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Candidatos denunciam erros na contagem de pontos em concurso público da Ufac

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Ao menos 30 candidatos que prestaram o último concurso da Universidade Federal do Acre (Ufac), para o cargo de Assistente em Administração, planejam procurar o Ministério Público Federal (MPF) caso não consigam resolver uma série de erros verificados no resultado preliminar do certame. Eles alegam que a contagem dos pontos está errada, além de ter havido anulações injustificáveis de questões e que, ainda, todos que conferiram o gabarito constataram falhas na correção das questões, principalmente do conteúdo específico.

A preocupação dos candidatos é que tantos erros possam beneficiar pessoas que sequer estudaram para fazer a prova. É o caso da estudante C.N, de 26 anos. O gabarito de sua prova está de acordo com o gabarito divulgado pela Universidade, no entanto, no resultado preliminar, ela aparece com quatro pontos a menos. Com o erro na contagem dos pontos, a candidata caiu de 2º para 9º lugar.

Ao questionar a comissão organizadora da prova através de e-mail, C.N foi informada de que teria que entrar com recurso apontando o erro – por ela verificado. “Eles querem que eu aponte quais as questões eles erraram, mas não tenho como fazer isso porque não sei de quais questões eles subtraíram meus pontos, já que no gabarito elas estão como corretas”.

Assim como ela, outro candidato expôs: “eu acertei 25 questões no conteúdo específico, porém, no resultado, eles erraram e colocaram apenas 20 para mim. Fiz a correção do meu gabarito e vi que a contagem deles é que está errada”.

Os candidatos reclamam falta de transparência no concurso, enquanto uns ficaram com pontos a menos, outros receberam pontuação a mais. Dizem, ainda, que a instituição não se prontifica para retificar o resultado, mesmo depois de tantos terem procurado a Universidade para relatar os erros. “Estão exigindo apenas que entremos com recurso, ao invés de revisar um erro que foi deles”.

ac24horas procurou a Universidade e foi informado de que a Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas – PRODGEP iria encaminhar uma nota com as devidas ponderações sobre o ocorrido, mas até a publicação desta matéria, não recebeu o posicionamento do órgão.

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