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Cantor de pagode tem infarto fulminante e morre em casa após chegar de show no Acre

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O cantor de pagode Messias Cavalcante, de 42 anos, morreu na madrugada deste domingo (5) de infarto fulminante após chegar de um show em Rio Branco. O artista tinha coração crescido e planejava fazer um novo cateterismo após o carnaval.

O corpo do cantor é velado na Rua do Brilho, no bairro Esperança. Nas redes sociais, amigos, conhecidos e familiares lamantaram a morte do artista. O Segundo Conselho Tutelar de Rio Branco, onde Cavalcante trabalhou como motoboy, também prestou homenagem. (Veja nota na íntegra abaixo).

“Enquanto servidor se dispôs a cumprir sua função com muita dedicação e responsabilidade. Que Deus te conceda, Messias Cavalcante, o descanso eterno”, diz parte da nota.

Ao g1, a esposa de Cavalcante, Débora Lopes, disse que o marido tinha feito shows no período da tarde e noite desse sábado (4) normalmente. Quando chegou em casa, o cantor jantou, deitou para dormir e logo começou a passar mal.

“Chegou, jantou, deitou para dormir e, simplesmente, deu infarto e morreu na hora. Não deu nem dois minutos. Chamei o Samu, mas demorou muito e quando chegaram já tinha morrido”, lamentou.

Cantor precisava passar por um novo cateterismo no coração — Foto: Arquivo pessoal

Cantor precisava passar por um novo cateterismo no coração — Foto: Arquivo pessoal

Messias Cavalcante cantava há mais de 15 anos. A carreira musical teve início em uma banda e ele depois seguiu se apresentando em festas, casas noturnas e eventos de Rio Branco sozinho. Ele também já tinha gravado uma música de autoria própria. Em 2019, fez o primeiro cateterismo.

“Ele vinha fazendo exames e deu para fazer um de novo agora. Estava esperando passar essa data comemorativa [carnaval] para fazer uma feijoada para arrecadar dinheiro e fazer o cateterismo. Ele ia cantar na associação do [bairro] Esperança nas noites de carnaval”, disse a esposa.

Nota do 2º Conselho Tutelar de Rio Branco

O Segundo Conselho Tutelar vem externar nossos sentimentos de pesar aos familiares e amigos de Messias Cavalcante, ocorrido na madrugada de hoje, provocado por um infarto fulminante.

Messias foi colaborador como motoboy durantes anos no conselho tutelar. Colaborando ainda com o Primeiro Conselho Tutelar.

Enquanto servidor se dispôs a cumprir sua função com muita dedicação e responsabilidade.

Que Deus te conceda Messias Cavalcante, o descanso eterno.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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