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Bitcoin ultrapassa US$ 107.000 com esperanças de reserva estratégica dos EUA | Notícias criptográficas

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A recuperação recorde do Bitcoin ultrapassou US$ 107.000 depois que o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou que planeja criar uma reserva estratégica de Bitcoin nos EUA semelhante à reserva estratégica de petróleo do país, alimentando o entusiasmo dos cripto-touros.

O Bitcoin, a maior e mais conhecida criptomoeda do mundo, ampliou os ganhos para uma alta da sessão de US$ 107.148 e foi recentemente cotado a US$ 106.877, um aumento de 5,43% em relação ao final da sexta-feira. A segunda moeda digital, Ethereum ou Ether, subiu 1,85%, para US$ 3.975,70.

“Estamos em território de céu azul aqui”, disse Tony Sycamore, analista da IG, um provedor de comércio on-line. “O próximo valor que o mercado buscará é de US$ 110 mil. O retrocesso que muita gente esperava simplesmente não aconteceu, porque agora temos essa notícia.”

O Bitcoin e as criptomoedas foram catapultados para o centro das atenções à medida que os investidores apostam que a próxima administração Trump inaugurará um ambiente regulatório mais amigável, aumentando o sentimento em torno da moeda alternativa. O Bitcoin subiu cerca de 150% em 2024.

“Faremos algo ótimo com a criptografia porque não queremos a China ou qualquer outra pessoa – não apenas a China, mas outros estão adotando isso – e queremos ser o chefe”, disse Trump à CNBC no final da semana passada.

Quando questionado se planeja construir uma reserva criptográfica semelhante às reservas de petróleo, Trump disse: “Sim, acho que sim”. Ele defendeu a mesma medida no início deste ano.

Os governos de todo o mundo detinham 2,2% do fornecimento total de Bitcoin em julho, de acordo com o provedor de dados CoinGecko, com os EUA possuindo quase 200 mil Bitcoins avaliados em mais de US$ 20 bilhões nos níveis atuais.

China, Reino Unido, Butão e El Salvador são os outros países com uma quantidade significativa de Bitcoins, mostrou o site de dados Bitcoin Treasuries.

Outras nações também têm considerado reservas estratégicas de criptomoedas.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse no início deste mês que muitos países estavam recorrendo a ativos alternativos, incluindo criptomoedas.

“Por exemplo, Bitcoin, quem pode proibi-lo? Ninguém”, disse Putin.

Há céticos, porém, com o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, comparando o Bitcoin ao ouro no início deste mês. Os analistas também apontam que qualquer medida desse tipo levará tempo para ser implementada.

“Acho que ainda precisamos ser cautelosos com uma reserva estratégica de BTC e pelo menos considerar que isso provavelmente não acontecerá tão cedo”, disse Chris Weston, chefe de pesquisa da Pepperstone, uma plataforma de negociação.

“É claro que qualquer comentário de Trump que ofereça um maior grau de esperança de que os planos para uma reserva estratégica estão evoluindo é um vento favorável óbvio, mas isso traria consequências que precisariam ser cuidadosamente consideradas e bem telegrafadas aos participantes do mercado”, disse ele. disse.

Impulso de criptografia

O Bitcoin subiu mais de 50% desde a votação de 5 de novembro nos EUA, que viu Trump ser eleito para o cargo junto com muitos outros candidatos pró-cripto. O valor total do mercado de criptomoedas quase dobrou ao longo do ano até agora, atingindo um recorde de mais de US$ 3,8 trilhões, de acordo com a CoinGecko.

Trump – que já rotulou a criptografia como uma fraude – abraçou os ativos digitais durante sua campanha, prometendo tornar os EUA a “capital criptográfica do planeta”.

Trump nomeou este mês um czar da Casa Branca para inteligência artificial e criptomoedas, o ex-executivo do PayPal David Sacks, amigo próximo do conselheiro de Trump e megadoador Elon Musk.

Trump também disse que nomearia o advogado pró-cripto de Washington, Paul Atkins, para chefiar a Comissão de Valores Mobiliários.

Na sexta-feira, a operadora de câmbio Nasdaq disse que a MicroStrategy, liderada pelo presidente-executivo Michael Saylor, será adicionada ao índice Nasdaq-100, com a mudança entrando em vigor antes da abertura do mercado em 23 de dezembro.

A MicroStrategy, uma investidora agressiva no maior ativo criptográfico do mundo, viu as suas ações dispararem mais de seis vezes este ano, elevando o seu valor de mercado para quase 94 mil milhões de dólares. É agora o maior detentor corporativo da criptomoeda.

“A inclusão parece um pouco inesperada, mas isso não impediu a excitação do que muitos acreditam ser o início de um ciclo circular de capital que poderia potencialmente aumentar o preço à vista do Bitcoin”, disse Matthew Dibb, diretor de investimentos da crypto. gestora de ativos Astronaut Capital.

As ações da MicroStrategy subiram 4,2 por cento na segunda-feira.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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