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Briefing da Guerra da Ucrânia: Putin recusa as conversas diretas com Zelenskyy | Ucrânia

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Warren Murray and agencies

  • Volodymyr Zelenskyy disse que Vladimir Putin estava “com medo” de negociações sobre o término da guerra depois que o presidente russo descartou conversas diretas com seu colega ucraniano. “Hoje, Putin mais uma vez confirmou que tem medo de negociações, com medo de líderes fortes, e faz todo o possível para prolongar a guerra”, disse Zelenskyy. Putin descartou na terça -feira falando diretamente com Zelenskyy, que ele chamou de “ilegítimo” porque as eleições não foram realizadas desde que a Rússia iniciou a guerra. Por causa da guerra, a Ucrânia está sob lei marcial, durante a qual a Constituição Ucraniana não permite eleições. A Ucrânia alertou contra ser excluída de quaisquer negociações de paz entre a Rússia e os EUA, acusando Putin de querer “manipular” Donald Trump, o presidente dos EUA.

  • Drones ucranianos direcionavam instalações de petróleo e energia nas partes ocidentais da Rússia, funcionários e meios de comunicação relatados na quarta -feira. Baza, um canal de mídia social russo próximo aos serviços de segurança da Rússia, informou que uma refinaria de petróleo estava pegando fogo em Kstovo em Nizhny Novgorod, a leste de Moscou. Na região oeste de Smolensk, que faz fronteira com a Bielorrússia, houve um ataque de drones e sistemas de defesa aérea “maciços” destruíram um drone que ameaçava uma instalação de energia nuclear, disse o governador, Vasily Anokhin. Dezenas mais drones direcionaram a região de Bryansk que faz fronteira com a Ucrânia e a região de Tver que faz fronteira com a região de Moscou ao seu sul, disseram os governadores regionais. Os vôos foram interrompidos para segurança no aeroporto de Kazan, na República do Tartarstão, 830 km (516 milhas) a leste de Moscou, disseram autoridades.

  • Os EUA transferiram sobre 90 Patriot Air Defense Interceptores de Israel para a Polônia esta semana para depois entregá -los à UcrâniaAxios relatou na terça -feira, citando três fontes com o conhecimento da operação. “Vimos os relatórios, mas não temos nada a fornecer no momento”, disse um porta -voz do Pentágono em resposta. Um porta -voz do primeiro -ministro israelense Benjamin Netanyahu confirmou a Axios que um sistema patriota havia sido devolvido às mãos, acrescentando: “Não se sabe se foi entregue à Ucrânia”.

  • Zelenskyy disse que vários projetos humanitários na Ucrânia suspenderam operações devido a Donald Trump ‘ congelar em ajuda externa e que Kyiv substituiria o financiamento sempre que possível. “Hoje, instruí os funcionários do governo a relatarem os programas de apoio dos EUA que estão atualmente suspensos. Estes são programas humanitários. Existem muitos projetos. Determinamos quais deles são críticos e precisam de soluções agora. Podemos fornecer parte desse financiamento por meio de nossas finanças públicas. Definitivamente, apoiaremos os itens prioritários, aqueles que dizem respeito a crianças ucranianas, veteranos e programas para proteger nossa infraestrutura. ”

  • O secretário de Estado de Donald Trump, Marco Rubio, e o chefe de política externa da UE, Kaja Kallas, discutiram a guerra da Ucrânia em seu primeiro telefonema desde que o governo Trump assumiu o cargo. Um funcionário da UE, falando sob condição de anonimato, disse: “Eles concordaram com a necessidade de manter a pressão máxima sobre Moscou para avançar em direção a uma paz justa e sustentável na Ucrânia”.

  • Uma fila de armas de aquisição de armas entrou em erupção no governo da Ucrânia Depois que o ministro da Defesa, Rustem Umerov, criticou o sistema como tendo falhado em entregar resultados para as tropas da linha de frente. Umerov demitiu um vice -ministro da Defesa, Dmytro Klimenkov, e empatou em nivelou as críticas na Agência de Compras de Defesa, que foi criada para coordenar as compras de armas e deve se proteger contra a corrupção. Umerov disse que a agência “inexplicavelmente transformada em uma” Amazon “”, suas compras eram muito visíveis publicamente e ele estava substituindo seu chefe – que a agência negou. Na terça-feira, o Departamento Nacional de Anticorrupção da Ucrânia disse que abriu uma investigação em Umerov após um apelo público. Em comunicado na segunda -feira, os diplomatas do G7 na Ucrânia pediram às autoridades que resolvam rapidamente a disputa, pedindo “consistência com os princípios de boa governança e recomendações da OTAN”.

  • Na terça -feira, a Comissão Europeia propôs mais tarifas sobre importações adicionais da fazenda da Rússia e de sua Bielorrússia. “Uma vez adotado pelo Conselho, todas as importações agrícolas da Rússia seriam objeto de tarifas da UE”, afirmou um comunicado. Atualmente, 15% dos bens agrícolas russos não são afetados por varifas da UE que entraram em vigor em julho passado. As novas tarifas continuariam a poupar bens agrícolas russos e fertilizantes que transitam para países fora da UE, para garantir que o suprimento de alimentos para outros lugares, principalmente a África e a Ásia, não fosse afetado. Além de prejudicar os cofres de guerra da Rússia, a comissão disse que a proposta pretendia Reduza as dependências das importações da Rússia e da Bielorrússiaparticularmente dos fertilizantes, que “tornam a UE vulnerável a possíveis ações coercitivas da Rússia e, portanto, apresentam um risco à segurança alimentar da UE”.



  • Leia Mais: The Guardian

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    Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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    Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

    Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.

    As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.

    Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva. 

    Foto: Beatriz Guedes


    A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.

    A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares. 

    A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

    Demanda da comunidade

    A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.

    A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.

    “Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.

    Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets. 

    Foto: Beatriz Guedes


    A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.

    Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.

    Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.

    “Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.

    Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.

    Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.

    “Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.

    Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

    Foto: Beatriz Guedes

    Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.

    A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.

    Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações. 

    Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.
    Foto: Beatriz Guedes

    Troca de experiências

    Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.

    “A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.

    A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.

    Tecendo Teias de Aprendizagem

    A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.

    Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.

    Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.

    “Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.

    A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

    A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.
    Foto: Beatriz Guedes

    Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura. 

    Foto: Aleta Dreves



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    Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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    Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

    A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

    A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

    A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

    Conscientização e prevenção

    Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

    A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

    A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

    A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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    Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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    Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

    A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

    A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

    Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

    O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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