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Cachorrinha vai na ambulância com tutor idoso que foi atropelado e ninguém mexe; vídeo
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1 ano atrásem
A cachorrinha, do RS, pulou na ambulância e foi junto com o tutor idoso, que havia sido atropelado. – Foto: Reprodução/Samu Rio Grande do Sul
Estes socorristas do Samu de Soledade, no norte do Rio Grande do Sul, são incríveis. Eles deixaram uma cachorrinha entrar na ambulância para acompanhar o tutor idoso até o hospital. Ele tinha sido atropelado e a amiga não queria sair do lado dele.
A cena de empatia foi na última sexta-feira (8), quando os socorristas atenderam a ocorrência na BR-386, entre Soledade e Passo Fundo. No local, encontraram o idoso de 69 anos ferido. Ao lado dele, uma cachorrinha que não arredava o pé. Quando a ambulância chegou, ela pulou junto com o paciente e não aceitou sair!
“Entramos num acordo: ‘vamos levantar junto, não tem como nós deixarmos aí no asfalto; Ainda vai sair atrás da ambulância e um carro vai pegar”, contou Luiz Henrique, um dos profissionais, em entrevista à CNN. No hospital o mesmo comportamento: Negrinha foi para a emergência e ficou embaixo da maca. Ela foi acolhida por uma voluntária e, em breve, será devolvida para a família do idoso.
Juntos até o fim
Segundo Luiz, a cena foi de cortar o coração. O animal demonstrava estar muito preocupado com o tutor.
“Ela não saia de perto dele. Fizemos o primeiro atendimento, botamos ele para dentro da ambulância e a cadelinha também entrou. Na hora de ir embora, ela não saiu de dentro da ambulância. Ninguém conseguia tirá-la”, explicou.
A decisão sensível de levar Negrinha junto foi tomada em consenso. O medo era que, se deixada na estrada, algo de ruim pudesse acontecer com ela.
Leia mais notícia boa
Companheiro até no hospital
Durante o trajeto, a cachorrinha permaneceu ao lado do idoso.
Ao chegar, ela desceu da ambulância junto com os socorristas e seguiu até a emergência.
Enquanto o tutor recebia os primeiros atendimentos, ela ficava olhando tudo atentamente.
Ajuda chegou rápido
A história viralizou entre os ouvintes de uma rádio local e sensibilizou Márcia Souza, uma voluntária da causa animal.
Sem hesitar, ela foi até o hospital para ver a situação de perto e resgatou a bichinha.
“Eu não pensei duas vezes. Fui lá no hospital e ela estava desesperada, em volta do tutor dela, que estava sendo atendido. Com a ajuda de funcionários do hospital, consegui pegá-la e levei para minha casa”, contou.
Reencontro próximo
E a Negrinha não vai mais precisar ficar ansiosa.
A notícia boa é que a família do idoso entrou em contato com Márcia e já se organiza para buscar a cachorrinha.
Por enquanto, ela segue sendo muito bem tratada pela voluntária.
“O amor dela, o desespero dela em volta daquele tutor, eu acho que um ser humano não faria o que ela fez. Ela é uma cachorrinha muito especial”, disse a mulher.
O estado de saúde do tutor se agravou no último sábado (10) e ele foi transferido para um hospital em Passo Fundo. Ainda não há novas informações sobre a condição dele.
Veja como Negrinha é fiel ao tutor!

Durante o atendimento, Negrinha não saiu do lado do idoso. – Foto: Samu Rio Grande do Sul
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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