POLÍTICA
Candidatos disputam 2º turno em 51 cidades neste d…
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1 ano atrásem
Gustavo Maia
Quase 34 milhões de eleitores de 51 cidades estão aptos a votar neste domingo para escolher os prefeitos que governarão os municípios de 2025 a 2028 [veja a lista completa abaixo].
Dos 102 candidatos que estão no segundo turno, 87 são homens e 15 são mulheres. Deste total, 16 tentam a reeleição.
Realizadas em cidades com mais de 200.000 habitantes, as disputas acontecerão em 20 estados. Com 18 pleitos, São Paulo é o que mais tem eleições em aberto, seguido pelo Rio Grande do Sul, com cinco, e por Goiás e Paraná, com três cada um.
Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco e Rio de Janeiro têm dois municípios, cada um, com disputas em segundo turno.
Já Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe e Tocantins terão apenas uma cidade com votação neste domingo.
O PL de Jair Bolsonaro é o partido que terá mais candidatos nas urnas, com 22 postulantes. O segundo colocado no ranking é o PT de Lula, com 13. Na sequência, vêm o União Brasil, com 11, o PSD e o MDB, com dez cada um. As duas legendas foram as que mais elegeram prefeitos no primeiro turno — 876 e 846, respectivamente.
Completam a lista Podemos (6), PP (6), Republicanos (6), PSDB (5), PDT (3), Novo (2), PSB (2), PSOL (2), Avante (1), Cidadania (1), PMB (1) e Solidariedade (1).
Dois candidatos, ambos do União Brasil, concorrem às prefeituras de Jundiaí e Mauá, no interior de São Paulo, com suas candidaturas anuladas sub judice.
Dentre os prefeituráveis ainda na disputa, o que ficou mais perto de ser eleito no último dia 6 foi Hingo Hammes (PP), que concorre à Prefeitura de Petrópolis (RJ) e obteve 49,96% dos votos válidos — aproximadamente 0,04% a menos do que o necessário para garantir o posto. Outros cinco bateram na trave, com mais de 49% dos votos válidos.
Já quem passou para o segundo turno em primeiro lugar com a menor votação proporcional foi a candidata a prefeita de Ponta Grossa (PR) Mabel Canto (PSDB), que obteve 27,87% dos votos válidos, contra 27,51% de Elizabeth Schmidt (União Brasil), que tenta a reeleição.
Veja a seguir os candidatos que disputarão as prefeituras das 15 capitais que terão segundo turno e o percentual de votos válidos que eles receberam no primeiro turno (em ordem alfabética):
Aracaju
Emília Corrêa (PL) – 41,62%
Luiz Roberto (PDT) – 23,86%
Belém
Igor (MDB) – 44,89%
Delegado Éder Mauro (PL) – 31,48%
Belo Horizonte
Bruno Engler (PL) – 34,38%
Fuad Noman* (PSD) – 26,54%
Campo Grande
Adriane Lopes* (PP) – 31,67%
Rose Modesto (União Brasil) – 29,56%
Cuiabá
Abilio (PL) – 39,61%
Lúdio (PT) – 28,31%
Curitiba
Eduardo Pimentel (PSD) – 33,51%
Cristina Graeml (PMB) – 31,17%
Goiânia
Fred Rodrigues (PL) – 31,14%
Mabel (União Brasil) – 27,66%
Fortaleza
André Fernandes (PL) – 40,2%
Evandro Leitão (PT) – 34,33%
João Pessoa
Cicero Lucena* (PP) – 49,16%
Marcelo Queiroga (PL) – 21,77%
Manaus
David Almeida* (Avante) – 32,16%
Capitão Alberto Neto (PL) – 24,94%
Natal
Paulinho Freire (União Brasil) – 44,08%
Natália Bonavides (PT) – 28,45%
Palmas
Janad Valcari (PL) – 39,22%
Eduardo Siqueira (Podemos) – 32,42%
Porto Alegre
Sebastião Melo* (MDB) – 49,72%
Maria do Rosário (PT) – 26,28%
Porto Velho
Mariana Carvalho (União Brasil) – 44,53%
Léo (Podemos) – 25,65%
São Paulo
Ricardo Nunes* (MDB) – 29,48%
Guilherme Boulos (PSOL) – 29,07%
E os candidatos dos outros 36 municípios onde haverá eleições neste domingo:
Anápolis (GO)
Márcio Correa (PL) – 49,59%
Antonio Gomide (PT) – 35,45%
Aparecida de Goiânia (GO)
Leandro Vilela (MDB) – 48,02%
Professor Alcides (PL) – 43,04%
Barueri (SP)
Beto Piteri (Republicanos) – 48,39%
Gil Arantes (União Brasil) – 39,83%
Camaçari (BA)
Caetano (PT) – 49,52%
Flávio (União Brasil) – 49,17%
Campina Grande (PB)
Bruno Cunha Lima* (União Brasil) – 48,22%
Dr. Jhony (PSB) – 34,58%
Canoas (RS)
Airton Souza (PL) – 35,26%
Jairo Jorge* (PSD) – 29,76%
Caucaia (CE)
Naumi Amorim (PSD) – 38,42%
Catanho (PT) – 24,67%
Caxias do Sul (RS)
Scalco (PL) – 38,04%
Adiló* (PSDB) – 27,50%
Diadema (SP)
Taka Yamauchi (MDB) – 47,39%
Filippi* (PT) – 45,09%
Franca (SP)
Alexandre Ferreira* (MDB) – 47,17%
João Rocha (PL) – 28,59%
Guarujá (SP)
Farid Madi (Podemos) – 42,54%
Raphael Vitiello (PP) – 25,49%
Guarulhos (SP)
Lucas Sanches (PL) – 33,25%
Elói Pietá (Solidariedade) – 29,81%
Imperatriz (MA)
Rildo Amaral (PP) – 35,57%
Mariana Carvalho (Republicanos) – 26,56%
Jundiaí (SP)
Parimoschi (PL) – 48,07%
Gustavo Martinelli (União Brasil) – 43,34% – Anulado sub judice
Limeira (SP)
Betinho Neves (MDB) – 38,81%
Murilo Félix (Podemos) – 32,29%
Londrina (PR)
Tiago Amaral (PSD) – 42,69%
Professora Maria Tereza (PP) – 23,64%
Mauá (SP)
Marcelo Oliveira* (PT) – 45,13%
Atila (União Brasil) – 35,56% – Anulado sub judice
Niterói (RJ)
Rodrigo Neves (PDT) – 48,47%
Carlos Jordy (PL) – 35,59%
Olinda (PE)
Vinicius Castello (PT) – 38,75%
Mirella (PSD) – 30,02%
Paulista (PE)
Ramos (PSDB) – 44,36%
Junior Matuto (PSB) – 30,66%
Pelotas (RS)
Marroni (PT) – 39,60%
Marciano Perondi (PL) – 31,67%
Petrópolis (RJ)
Hingo Hammes (PP) – 49,96%
Yuri (PSOL) – 17,77%
Piracicaba (SP)
Barjas Negri (PSDB) – 35,78%
Helinho Zanatta (PSD) – 26,59%
Ponta Grossa (PR)
Mabel Canto (PSDB) – 27,87%
Elizabeth Schmidt* (União Brasil) – 27,51%
Ribeirão Preto (SP)
Ricardo Silva (PSD) – 48,44%
Marco Aurelio (Novo) – 24,94%
Santa Maria (RS)
Valdeci Oliveira (PT) – 40,63%
Rodrigo Decimo (PSDB) – 25,86%
Santarém (PA)
Zé Maria Tapajós (MDB) – 49,73%
JK do Povão (PL) – 41,92%
Santos (SP)
Rogério Santos* (Republicanos) – 43,29%
Rosana Valle (PL) – 42,65%
São Bernardo do Campo (SP)
Marcelo Lima (Podemos) – 28,64%
Alex Manente (Cidadania) – 26,53%
São José do Rio Preto (SP)
Coronel Fabio Candido (PL) – 40,46%
Itamar (MDB) – 25,68%
São José dos Campos (SP)
Anderson (PSD) – 39,66%
Eduardo Cury (PL) – 25,96%
Serra (ES)
Weverson Meireles (PDT) – 39,66%
Pablo Muribeca (Republicanos) – 25,20%
Sumaré (SP)
Henrique do Paraíso (Republicanos) – 44,41%
Willian Souza (PT) – 31,50%
Taboão da Serra (SP)
Engenheiro Daniel (União Brasil) – 48,98%
Aprígio* (Podemos) – 25,93%
Taubaté (SP)
Ortiz Junior (Republicanos) – 36,20%
Sergio Victor (Novo) – 23,52%
Uberaba (MG)
Elisa Araújo* (PSD) – 46,36%
Tony Carlos (MDB) – 28,09%
* Candidatos à reeleição
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A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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10 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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