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Cão de guarda dos EUA cita erros do FBI, mas evita culpa em relatório sobre motim de 6 de janeiro | Notícias de Donald Trump
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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos publicou um relatório sobre a inteligência recolhida antes do ataque de 2021 ao Capitólio dos EUA – e se essas provas foram devidamente tratadas para prevenir a violência.
88 páginas de quinta-feira relatórioemitido pelo gabinete do Inspetor-Geral Michael Horowitz, abordou o trabalho do Federal Bureau of Investigation (FBI), uma das principais agências de inteligência doméstica dos EUA.
Concluiu que o FBI se comportou “de forma eficaz” antes do ataque de 6 de janeiro de 2021, que procurou perturbar a certificação das eleições de 2020.
“Apesar de desempenhar apenas um papel de apoio na preparação e resposta aos acontecimentos de 6 de janeiro, o FBI reconheceu o potencial de violência e tomou medidas significativas e apropriadas para se preparar para este papel de apoio”, disse o gabinete do inspetor-geral. explicado.
Mas, acrescentou, o FBI poderia ter ido mais longe na identificação de informações sobre ameaças potenciais, inclusive pesquisando materiais nos seus escritórios de campo, como faz antes de grandes eventos como o Super Bowl.
Um futuro incerto
O FBI, no entanto, há muito que está sob escrutínio pelas suas ações antes do ataque de 6 de janeiro.
E o futuro da agência está agora em questão, à medida que o seu diretor de longa data, Christopher Wray, se prepara para deixar o cargo após mais de sete anos no comando.
O novo Presidente Donald Trump há muito que adopta uma abordagem antagónica em relação à agência, que descreveu como parte de um sistema de “estado profundo” concebido para minar a sua autoridade.
O seu nomeado para liderar o FBI, o antigo procurador Kash Patel, sugeriu o encerramento da sede da agência em Washington, DC, e a redução significativa das suas operações.
O relatório centra-se nos acontecimentos de 6 de janeiro, quando Trump, o presidente cessante na altura, realizou um comício perto da Casa Branca apelando aos apoiantes para “pararem com o roubo” das eleições de 2020.
Ele alegou – falsamente – que sua derrota na corrida eleitoral de 2020 foi o resultado de uma fraude eleitoral generalizada.
Nas horas seguintes, os manifestantes pró-Trump deslocaram-se do Ellipse, um parque redondo a sul da Casa Branca, para o Capitólio dos EUA, onde membros do Congresso estavam a certificar os resultados eleitorais.
Os manifestantes agrediram agentes da lei e invadiram o edifício do Capitólio, alguns gritando slogans como “Enforquem Mike Pence”, o então vice-presidente de Trump. Os membros do Congresso foram evacuados e uma manifestante foi baleada e morta ao tentar entrar numa sala através de uma janela quebrada.
Outras mortes também foram associadas ao ataque. Alguns manifestantes sofreram emergências médicas durante o motim, enquanto vários agentes da lei alegadamente se mataram na sequência.
Críticas e teorias da conspiração
O papel que o FBI desempenhou na preparação para esses eventos tem sido objeto de escrutínio bipartidário nos anos seguintes.
Um junho de 2023 relatório do Comitê de Segurança Interna e Assuntos Governamentais do Senado assumiu a posição de que o ataque de 6 de janeiro foi “planejado à vista de todos”.
Culpou tanto o FBI como o Departamento de Segurança Interna (DHS) pelas “falhas de inteligência” que permitiram o desenrolar do ataque.
“As falhas de inteligência que antecederam 6 de janeiro não foram falhas na obtenção de informações que indicassem o potencial de violência”, argumentou o relatório de 2023.
Em vez disso, acusou o FBI e o DHS de não conseguirem “avaliar de forma completa e precisa a gravidade da ameaça” com base nas denúncias que receberam.
O relatório acrescentou que ambas as agências tinham o dever de emitir orientações “com urgência e alarme suficientes para permitir” que as autoridades “se preparassem para a violência que finalmente ocorreu em 6 de janeiro”.
Enquanto isso, teóricos da conspiração de extrema direita alegaram que agentes do FBI ajudaram a estimular a violência em 6 de janeiro, para difamar injustamente os apoiadores de Trump.
O relatório de quinta-feira refuta isso. Nenhum agente disfarçado do FBI esteve no protesto, diz o relatório.
Embora houvesse 26 informantes confidenciais em Washington, DC, para os acontecimentos de 6 de janeiro, apenas três estavam no Capitólio, de acordo com o relatório. Especifica que eles foram encarregados de observar “casos específicos de terrorismo doméstico”, nada mais.
“Nenhuma dessas CHSs (fontes humanas confidenciais) do FBI foi autorizada pelo FBI a entrar no Capitólio ou em uma área restrita ou a infringir a lei de outra forma em 6 de janeiro”, explicou o relatório.
“Nem nenhum CHS foi orientado pelo FBI para encorajar outros a cometerem atos ilegais em 6 de janeiro.”
O relatório desta semana também sublinha que o FBI foi encarregado apenas de um “papel de apoio” na preparação para os acontecimentos de 6 de Janeiro.
Em vez disso, afirmou, as agências de aplicação da lei como a Polícia do Capitólio dos EUA e o Departamento de Polícia Metropolitana “eram geralmente responsáveis pelas operações de segurança, controlo de multidões e protecção dos visitantes antes dos protestos e outras manifestações dentro e à volta do Capitólio”.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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