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‘Black Box’ do helicóptero envolvido no acidente de avião de Washington recuperado | Crash de avião de Washington DC

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Oliver Milman, Anna Betts, Lois Beckett and agencies

O Conselho Nacional de Segurança em Transportes recuperou o voo “Black Box” do helicóptero militar do Militar Black Hawk envolvido na quarta -feira acidente mortal Com um avião comercial, e parece estar sem danos, disse o membro do NTSB, Todd Inman, na sexta -feira.

A caixa preta – contendo dados de vôo e gravador de voz do cockpit – estava “em boas condições”, apesar de seu acidente com um jato da American Airlines em Washington DCInman disse. Mas, ele disse, o NTSB não estaria divulgando informações do dispositivo imediatamente como investigações sobre o acidente que matou mais 67 pessoas a bordo de ambas as aeronaves.

Os gravadores para o avião de passageiros foram recuperados na noite de quinta -feira. O gravador de dados do avião estava “em boas condições”, mas o gravador de voz do cockpit “teve intrusão de água”, um problema que os investigadores estão lidando agora, disse Inman.

Os investigadores têm “um nível muito alto de confiança” de que receberão informações desse dispositivo, acrescentou.

Enquanto isso, o controle de tráfego aéreo conduziu entrevistas com testemunhas na sexta -feira, disse Inman, acrescentando que essas entrevistas continuariam até a noite de sexta -feira e nos próximos dias.

Os comentários de Inman na sexta -feira vieram depois que Donald Trump disse que o helicóptero Black Hawk estava “voando muito alto, muito” na época do acidente. O presidente entregou essa afirmação, mesmo quando os investigadores continuaram juntando as razões do desastre e não chegaram a uma conclusão.

A reivindicação do presidente parecia resultar de perguntas sobre o ângulo em que o helicóptero estava voando, bem como se a torre de controle de tráfego aéreo havia sido insuficiente.

Todas as 64 pessoas no avião de passageiros, junto com as três pessoas no helicóptero do exército, morreu na quarta -feira à noite Depois que as duas aeronaves colidiram em Midir, perto do Aeroporto Nacional de Reagan. Os corpos de mais de 40 pessoas foram recuperados do rio Icy Potomac, onde está os destroços agora. A maioria das vítimas recuperadas foi identificada, embora o trabalho ainda estivesse identificando outras pessoas.

Os investigadores estão analisando os gravadores de voz e dados da caixa preta do avião enquanto continuam a procurar esses itens do helicóptero.

O secretário de Transporte dos EUA, Sean Duffy, confirmou que a Administração Federal de Aviação restringiria imediatamente o tráfego de helicópteros ao redor do aeroporto de Reagan, dizendo que a decisão garantiria “a segurança do tráfego de avião e helicóptero.

“O povo americano merece total confiança em nosso sistema de aviação, e a ação de hoje é um passo significativo para restaurar isso”, disse ele.

Helicópteros médicos de emergência, bem como aqueles que trabalham ativamente na aplicação da lei e na defesa aérea estão isentos das restrições. O helicóptero presidencial também está isento.

Houve alegações de que os níveis de pessoal na torre de controle de tráfego aéreo e o céu congestionado em torno da capital desempenharam um papel no acidente.

Em uma jogada altamente incomum e subjetiva, especialmente nesses estágios iniciais de uma investigação oficial de acidentes oficiais, o presidente dos EUA pesou nas mídias sociais, não apenas para repetir sua declaração sobre a altitude do helicóptero que ele fez na quinta -feira, mas com seus próprios comentários . Trump alegou que o helicóptero estava voando acima do limite de altura necessário no céu noturno claro na quarta -feira, pois o jato comercial estava na aproximação final da terra em Reagan.

A ABC News foi exibida alega que o Black Hawk estava voando a 400 pés, quando deveria estar em 200 pés.

“O helicóptero de Blackhawk estava voando muito alto, por muito”, Trump postou sobre a verdade social. “Estava muito acima do limite de 200 pés. Isso não é realmente muito complicado de entender, é ??? ”

No briefing da imprensa da Casa Branca, o secretário de imprensa, Karoline Leavitt, apoiou o presidente, dizendo que simplesmente afirmou que “o helicóptero estava voando mais alto do que deveria, o que é uma das razões que levaram a essa colisão. E as outras razões para isso ainda estão sendo investigadas. ”

Após o desastre, Trump também implicava, sem nenhuma evidência, que a diversidade, a equidade e a inclusão (DEI) em administração de aviação e controle de tráfego aéreo sob as administrações democratas anteriores contribuíram para o acidente.

“Não importa como eles são, como falam, quem são”, disse Trump na quinta -feira sobre controladores de tráfego aéreo. “Eles precisam ser talentosos, naturalmente talentosos. Gênios. Não pode ter pessoas comuns fazendo seu trabalho. ”

O presidente da National Air Traffic Controllers Association, Nick Daniels, disse que ficou atrás de “todo controlador de tráfego aéreo altamente qualificado e altamente treinado que existe”.

Em uma entrevista com CBS NewsDaniels descreveu os muitos testes e treinamentos necessários para o trabalho e disse: “Não importa a raça, cor, religião, você pode saber que está nas melhores mãos que levam essa responsabilidade muito a sério todos os dias”.

Os investigadores apontaram que as causas do acidente e quaisquer lições em potencial ainda devem ser determinadas. Anteriormente, os relatórios abundavam de fontes anônimas no governo de que o dobro do número de controladores de tráfego aéreo deveria estar lidando com a orientação de aeronaves naquela noite.

Todd Inman, membro do Conselho Nacional de Segurança em Transportes, disse ao Good Morning America da ABC que “ainda não temos determinação” se os níveis de pessoal contribuíram para o acidente.

“A única conclusão que conheço é que nos encontramos com várias centenas de membros da família que perderam seus entes queridos no Potomac. Não precisamos que isso aconteça mais ”, disse ele, sufocando enquanto falava no ar.

O congressista de Illinois, Jesús García, um democrata que está no subcomitê da Câmara, acusou Trump em uma entrevista com CNN de “explorar o desastre para continuar a espalhar mentiras racistas e divisões em todo o país, simplesmente para marcar pontos políticos com sua base”.

Ele acrescentou: “Não sabemos o que ocorreu e se foi um erro humano que causou esse voo ou outros fatores”.

O governador de Maryland, Wes Moore, também democrata, criticou os comentários de Trump também, incluindo o comentário Trump feito Quando perguntado pela mídia, se ele visitaria o site do acidente. O presidente disse: “Você quer que eu vá nadar?”

Moore disse: “Quando este país precisava de conforto, temos o caos. Quando este país precisava de cura, fomos ódio. ”

Um relatório inicial da FAA obtido pelas organizações de mídia dos EUA disse que os níveis de pessoal “não eram normais para a hora do dia e o volume de tráfego” antes que um helicóptero militar colidisse com um jato de passageiros no coração de Washington DC.

Segundo o relatório, os papéis separados de coordenar o tráfego de helicópteros e os aviões que chegavam e partiam foram combinados quando a colisão aconteceu, informou a Associated Press. Mas ele relatou ainda que uma fonte dizendo que o pessoal era normal. O Washington Post disse que duas pessoas estavam lidando com os empregos de quatro dentro da torre de controle.

Mapa de Crash

O helicóptero e o avião de passageiros estavam voando em um “padrão de vôo padrão” em uma noite clara antes do acidente, disse Duffy.

O Exército dos EUA teve um aumento de incidentes de aviação muito graves durante o último ano fiscal, com 15 vôo e dois incidentes de terra que resultaram em mortes de membros do serviço, destruição de aeronaves ou mais de US $ 2,5 milhões em danos à estrutura, a Associated Press relatou .



Leia Mais: The Guardian

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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