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Bloqueadores, damas, morcegos e motosserras: não fale como almíscar, Starmer é avisado | Keir Starmer

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Bloqueadores, damas, morcegos e motosserras: não fale como almíscar, Starmer é avisado | Keir Starmer

Rowena Mason and Peter Walker

Keir Starmer foi avisado contra a adoção do idioma de Elon Musk depois de criticar contra “bloqueadores e damas” e o serviço público “flácido” nesta semana.

Gus O’Donnell, o ex -secretário do gabinete, foi um dos que pediam ao primeiro -ministro que “controlar” suas mensagens, dizendo ao podcast do Instituto de Governo: “Meu Deus, ele manifestou as comunicações sobre isso terrivelmente”.

O’Donnell citou o relatório do Guardian que Downing Street estava interessado em propostas elaboradas por Trabalho juntosum thinktank com vínculos estreitos com o governo, para remodelar o estado sob planos chamados de “projeto de serra de projeto”.

O apelido é uma referência ao golpe de Musk empunhando uma serra elétrica para simbolizar cortes do governo para o governo de Donald Trump.

O’Donnell disse que Starmer estava “realmente, realmente ofendendo funcionários públicos”, mas não acreditava que o primeiro -ministro realmente pretendia fazer isso. “Ele tem que controlar a máquina de mídia que está tentando fingir que é algum tipo de Elon Musk. Isso simplesmente não é útil para ninguém. ”

Em seu discurso, estabelecendo mudanças no serviço público nesta semana, Starmer entrou em “uma indústria de chalés de bloqueadores e damas”, enquanto reconheceu que os governos anteriores haviam estabelecido o estado dessa maneira.

A Starmer também usou uma intervenção no Daily Telegraph para atingir o “estado excessivo e flácido”, enquanto enfatizava que “o problema não é nossos fantásticos funcionários públicos – é o sistema em que eles estão presos”.

Jill Rutter, bolsista sênior do Instituto de Governo, disse que o “ponto baixo” para Starmer era sua descrição de funcionários públicos como tomando banho em um “banho morno” de declínio gerenciado, que mais tarde suavizou ao garantir que as autoridades valorizassem o trabalho deles.

“A abordagem de almíscar não é algo que o governo deve querer ir perto de se associar a si mesmo e acho que quem já está contornando o” Projeto Chainsaw “deve ser aposentado dos esforços da comunicação”, disse ela.

Rutter disse que enfrentar o fraco desempenho em Whitehall seria uma coisa boa e os funcionários públicos ficariam satisfeitos por ele estar criticando o sistema e não a qualidade de seu trabalho. Mas ela disse: “Ele poderia ter mais substância por trás da retórica e um plano de ação”.

Os líderes da União da Função Pública também se opuseram ao tom do primeiro -ministro. Dave Penman, o secretário geral do FDA, disse: “Culpar os funcionários públicos por fazer o trabalho com os quais foram encarregados pelos ministros é apenas uma política barata e está cada vez mais seguindo um padrão em que o governo parece mais interessado em manchetes do que liderança”.

A linguagem de Starmer foi elogiada pelo Instituto de Assuntos Econômicos de Rightwing (AIE), um thinktank que estava intimamente associado a Liz Truss.

Tom Clougherty, diretor executivo da AIE, disse: “Cada vez mais, o governo está acertando sua retórica. Mas suas ações não foram alcançadas. O estado britânico está sobrecarregado e isso prejudica os serviços públicos e o setor privado. Mudar estruturas pode ajudar, mas, finalmente, o governo só precisa parar de fazer algumas coisas completamente. ”

A mudança de Starmer para o uso de linguagem mais robusta aumentou em seus oito meses como primeiro -ministro. Ele disse que “construiria, baby, construiria” para encontrar sua promessa em mais moradias, canalizando o mantra de “Drill, Baby, Drill” de Trump.

O primeiro -ministro também declarou que não tolerava projetos de construção mantidos por consideração excessiva por tritões ou túneis de bat, comprometendo -se a enfrentar obstáculos ambientais.

Enquanto Starmer vem do lado oposto do espectro político a Trump, alguns em Downing Street foram impressionados com o sentimento de energia em torno de tentativas de mudanças nos EUA – mesmo que os objetivos sejam diferentes.

Wes Streeting, secretário de saúde, disse à LBC: “Somos diferentes tradições políticas, mas acho que todos fomos impressionados com o ritmo pelo qual o novo governo do presidente Trump entrou e fez várias mudanças na maneira como Washington e a maneira como o governo funciona.

“Podemos olhar para algumas dessas mudanças e pensar, bem, elas não são as mudanças que faríamos, de uma perspectiva de centro-esquerda, mas a velocidade em que eles operaram, pensamos, você sabe o que, podemos ir mais longe e mais rápido. Nós vamos, somos. É isso que o primeiro -ministro está fazendo. ”

Questionado sobre as críticas à língua de Starmer, o vice -porta -voz do primeiro -ministro disse que estava focado em “um estado ativo, ágil e produtivo que trabalha para os trabalhadores”.

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A língua forte do primeiro -ministro

‘Bloqueadores e damas’

Starmer disse que a Cuidado está impedindo a tomada de decisões em Whitehall. Ele parece estar se referindo principalmente a reguladores e quangos dizendo aos ministros que seus planos são difíceis de implementar ou problemáticos.

‘O espetáculo absurdo de um túnel de £ 100m Bat’

O primeiro -ministro culpou os túneis do BAT por sustentar processos de planejamento, incluindo o HS2, pois sua natureza protegida significa que eles geralmente precisam ser considerados antes que a construção seja aprovada. Angela Rayner também disse que os newts não devem ser considerados mais importantes do que as pessoas, na veia de Boris Johnson, que anteriormente criticou “Newt Counting Atrasans”.

‘Flabby’ e ‘Bloated’ Service

Starmer disse que o serviço público ficou muito grande e pesado, embora ele enfatize que não está interessado em argumentos ideológicos sobre seu tamanho. Ele está supervisionando dezenas de milhares de cortes de empregos entre funcionários públicos.

‘Construa, baby, construa’

No mês passado, o primeiro -ministro usou a língua Trumpiana, pois se prometeu facilitar a construção de mini -usinas nucleares na Inglaterra e no País de Gales. Starmer disse à BBC que o governo iria “enfrentar os bloqueadores”.

‘Smash the Gangs’

Starmer há muito tempo usa a língua direta para falar de seu desejo de impedir que as pessoas contrabando o canal. As gangues ainda não parecem ter sido esmagadas, com 4.000 pessoas chegando a barcos pequenos até agora este ano.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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