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Bolsonaro é alvo de 17 pedidos de impeachment protocolados no Congresso

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Número só é menor do que de Temer no mesmo período e em sua maioria foi pedido por cidadãos comuns.

Foto: Presidente Jair Bolsonaro / Foto: Antônio Cruz – Agência Brasil.

Esta reportagem foi alterada às 19h22 de 19 de março para atualizar o número de pedidos de impeachment protocolados no Congresso. Segundo o Núcleo de Assessoramento Técnico da Câmara o dado foi de 13 pedidos para 17.

Há 15 meses no comando do país, Jair Bolsonaro (sem partido) é alvo de 17 pedidos de impeachment protocolados no Congresso Nacional. Dados do Núcleo de Assessoramento Técnico da Câmara dos Deputados apontam que, desde 1990, Bolsonaro é o segundo presidente em número de denúncias por crime de responsabilidade, atrás apenas de Michel Temer (MDB), quando analisados os primeiros 15 meses de gestão. 

O primeiro pedido contra o atual presidente foi apresentado no segundo mês de governo e, o só nesta nesta quinta-feira (19), outros quatro foram protocolados. Apenas o primeiro pedido foi arquivado pela área técnica da Câmara por ser um “documento apócrifo”. Todos os demais aguardam análise da área jurídica da Casa para posterior posicionamento do presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ). 

Temer recebeu 26 pedidos de impeachment nos primeiros 15 meses de presidência. O emedebista teve mandato mais curto, de 28 meses – entre 31 de agosto de 2016 e 31 de dezembro de 2018 – e foi o único presidente que recebeu denúncias por “crime comum” de autoria da Procuradoria Geral da República.

Dilma Rousseff (PT) recebeu apenas um pedido de impeachment nos 15 meses iniciais (janeiro de 2011 a março de 2012) de seu primeiro mandato. Reeleita, a petista viu o número de denúncias contra subir vertiginosamente. De janeiro de 2015 a 17 de março de 2016, foram contabilizados 44 registros de pedidos de impeachment contra a ex-presidente – que foi cassada pelo Senado em agosto de 2016.

Luiz Inácio Lula da Silva recebeu um pedido de impeachment nos primeiros 15 meses do  primeiro mandato. No início do segundo governo, o número mais que dobrou: quatro pedidos até março de 2008.

Fernando Henrique Cardoso recebeu apenas um pedido nos primeiros 15 meses do primeiro mandato. Já nos 15 meses inaugurais do segundo mandato (de janeiro de 1999 a março de 2000), o registro de denúncias contra FHC saltou para cinco .

Primeiro presidente da República a ser impedido no Brasil, Fernando Collor de Mello recebeu seis denúncias em 15 meses. Seu sucessor, Itamar Franco, recebeu quatro pedidos ao longo dos 37 meses gestão –  entre dezembro de 1992 a janeiro de 1995.

Impeachment

A Constituição Federal determina que compete privativamente à Câmara autorizar a instauração de processo de impeachment contra o presidente, vice presidente e ministros de Estado, mas antes é preciso que o presidente da Casa acolha a denúncia. Não há prazo formal para que o democrata se posicione sobre os pedidos. De fato, Rodrigo Maia pode simplesmente não analisar as denúncias.

Procurado pela equipe do JOTA, Maia se recusou a comentar o assunto. A recusa do presidente da Câmara em falar sobre as denúncias é natural. Em um momento de tensão entre Executivo e Legislativo, qualquer comentário tem potencial explosivo. Da mesma forma, manter os pedidos “em análise” evita o acirramento de ânimos neste momento político em que o foco central da Câmara, segundo o próprio Maia, está na aprovação de medidas em resposta à pandemia do coronavírus.

Posta de lado, a questão Impeachment, no entanto, segue presente. Até dia 18, todas as denúncias vinham de advogados, de “brasileiros comuns” e não eram realmente consideradas pelos próprios parlamentares como uma opção. A apresentação, nesta semana, de dois pedidos por deputados do PSOL – Fernanda Melchionna (RS), Sâmia Bomfim (SP) e David Miranda (RJ) – e pelo ex-aliado Alexandre Frota (SP), no entanto, revela sinais de que ao menos parte da oposição já aposta na mudança do ambiente político. 

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ACRE

#FiqueBemFiqueEmCasa: Claro, Oi, TIM e Vivo se unem em campanha inédita

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Movimento apresenta as iniciativas em comum das empresas para que as pessoas possam ficar em casa

Claro, Oi, TIM e Vivo se unem em um movimento para ajudar os brasileiros que estão em casa durante o isolamento social por conta da pandemia do Covid-19. Com a hashtag #FiqueBemFiqueEmCasa, a campanha apresentará as iniciativas em comum das empresas para ajudar as pessoas a se conectarem e atravessarem o período da melhor forma.

A ideia é destacar como a conexão é fundamental para garantir que as pessoas possam se manter próximas a tudo e todos que importam e mostrar que as empresas estão trabalhando em conjunto para garantir este acesso. A campanha, criada pela Africa, em parceria com as agências Havas+, NBS e Talent, contempla diversas peças, que serão veiculadas nas TV aberta e fechada, nos canais digitais das operadoras, web e em mídia externa em todo o país.

Iniciativas

As empresas adotaram diversas iniciativas nesse momento para trazer o máximo de informação e possibilidades de entretimento às famílias, como a liberação de conteúdo de TV e internet, bônus de internet no celular e navegação gratuita no app Coronavírus SUS. O objetivo neste momento é garantir plena conectividade para ajudar toda a população nos compromissos de trabalho e estudo, nas interações à distância. Tudo isso com tecnologia de ponta e uma rede confiável.

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BOM EXEMPLO

Instituto TIM oferece TIM Tec: cursos online e gratuitos para quem quer estudar em casa

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Plataforma de educação a distância traz capacitação em temas como empreendedorismo e programação de games

O mundo vive um momento de isolamento social para combater a transmissão do novo coronavírus. Para ajudar aqueles que podem ficar em casa e buscam uma atualização ou – até mesmo – uma mudança em sua vida profissional, o Instituto TIM oferece diversos cursos livres, gratuitos e à distância com o TIM Tec. O vasto conteúdo é voltado a diversas áreas como empreendedorismo, estruturação web, programação, produção de texto, programação em linguagem java, programação de games, entre outros.

Baseada em três pilares – software livre, produção de cursos e parcerias com instituições de ensino – o projeto começou em 2013 com o objetivo de desenvolver uma plataforma virtual que disponibilizasse cursos online, livres e gratuitos sobre tecnologia. A iniciativa está apoiada no conceito MOOC (Massive Open Online Course): qualquer pessoa pode acessar a ferramenta pelo site e fazer os cursos gratuitamente. Por ser um software livre, escolas, universidades e coletivos podem também instalar a plataforma de forma autônoma.

O TIM Tec conta, atualmente, com 30 cursos diferentes, desenvolvidos por especialistas selecionados pelo Instituto TIM a partir de diretrizes da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC). O conteúdo pode ser acessado por qualquer interessado pelo site cursos.timtec.com.br.

 

Sobre o Instituto TIM

O Instituto TIM (www.institutotim.org.br) tem como missão criar e potencializar recursos e estratégias para a democratização da ciência, tecnologia e inovação, promovendo o desenvolvimento humano, utilizando a tecnologia móvel como um dos principais habilitadores. Define sua atuação em projetos focados em quatro pilares: Ensino (projetos educacionais para crianças e jovens); Aplicações (soluções em software livre); Inclusão (difusão do conhecimento) e Trabalho (novas oportunidades de atuação e capacitação).

Em parceria com diversas instituições federais e aproximadamente 70 secretarias municipais e estaduais, como de Educação, Cultura e Planejamento em todo o País, as ações do Instituto TIM já alcançaram cerca de 500 municípios, em todos os 26 estados e Distrito Federal, beneficiando mais de 700 mil pessoas, especialmente, crianças de 6 a 12 anos.

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