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cessar-fogo em Gaza, combates no leste da RDC, depressão de Herminia…

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Cessar-fogo em Gaza: quatro reféns israelenses libertados em troca de 200 palestinos detidos

Prisioneiros palestinos são recebidos por multidões após serem libertados por Israel, em Ramallah, Cisjordânia, em 25 de janeiro de 2025.

Cenas de júbilo e emoção saudaram sábado em Israel o libertação de quatro mulheres soldados reféns em Gaza desde 7 de outubro de 2023 e na Cisjordânia e Gaza a de 200 prisioneiros palestinos, numa troca prevista no acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas.

Israel e o Hamas, no entanto, acusaram-se mutuamente no domingo de terem “violado” os termos do acordo, e uma disputa de última hora bloqueou o início do planeado regresso ao norte do território de centenas de milhares de habitantes deslocados por mais de quinze meses de guerra. Israel condicionou assim a abertura do corredor Netzarim, que isola o sul do norte da Faixa de Gaza, ao entrega do refém civil Arbel Yehoud.

Por sua vez, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levantou a ideia de um plano que visa “limpar” a Faixa de Gaza, dizendo que queriam enviar os palestinianos deste território para o Egipto e a Jordânia para obterem a paz. Em resposta a esta declaração, o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia reafirmou a “rejeição” do seu país de um “deslocamento forçado” Palestinos.

Vinte e dois mortos e 124 feridos por fogo do exército israelense no sul do Líbano

O exército israelita abriu fogo no domingo contra residentes do sul do Líbano que tentavam regressar às suas aldeias às centenas, matando 22 pessoas, incluindo um soldado libanês e seis mulheres, e ferindo 124, segundo o ministério da saúde libanês, citado pelo Ministério da Saúde. oAgência Nacional de Informação (ANN). Nos termos do acordo que pôs fim à guerra entre Israel e o Hezbollah em 27 de Novembro, o exército israelita deveria ter concluído a sua retirada do sul do Líbano no domingo, onde apenas o exército libanês e as forças de manutenção da paz da ONU podem agora ser destacados.

Mas Israel anunciou na sexta-feira que a operação de retirada continuaria além deste prazo e no sábado aconselhou os residentes a não regressarem a casa até novo aviso. A ONU considerou que as condições não eram “ainda não reunidos” para um regresso seguro dos cidadãos libaneses ao sul do Líbano, enquanto Emmanuel Macron pedia ao primeiro-ministro israelita que “retirar as suas forças ainda presentes no Líbano”.

Combates no leste da RDC: ONU pede retirada das forças ruandesas, ofensiva pesada perto de Goma

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu no domingo a retirada das forças ruandesas que combatem o exército congolês no leste da República Democrática do Congo (RDC) com o grupo armado do Movimento 23 de Março (M23) e avançaram com ele até às portas da capital da província do Kivu do Norte, Goma.

Após o fracasso da mediação entre a RDC e o Ruanda sob a égide de Angola, o M23 e 3.000 a 4.000 soldados ruandeses, segundo a ONU, ganharam rapidamente terreno nas últimas semanas. Estão agora a cercar Goma, que tem um milhão de habitantes e quase o mesmo número de deslocados.

Deslocados fogem de Kibati, em direção à cidade de Goma, após a intensificação dos combates entre o exército congolês e o M23, na República Democrática do Congo, 26 de janeiro de 2025. Deslocados fogem de Kibati, em direção à cidade de Goma, após a intensificação dos combates entre o exército congolês e o M23, na República Democrática do Congo, 26 de janeiro de 2025.

Enquanto aumentam os apelos internacionais para a retomada das negociações, treze soldados sul-africanos, malawianos e uruguaios, destacados em duas forças (regionais e da ONU) que apoiam o exército congolês, foram mortos em combates com o M23 nos últimos dias, segundo as autoridades dos três países. .

Clima: nove departamentos colocados em alerta laranja para inundações, ventos violentos e chuva

A depressão Herminia seguiu-se à tempestade Eowyn, que foi excepcionalmente violenta através do Canal da Mancha e particularmente na Irlanda. Trouxe chuvas e vendavais para o noroeste da França, em áreas onde o solo já está saturado de água. Para o dia domingo, 25 de janeiro, a Météo-France colocou nove departamentos em vigilância laranja em seu relatório das 16h.incluindo cinco por risco de inundação com o alerta disparado em Maine-et-Loire, que se junta a Orne, Ille-et-Vilaine, Mayenne e Calvados, e três em alerta por ventos violentos.

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Na Coreia do Sul, Presidente Yoon Suk Yeol indiciado por insurreição

No âmbito do processo de impeachment, O presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, foi indiciado como «chefão» de uma insurreição devido à sua tentativa de estabelecer a lei marcial, anunciaram no domingo os promotores encarregados da investigação.

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Os magistrados acompanharam a sua decisão com uma ordem para manter o Sr. Yoon detido. O presidente sul-coreano foi preso na semana passada. O seu decreto de lei marcial durou apenas seis horas em 3 de dezembro, antes de ser rejeitado pelos legisladores, mas mergulhou a Coreia do Sul na sua pior crise política em décadas.

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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