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Caso Marielle: ‘Justiça tardia não é justiça’, diz leitora – 01/11/2024 – Painel do Leitor

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Caso Marielle

Ronnie Lessa e Élcio Queiroz são condenados a 78 e 59 anos de prisão por matar Marielle e Anderson” (Política, 31/10). Que verdade seja dita: este crime jamais seria esclarecido se o presidente Lula não tivesse sido eleito novamente. Obrigado, Deus, por fazer prevalecer, ainda que minimamente, a justiça..

Wilson Luiz Antonio (São José do Rio Preto, SP)

Justiça tardia não é justiça.

Giseli Salzani (Campinas, SP)

A justiça só será completa quando todos os envolvidos forem identificados e responsabilizados. Isso inclui cada um que contribuiu para atrasar as investigações e proteger os mandantes.

Marcio Soares (Campinas, SP)

Marielle e Anderson presentes!

Fabiana Menezes (Belo Horizonte, MG)

Foi preciso mudar o presidente, além de uma irmã ministra, Anielle Franco, para a Justiça punir

os criminosos.

Maria Antonia Di Felippo (São Caetano do Sul, SP)

Pec da Segurança Pública

Lula diz que facções se infiltram até em eleições e defende pacto federativo de segurança” (Cotidiano, 31/10). Está faltando gente competente para fazer um levantamento da situação. Cabe ao presidente cobrar de seus colaboradores e não ter receio de criticá-los se o resultado não for satisfatório.

Joaquim Rosa (São José dos Campos, SP)

O crime organizado é multinacional. O crime tem gestão e organização que deve ser pareada ou

sobrepujada por uma política nacional com pelo menos uma inteligência e sistema de informação únicos.

Jane Ventury Leal (Belo Horizonte, MG)

Governo de São Paulo

Consórcio Aposta Vencedora leva loteria de São Paulo por R$ 600 milhões” (Mercado, 1/11). Quando tudo for privado seremos privados de tudo. Acho que o povo ainda não calculou se o salário que ganha consegue pagar as privatizações.

Christina Silva (Belo Horizonte, MG)

Seria cômico se não fosse trágico.

Carlos Fernandes (Ribeirão Preto, SP)

Endosso à candidatura

PT pediu vaga no TCU para apoiar Hugo Motta e vai indicar próximo ministro, diz Lira” (Política, 31/10). O PT só é comunista na cabeça da extrema direita, o que serve como espantalho para assustar criancinhas. É apenas um partido como outros, em busca de espaços de poder.

Rodrigo Silva (Belo Horizonte, MG)

O PT é como o povo brasileiro: apanha e vota no tal do centrão. Eu sei que não há para onde correr, mas escolher o pior é querer governar com a corda no pescoço.

Antonio José Santana (Camaçari, BA)

Aristocracia cafeeira

Casarão em Higienópolis ostenta riqueza da história do café; veja fotos do interior do imóvel” (Café na Prensa, 31/10). De uma beleza ímpar. Mas para o desmemoriado povo brasileiro, penso que seria justo haver uma placa com os dizeres: “beleza e requinte construído a partir do sofrimento de seres humanos escravizados.”

Lucy Kelly Pereira (São Paulo, SP)

É fácil prosperar quando se é o fazendeiro em uma sociedade escravocrata. Essa riqueza só existiu porque o sistema colonial explorou milhões de seres humanos. Primeiro povos africanos, sequestrados e escravizados até a morte. Depois, europeus pobres. O resultado está aí: um país com favelas e periferias sem fim.

Marcelo Fernandes (São Paulo, SP)

Muito bonito. Arquitetura remanescente de uma época em que prevalecia a beleza, substituída pelo utilitarismo.

Guilherme Zambrana Toledo (São Bernardo do Campo, SP)

Cultura LGBTQIA+

Amara Moira faz de ‘Neca’ um monumento em língua bajubá às travestis do Brasil” (Ilustrada,

1/11). Que se multipliquem obras como esta e a visibilidade da população LGBT seja reforçada!

Eberson Theodoro (Joinville, SC)



Leia Mais: Folha

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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