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Campanha distribui R$ 196 mil para causas de prêmio – 12/11/2024 – Folha Social+

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Gabriela Caseff

Os finalistas do Empreendedor Social 2024 participaram de uma maratona para engajar doadores em suas causas na categoria popular do prêmio.

A disputa que iniciou em 11 de outubro e foi encerrada ao meio-dia da sexta-feira (8) foi acirrada, totalizando R$ 161 mil captados por meio de 1.748 doadores únicos na plataforma MobilizAção. Com o match da Ambev, que dobrou as doações feitas na plataforma até o limite de R$ 30 mil, mais as bonificações de R$ 35 mil, foram R$ 196 mil a serem distribuídos entre 6 iniciativas finalistas.

Ao final, Trampay foi quem mais arrecadou (R$ 60.731,52), seguida de Letrus (R$ 24.857,91) e Fiquem Sabendo (R$ 22.185,19).Em engajamento, foram duas vencedoras: Super Nina, que amealhou 784 doadores, e Fiquem Sabendo, que arrecadou mais doações via matchfunding.

Os vencedores subiram ao palco do Theatro Municipal de São Paulo nesta terça-feira (12), durante cerimônia do Prêmio Empreendedor Social.

“Estou muito emocionado. Há seis anos Deus me mostrou que aquilo que eu fazia para advogados e médicos, estava na hora de levar, também, para os informais. Nossa solução é simples, entender o que faltava. Começamos bancarizando as pessoas, depois colocamos dinheiro no bolso delas. Por fim, entregamos teto e dignidade. Aos entregadores, ainda vamos entregar muita coisa, disse Jorge Júnior, fundador da Trampay, vencedor na disputa entre quem mais arrecadou doações.

Maria Vitória Ramos, da Fiquem Sabendo, conseguiu R$ 7.796 com o match da Ambev, que era limitado a R$ 100 por CPF por iniciativa.

“Que esse espaço sirva como mensagem para nossos governantes de que nós estamos prontos e atentos, para cobrar políticas públicas justas, transparentes e baseadas em evidências”, declarou Ramos.

E Simony César, da Super Nina, foi quem mais mobilizou doadores durante a campanha. “O que todos nós fazemos é surreal. Esse prêmio é para todos nós”, comentou.

O objetivo da categoria popular do prêmio é incentivar a cultura de doação no país. Realizada pela Folha em parceria com Doare, Movimento Arredondar, PagBank e matchfunding Ambev, a campanha ganhou as redes sociais de artistas e influenciadores que vestiram a camisa das causas.

Três atores foram os embaixadores na categoria Inovadores Sociais: Cauã Reymond apadrinhou a Belterra Agroflorestas, enquanto Bárbara Paz apoiou a Letrus e Xamã foi padrinho da Trampay.

Dois influenciadores e uma atriz impulsionaram a categoria Soluções que Inspiram: Felipe Neto apadrinhou a Fiquem Sabendo, Gabriela Prioli foi madrinha da Revolusolar e Maria Gal da Super Nina.

A curadoria artística foi feita por Jeff Ares, fundador da Pedra, escritório de comunicação e responsabilidade social. “Convidamos artistas e personalidades comprometidos com causas sociais e ambientais para iluminar estes verdadeiros heróis do Brasil, que estão lá na ponta trabalhando por transformação.”

Na jornada de apadrinhamento, os famosos criaram vídeos que deram visibilidade às causas.

“A cultura da doação, do trabalho com propósito e, principalmente, da geração de impacto positivo está presente na veia da Ambev. Nesses 25 anos de história, construímos um legado social do qual nos orgulhamos”, afirma Carlos Pignatari, diretor de Impacto Social da empresa que desde 2023 apoia a categoria popular com um matchfunding.

“Fomentar essa frente também está na nossa missão, que se cruza com o propósito do Empreendedor Social”, diz Pignatari.

Para Felipe Antunes, cofundador da Doare, as doações têm o poder de curar feridas sociais. “Mais do que um gesto de generosidade, doar é um investimento em mudanças profundas e duradouras, com impactos sociais e ambientais positivos que transformam o mundo para melhor.”

A ideia de convidar o público a contribuir com o trabalho dos finalistas surgiu em 2020 para mitigar os efeitos da pandemia. Além da chancela do prêmio, os empreendedores sociais passaram a contar com o apoio da sociedade às suas causas.

Ao longo de cinco edições, a categoria popular mobilizou mais de R$ 405 mil e se consolidou como espaço de engajamento social e de fortalecimento da cultura de doação no Brasil.

“Facilitar a vida financeira de pessoas e negócios é um compromisso do PagBank. Estar em mais uma edição do prêmio, segue em linha com o nosso objetivo de manter e fortalecer o relacionamento com um dos nossos principais públicos, os empreendedores”, afirma Alexandre Magnani, CEO do PagBank.

“Contamos com a maior rede de aceitação de soluções de pagamentos, com 6,4 milhões de clientes empreendedores e não poderíamos ficar de fora deste projeto que gera visibilidade às iniciativas de impacto social.”

Beatriz Bouskela, diretora-executiva do Instituto Arredondar destaca que pequenas doações, somadas, geram impacto contínuo e sustentável. “Esses recursos possibilitam que as organizações invistam de forma estratégica, capacitando equipes, fortalecendo a resiliência institucional e encontrando soluções para desafios estruturais.”

A plataforma MobilizAção continuará ativa para receber doações até 31 de dezembro no site.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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