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CasaFolha: conheça truques para falar em público – 05/03/2025 – Poder
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2 anos atrásem
Uirá Machado
Você se preparou para aquela palestra, aquela reunião, aquela entrevista de emprego. Estudou, ensaiou, decorou tudo o que ia falar. Na hora agá, porém, a mão suou, a perna tremeu e você se esqueceu de tudo. Deu branco.
Situações como essa são muito comuns. O nervosismo parece tomar conta do corpo inteiro, inclusive do cérebro, e o resultado pode ser desastroso. Mas a boa notícia é que isso tem cura, e os influenciadores Giovanni Begossi e Micarla Lins ensinam na CasaFolha vários truques para falar em público.
Campeões de oratória e debate competitivo, eles mostram técnicas úteis desde a preparação até a apresentação em si —e que ajudam mesmo quando parece dar tudo errado. As aulas de comunicação persuasiva estão disponíveis no site casafolhasp.com.br.
“Em primeiro lugar, nunca peça desculpas pelo nervosismo”, diz Giovanni, que tem milhões de seguidores nas redes sociais. “Sabe por quê? Porque a maioria das pessoas nem sequer sabia que você estava nervoso, mas agora todo mundo vai prestar atenção.”
Controlar os nervos é crucial para quem vai subir em um palco ou pedir a palavra em uma reunião. Por isso, Micarla recomenda fazer uma respiração diafragmática para segurar a ansiedade.
“Quando a gente está fora da nossa zona de conforto, a primeira coisa que acontece é o nosso corpo começar a reagir como se estivesse morrendo. E nada melhor do que uma respiração consciente para você entender que está tudo certo”, diz uma de suas aulas na CasaFolha, o streaming de conhecimento lançado pela Folha.
A plataforma já conta com 18 cursos de grandes nomes, como o ex-ministro Pedro Malan, que explica como analisar a economia, a Monja Coen, que ensina meditação, e o ex-jogador Raí, que fala sobre a mentalidade de atleta. Além disso, novos conteúdos são incluídos todos os meses. Em março, haverá a estreia de Itamar Vieira Junior, autor de “Torto Arado” e “Salvar o Fogo”.
Todas as aulas podem ser acompanhadas por membros da CasaFolha. É possível se vincular à plataforma pelo endereço casafolhasp.com.br/assine. A assinatura, com desconto promocional de 67%, sai por R$ 19,90 por mês no plano anual (R$ 59,90 sem a promoção) e inclui acesso ilimitado a todas as notícias da Folha no site e no aplicativo para celular e tablet.
Quem já é assinante da Folha não precisa de uma nova assinatura; basta fazer o upgrade por R$ 10 adicionais no plano do jornal em casafolhasp.com.br/upgrade.
O curso de Giovanni e Micarla está no ar desde o dia 12 de dezembro e tem sido um dos mais vistos da CasaFolha. Eles passam por vários tópicos da da oratória, como dicção, controle da voz, postura do corpo, gesticulação, interação, contato visual, concisão e “storytelling”.
Um dos temas abordados é o discurso de improviso. “E a maior parte da nossa vida é discurso de improviso”, observa Giovanni, conhecido como “El professor da oratória”, pela semelhança com o personagem “Professor” da série “A Casa de Papel”.
Por isso, diz ele, vale a pena se preparar para esses momentos, que podem surgir tanto na roda de amigos quanto no trabalho. Ele dá duas dicas: ampliar o arsenal de histórias, o que pode ser feito com a leitura de livros; e ter uma estrutura padrão para organizar o pensamento.
“Se você pensa rapidamente em três coisas para falar, por exemplo, essa estrutura vai te ajudar a falar de improviso, com mais organização e com mais confiança”, afirma.
Saber falar em público significa saber lidar com interrupções, e Micarla toca nesse ponto em uma das aulas. “Vamos começar pela autorresponsabilidade”, diz ela.
“Se eu estou em uma reunião, se eu quero fazer uma pergunta, eu quero expor as minhas ideias, eu preciso me portar como essa pessoa. Então, vou aumentar o tom de voz, vou abrir a linguagem não verbal e vou deixar claro que, naquela hora ali, eu que estou falando”, afirma Micarla, especialista em dicas de comunicação para mulheres.
Se ainda assim ocorrer a interrupção, ela sugere rebater com uma frase simples, como: “Muito interessante o que você disse, mas deixe eu terminar o meu raciocínio”.
“Quando você é assertiva e demonstra que as pessoas estão te interrompendo, mas faz isso com delicadeza, você vai abrir mais portas do que fechar e vai mostrar quais são os seus limites”, explica.
Como assinar a CasaFolha
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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