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Brasil fecha acordo de compensação de US$ 30 bilhões com BHP e Vale pelo rompimento de barragem em 2015 | Notícias sobre mineração

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O rompimento da barragem desencadeou uma onda de rejeitos em um desastre que matou 19 pessoas, deixou centenas de desabrigados e inundou florestas.

O Brasil assinou um acordo de compensação de 170 bilhões de reais (US$ 29,85 bilhões) com as mineradoras BHP, Vale e Samarco pelo rompimento da barragem de Mariana em 2015, um dos piores desastres ambientais do país.

O acordo foi assinado na sexta-feira.

O rompimento da barragem da mina de minério de ferro da Samarco, joint venture entre Vale e BHP, perto da cidade de Mariana, no sudeste do Brasil, desencadeou uma onda de rejeitos em um desastre que matou 19 pessoas, deixou centenas de desabrigados e inundou florestas. e poluiu toda a extensão do Rio Doce da região.

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, participou de uma cerimônia em Brasília para marcar a assinatura do acordo, com o governo afirmando que a primeira parcela de 5 bilhões de reais (878 milhões de dólares) deve ser paga em 30 dias.

O acordo prevê o pagamento de 132 mil milhões de reais (23 mil milhões de dólares), dos quais 100 mil milhões de reais (17,5 mil milhões de dólares) representam “novos recursos” que devem ser pagos às autoridades públicas no prazo de 20 anos pelas empresas envolvidas na tragédia.

Os outros 32 mil milhões de reais (5,6 mil milhões de dólares) serão atribuídos para compensar as pessoas afetadas e ações de reparação que continuarão a ser da sua responsabilidade. Isso se soma aos 38 bilhões de reais (US$ 6,6 bilhões) que as mineradoras dizem ter desembolsado.

O procurador-geral do governo, Jorge Messias, disse que os recursos do acordo permitirão às autoridades locais compensar as famílias pelas perdas financeiras e financiar a recuperação ambiental nas áreas afectadas. Esses esforços se concentrarão nos estados de Minas Gerais, onde está localizada a barragem, e do Espírito Santo, por onde o rio Doce deságua no mar.

Os pagamentos anuais estão programados até 2043, com valores variando entre 7 bilhões de reais (US$ 1,2 bilhão) em 2026 e 4,41 bilhões de reais (US$ 7,7 bilhões) na última parcela.

‘Fornecer justiça’

“Estes recursos permitir-nos-ão fazer justiça em reparação às famílias directamente afectadas e o seu impacto será sentido em diversas áreas, não só na recuperação do ambiente, mas na retoma das actividades económicas, saúde e infra-estruturas”, disse Messias. .

Em um comunicado, a BHP disse que espera que as saídas sob o acordo se alinhem com sua provisão da Samarco para o ano de 2024 de US$ 6,5 bilhões, e nenhuma atualização foi necessária para a provisão existente.

O acordo de sexta-feira pode encerrar mais de uma centena de ações judiciais contra as mineradoras no país sul-americano e possivelmente limitar as ações legais no exterior, disseram esta semana três fontes próximas ao assunto.

BHP está contestando responsabilidade em uma ação judicial no valor de até 36 mil milhões de libras (47 mil milhões de dólares) no Supremo Tribunal de Londres devido à sua responsabilidade pelo desastre de Mariana. A maior mineradora do mundo em valor de mercado argumenta que o processo de Londres duplica processos judiciais em andamento e programas de reparação e reparação no Brasil e deve, portanto, ser rejeitado.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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