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Centenas de protestos contra os planos de aquisição de Trump – DW – 15/03/2025

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Centenas de protestos contra os planos de aquisição de Trump - DW - 15/03/2025

Centenas de Groenlanders saíram às ruas no sábado para protestar contra Presidente dos EUA Donald TrumpO objetivo declarou assumir o controle de sua ilha.

As imagens de vídeo mostraram multidões reunidas na capital, Nuuk, agitando a bandeira da Groenlândia e segurando sinais com mensagens como “respeitar a soberania da Groenlândia”, “não estamos à venda” e “Make America Go Away” – uma peça no slogan da campanha de Trump “Make America Great Again”.

Os comícios também estavam ocorrendo em outras cidades da ilha.

Jens-Frederik Nielsen, líder do Partido Demrraatit de Centro-direita que venceu as eleições parlamentares desta semana, Junto foi junto ao primeiro -ministro Mute B. Evede para liderar os manifestantes em relação ao consulado dos EUA nos arredores de Nuuk.

Jens-Frederik Nielsen e Mute B. Evedee e outros carregam bandeiras da Groenlândia em março para o consulado dos EUA
Jens-Frederik Nielsen (na jaqueta azul) e MUTE B. EGEDE (primeira linha, centro) liderou a marcha ao consulado dos EUAImagem: Christian Klindt Soelbeck/Reuters

“Queremos ser nós mesmos, e nossa autonomia e liberdade nunca serão apresentadas para debate”, disse Nielsen à Danish Broadcasting Corporation durante o comício.

“Não há a menor chance de falar com Trump sobre a Groenlândia se tornar parte dos EUA. A Groenlândia será a Groenlândia”, disse ele.

Falando ao jornal da Groenlândia Sermitsiaq No sábado, Evegee chamou a abordagem do presidente dos EUA de “completamente inaceitável”.

Os manifestantes se reúnem em frente ao consulado dos EUA em Nuuk, Groenlândia, durante uma demonstração
Os manifestantes se reuniram do lado de fora do consulado dos EUA em NuukImagem: Christian Klindt Soelbeck/Reuters

O que Trump disse sobre a Groenlândia?

Nos últimos meses, Trump tem expressou repetidamente seu interesse em assumir o controle de Groenlândia.

O presidente dos EUA levantou a ideia novamente na quinta -feira Durante uma reunião com o chefe da OTAN, Mark Rutte, na Casa Branca.

Quando perguntado por um repórter sobre uma possível anexação, Trump disse: “Acho que isso vai acontecer”.

Ele continuou dizendo que o território era fundamental para a segurança nacional dos EUA, enfatizando que os EUA já têm bases militares lá.

O chefe da OTAN, Mark Rutte, encontrando o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca
Donald Trump disse a Mark Rutte durante uma reunião na Casa Branca que ele acreditava que os EUA precisam ter a GroenlândiaImagem: AP/Picture Alliance

O Ilha Ártica estrategicamente importante abriga apenas 57.000 habitantes e é um território autônomo de Dinamarca.

Qual foi a resposta da Groenlândia?

Os legisladores na Groenlândia têm veementemente oposto Os planos de Trump de tornar a ilha parte dos EUA.

Na sexta -feira, os líderes dos cinco partidos no parlamento da Groenlândia emitiram uma declaração conjunta rejeitando os comentários de Trump.

“Nós – todos os presidentes de parte – não podemos aceitar as declarações repetidas sobre anexação e controle da Groenlândia”, disseram eles. “Nós, como presidentes do partido, achamos essa conduta inaceitável para amigos e aliados em uma aliança de defesa”.

Groenlanders reagem ao plano de Trump antes da eleição

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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