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Bruno Le Maire refuta qualquer “culpa” ou “ocultação”
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Há cinco semanas ele se prepara, repassando os relatos das entrevistas, relendo suas mensagens de texto e vasculhando a memória para salvar seu futuro político e explodir “a verdade”ele disse. Quinta-feira, 7 de novembro, o ex-ministro da Economia, Bruno Le Maire, que deixou Bercy em 21 de setembro, deixando para trás um déficit público muito mais grave do que o anunciado, inicia sua defesa. Ouvido no Senado, no âmbito de uma missão de informação sobre a deterioração das finanças públicas, aquele que hoje é professor em Lausanne, na Suíça, refuta qualquer mentira ou tentativa de ocultação. “Há meses que ouço demais que o ministro está falando besteira para não contar a minha verdade”ele diz. Diante dele, os senadores, combativos, ironicamente sobre sua “fogos de artifício de auto-satisfação”.
Em 2024, previa-se inicialmente que o défice do Estado, das autarquias locais e da Segurança Social regressasse a 4,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Na verdade, corre o risco de atingir 6,1% do PIB. Trata-se de uma lacuna equivalente a 50 mil milhões de euros. “Uma deterioração de magnitude excepcional fora de um período de crise”segundo o Conselho Superior de Finanças Públicas. Previsões demasiado optimistas, cálculos errados, falta de capacidade de resposta do ministério, como muitos parlamentares suspeitam?
“Não houve culpa, nem ocultação, nem vontade de enganar, mas sim um erro grave na avaliação das receitas ao qual respondi com determinação”, afirma Bruno Le Maire diante dos senadores. Aos seus olhos, o” furacão “ orçamentário é “80% vinculado” a uma avaliação errada das receitas dos serviços de Bercy, uma avaliação sobre a qual o ex-ministro afirma não ter tido voz. Diante de um “deterioração repentina” da situação económica e a uma “colapso excepcional” receita tributária, “Temos feito o máximo para preservar o restabelecimento das nossas contas públicas”ele diz. “Fizemos as coisas rápido e sério” e em um “transparência total”ele implora.
“Vítima de um verdadeiro linchamento”
No coração de um “escândalo estatal”, segundo a oposição, Bruno Le Maire acerta contas há mais de duas horas. Ele ataca autoridades eleitas de todos os lados que, durante a Covid-19 e a crise inflacionária, lhe pediram que tomasse medidas totalizando “quase 400 mil milhões de euros”. “Eu resisti”declara sem medo de espirrar na família. “Louvado seja Deus, o ministro não decide tudo sozinho no seu gabinete”ele lembra. O antigo membro do partido Les Républicains (LR), convertido ao macronismo em 2017, acredita ter servido, nas últimas semanas, como bode expiatório. “Sou vítima de um verdadeiro linchamento”atacou ele, durante um almoço no Eliseu, em 24 de outubro, na presença do chefe de Estado e dos ex-primeiros-ministros Elisabeth Borne e Gabriel Attal, enojado com a falta de apoio do seu campo. “É o historial económico de Emmanuel Macron que está a ser alvo. Se você deixar os ataques crescerem, você perderá.”, ele avisou.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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