilidade financeira da empresa e na retenção de contratos institucionais.

Os números mais recentes confirmam esse movimento. A receita segue em expansão consistente, impulsionada pela adoção crescente das soluções digitais e pela ampliação de parcerias estratégicas com universidades de grande porte. Ainda que o lucro tenha sofrido compressão no curto prazo — reflexo de investimentos e ajustes operacionais —, o mercado começa a identificar um padrão recorrente em empresas em fase de transição: sacrificar margens no presente para capturar escala e eficiência no médio prazo.

Essa leitura é reforçada pela agenda corporativa. A companhia já anunciou a realização de um Investor Day, evento tradicionalmente utilizado para reposicionar narrativas estratégicas, apresentar projeções e alinhar expectativas com o mercado institucional. Historicamente, movimentos dessa natureza funcionam como catalisadores relevantes para reprecificação de ativos.

Outro vetor que sustenta a tese de crescimento está na expansão do portfólio de contratos. Ao firmar novas parcerias com instituições acadêmicas de destaque, a BNED não apenas amplia sua base de clientes, mas fortalece barreiras de entrada em um segmento altamente especializado, onde escala, logística e integração tecnológica são determinantes.

No pano de fundo, há ainda um fator estrutural frequentemente subestimado: o ensino superior segue sendo um dos setores mais resilientes da economia, especialmente em momentos de transição econômica. A digitalização desse ecossistema, aliada à necessidade crescente de qualificação profissional, cria um ambiente favorável para empresas que consigam oferecer soluções eficientes e escaláveis — exatamente o espaço que a BNED vem ocupando.

O mercado, por sua vez, mantém uma leitura cautelosamente otimista. A volatilidade recente das ações reflete não uma deterioração estrutural, mas sim o ajuste natural entre expectativas de curto prazo e o tempo necessário para maturação da estratégia. Para investidores atentos, esse descompasso entre preço e narrativa pode representar um ponto de inflexão relevante.

A trajetória da Barnes & Noble Education, portanto, não é a de uma empresa em declínio, mas a de uma organização em processo ativo de reinvenção — migrando de um modelo tradicional para uma plataforma educacional integrada, com potencial de captura de valor ainda em desenvolvimento.

Em um mercado cada vez mais orientado por inovação, dados e escala, a pergunta que se impõe não é se o setor educacional será transformado, mas quem liderará esse processo. E, neste contexto, a BNED já deixou de ser coadjuvante.

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