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Casa de idosa com perna amputada pode cair a qualquer momento e internautas se unem para ajudar

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A mulher, funcionária de um mercado de Minas Gerais, anunciou que a conta do homem seria gratuita e ele chorou de emoção porque também estava fazendo o bem. - Foto: @supersantahelena/Instagram

É urgente! Somente a solidariedade e a união podem salvar a dona Santinha. A casa da idosa, que teve a perna amputada, pode cair a qualquer momento e ela não tem para onde ir. Parte da estrutura do imóvel já ruiu e, aos 66 anos, ela vive em desespero em um vão, a única parte da casa que ainda resiste.

A casa, que fica em Fortaleza, no Ceará, é cheia de buracos no teto e quando chove, a água invade os cômodos. Dona Santinha já perdeu todos os eletrodomésticos e vive em meio a goteiras e paredes frágeis. O risco de desabamento é iminente.

Além desse perigo, ela enfrenta a dificuldade de locomoção, após perder a perna em um acidente. “Agora eu não tenho mais nada. Eu vivo aqui sem mais nada”, desabafou a idosa em entrevista ao Só Notícia Boa.

Perdeu mãe e filho

Santinha recebe apenas uma aposentadoria, usada para alimentação e tratamentos de saúde. O pouco que sobra não é suficiente para reformar a casa ou pagar um aluguel em outro imóvel mais seguro.

Não bastasse tudo isso, no ano passado, ela perdeu a mãe e o filho. Um irmão é sua única companhia.

Sem ninguém para dar suporte, já que o irmão também é  idoso, ela foi vendo a casa sofrer a ação do tempo aos poucos, até chegar na situação atual.

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Casa caindo

A casa é o único bem que a dona Santinha tem, mas o imóvel não tem mais condições de habitação.

Depois que parte da estrutura cedeu, e o único cômodo que ainda resta, onde ela vive, está totalmente comprometido. Qualquer chuva forte ou ventania pode fazer com que tudo venha abaixo.

Sem dinheiro para uma reforma, ela vive em um vão na casa comprometida. E precisa de ajuda urgente.

Como ajudar

Vendo a situação da idosa, o sobrinho dela, Ricardo, gravou um vídeo mostrando a situação e postou nas redes sociais.

A gravação chegou até a equipe do Só Vaquinha Boa, que mobilizou uma campanha urgente para salvar dona Santinha.

O valor será utilizado para a reforma da casa e para comprar uma prótese, para a idosa ser mais independente. É o sonho dela.

Ajude como puder. Qualquer quantia vai fazer a diferença.

As doações podem ser feitas na conta PIX:

santinha@sovaquinhaboa.com.br

ou diretamente no site do Só Vaquinha Boa, clicando aqui.



Leia Mais: Só Notícias Boas

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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