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Chamadas crescentes para punir soldados ‘rebeldes’ – DW – 27/03/2025
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11 meses atrásem
Enquanto GanaOs militares são considerados uma das forças armadas mais estáveis e disciplinadas da África Ocidental, as ações repetidas de alguns soldados estão dando ao exército um nome ruim.
Em meados de março, mulheres, crianças e idosos na cidade de Bawku disseram que os soldados do 11º batalhão mecanizado os espancaram.
O batalhão está estacionado na cidade de fronteira do norte, localizada a 744 km (462 milhas) da capital, Accra, para monitorar e impedir uma longa chefia e conflito de propriedade da terra.
A mídia local relatou que o incidente ocorreu após Um oficial militar foi baleado e morto por pistoleiros desconhecidos.
‘Batendo todo mundo não é justiça’ – MP local
“Os homens foram atacados, as mulheres foram atacadas, os velhos foram atacados e até seus membros quebrados, as propriedades foram destruídas”, disse à DW DW DW.
“Se um oficial militar é morto e você não tem idéia de quem o matou, você não precisa dar a volta batendo todo mundo, isso não é justiça,“Ele acrescentou.
Presidente de Gana, John Mahamapediu restrições entre militares e condenou o assassinato do soldado em meio a crescentes demandas por uma investigação.
No entanto, Ataques retaliatórios pelos militares não são novos em Gana.
“Desde a erupção desse conflito em Bawku, os militares tiveram alguns encontros negativos com o povo”, disse Ibrahim Abode, repórter local, à DW.
Número crescente de ataques a civis
Em outubro de 2023, os militares brutalizaram alguns civis em Bugri, Tempani e Garu, todos na região leste do Gana. Tais ataques não se limitam a regiões rurais remotas.
No início de 7 de março de 2023, os militares conduziram um “golpe” em Ashaiman-Taifa, um subúrbio de Accra, de acordo com as forças armadas de Gana. Mas, no processo, dezenas ficaram feridas e o incidente amplamente divulgado atraiu críticas.
Dois anos antes, em 29 de junho de 2021, seis ganenses foram baleados em Ejura na região de Ashanti, no Gana, depois que os soldados abriram fogo contra manifestantes que estavam demonstrando contra o assassinato de um ativista juvenil.
Dois dias depois, os soldados chicotearam os moradores de WA na região oeste superior com paus e hastes de metal sobre o roubo do telefone celular de um soldado.
O analista de segurança Adib Sani diz que os autores raramente são responsabilizados por suas ações.
“Quando você parece mais profundo, percebe que muitos soldados acreditam que o uniforme lhes dá imunidade”, disse Sani à DW.
Os ganenses enganaram para deixar a África para combater a guerra da Rússia
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Chama a disciplina e investigações
Na maioria dos casos, a unidade militar retalia quando um civil ataca um soldado.
“É muito preocupante, porque gradualmente estamos aceitando isso como uma norma. É muito angustiante porque a prática é inconsistente com nossas leis (ganenses)”, acrescentou Sani.
Os legisladores de seis distritos eleitorais na região leste superior pediram uma investigação e sanções contra os soldados envolvidos.
Nem as forças armadas de Gana, o coordenador de segurança nacional, nem os ministros de defesa e interior haviam comentado sobre os casos no momento da publicação.
Para o analista de segurança Mutaru Mumuni Muqthar, as autoridades devem tomar medidas imediatas para reverter a tendência.
“Precisamos adotar uma nova abordagem para lidar com incidentes quando eles acontecem”, disse ele à DW.
“Deve haver uma abordagem transparente e padronizada para lidar com essas brutalidades. Precisamos ter uma situação em que os soldados sejam punidos e as pessoas sendo sancionadas”.
O presidente eleito de Gana, John Mahama, fala com DW
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Editado por: Chrispin Mwakideu
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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre
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6 de março de 2026A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).
A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.
Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.
Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável.
Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas. No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.
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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre
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4 de março de 2026A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.
A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.
O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.
Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.
Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.
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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
25 de fevereiro de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.
Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.
Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.
Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.
Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.
Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).
A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.
Laboratório de Paleontologia
Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.
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