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Caixas pretas recuperadas do avião em American Airlines American Crash perto de DC | Notícias econômicas
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2 anos atrásem
O Conselho Nacional de Segurança em Transportes diz que “não deixará pedra sobre pedra” na investigação da colisão do ar.
Os investigadores nos Estados Unidos localizaram as caixas pretas do American Airlines Jet que colidiu com um helicóptero do Exército dos EUA perto de Washington, DC, matando todas as 67 pessoas a bordo.
O Conselho Nacional de Segurança em Transportes (NTSB) disse na sexta-feira que recuperou os dados de voo e os gravadores de voz do cockpit do jato Bombardier CRJ700 que colidiram com um helicóptero Black Hawk Sikorsky UH-60 sobre o Aeroporto Nacional Ronald Reagan Washington.
“Os gravadores estão no NTSB Labs para avaliação”, disse a agência em um post no X.
A presidente da NTSB, Jennifer Homendy, disse anteriormente aos repórteres que a agência “não deixaria pedra sobre pedra” em sua investigação sobre o acidente, o primeiro acidente mortal envolvendo um avião comercial dos EUA em mais de 15 anos.
“Vamos conduzir uma investigação completa de toda essa tragédia, olhando para os fatos”, disse Homendy.
O anúncio ocorre depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, atraiu ira por afirmar que as políticas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) da Administração Federal de Aviação podem ter sido a culpa pelo desastre.
“Essas não são pessoas que deveriam estar fazendo esse trabalho em particular”, disse Trump em entrevista coletiva, sem especificar a quem ele estava se referindo.
“Queremos pessoas brilhantes fazendo isso. Este é um grande jogo de xadrez no mais alto nível. ”
Perguntado por um repórter como ele poderia desenhar uma ligação entre as políticas de acidente e DEI quando as investigações não estavam completas, Trump disse que tinha “senso comum”.
Os comentários de Trump levaram à condenação de democratas e grupos de direitos de invalidez, incluindo a Rede Nacional de Direitos de Disabilidade, que classificou sua declaração “irresponsável, depreciativa e errado”.
Pete Buttigieg, que atuou como secretário de transporte do ex -presidente dos EUA, Joe Biden, chamou os comentários de “desprezíveis”.
“Enquanto as famílias sofrem, Trump deveria estar liderando, não mentindo. Colocamos a segurança em primeiro lugar, dirigimos chamadas de fechamento, crescemos controle de tráfego aéreo e tivemos zero mortes de falhas de companhias aéreas comerciais em milhões de voos em nosso relógio ”, disse Buttigieg no X.
Antes do desembarque programado do voo 5342 da American Airlines no Aeroporto Nacional de Ronald Reagan Washington, na quarta -feira, os controladores de tráfego aéreo perguntaram aos pilotos se eles poderiam pousar na pista 33, e os locais de rastreamento de vôo mostraram que ajustaram sua rota de vôo para atender ao pedido.
Menos de 30 segundos antes da colisão do ar, um controlador de tráfego aéreo perguntou à tripulação do helicóptero do Exército se pudesse ver o avião que se aproximava.
O acidente foi o primeiro incidente mortal envolvendo uma companhia aérea comercial dos EUA desde 2009, quando o vôo 3407 do Colgan Air colidiu com uma casa perto de Buffalo, Nova York, matando todas as 49 pessoas a bordo e uma pessoa no chão.
Até agora, as autoridades recuperaram cerca de 40 corpos do rio Potomac.
Embora as autoridades não tenham divulgado uma lista completa das vítimas, incluem dois ex-patinadores de figuras campeões mundiais, dois cidadãos chineses, um grupo de amigos que estavam em uma viagem de caça aos patos e as equipes das duas aeronaves.
O Aeroporto Nacional de Ronald Reagan Washington, localizado em Arlington, Virgínia, é o aeroporto mais próximo de Washington, DC, situado a menos de 8 km da capital dos EUA.
O aeroporto é popular entre muitos viajantes por causa de sua proximidade com Washington, DC, em comparação com o Aeroporto Internacional Dulles maior, que fica a cerca de 37 km (23 milhas) mais longe.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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12 horas atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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