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Boulos é acompanhado por Marta e ministros de Lula…

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Amanda Capuano

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Atrás de Ricardo Nunes (MDB) nas pesquisas para a eleição municipal de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) reuniu apoiadores na região central da capital paulista neste sábado, 26, último dia de campanha. Sem a presença de Lula, que desistiu de viajar para a cidade depois de sofrer um acidente doméstico, Boulos é acompanhado pela vice, Marta Suplicy (PT), e por ministros do governo federal. Entre os presentes no ato, estão Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Marina Silva (Meio Ambiente) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário).

Cercado de apoiadores, Boulos se juntou a eleitores e aliados pouco depois das 10h30, na Avenida Paulista. Nos discursos, o candidato e outras lideranças exaltaram a possibilidade de virada na eleição contra Nunes, com o psolista incentivando cânticos de “eu acredito”.  Além dos ministros do governo e de Marta, também marcaram presença no ato deputados aliados, como Érika Hilton (PSOL) e Luiza Erundina (PSOL), e o ex-ministro petista José Dirceu.

Havia a expectativa de que Lula participasse de caminhadas com Boulos durante a campanha. O presidente chegou a viajar para São Paulo no final de semana passado, para acompanhar Boulos nas ruas, mas o evento foi cancelado por causa das fortes chuvas. Se recuperando de uma pancada na cabeça, Lula está evitando viagens por recomendação médica, e deve permanecer em Brasília neste final de semana.

Depois da caminhada avançar pela região central da cidade, Boulos deve seguir ainda para o Heliópolis, na zona sul de São Paulo, onde fará o seu último ato de campanha na tarde deste sábado.



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Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Charge do JCaesar: 05 de maio

Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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