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Chefe da espionagem da Austrália diz que Ocidente enfrenta novo ‘eixo’ Rússia, China, Irã e Coreia do Norte | Notícias sobre conflitos
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2 anos atrásem
O Chefe do Gabinete de Inteligência Nacional da Austrália disse que o Ocidente deve desmantelar as “redes” emergentes que representam uma ameaça.
Um “eixo emergente” de países que prestam apoio à Rússia, incluindo a China, Irã e Coréia do Norteé “um desenvolvimento estratégico profundamente preocupante” com o qual os países ocidentais estão a lutar para lidar, alertou o chefe do gabinete nacional de inteligência da Austrália.
O Diretor-Geral do Escritório de Inteligência Nacional da Austrália, Andrew Shearer, disse na quarta-feira que o impacto estratégico do eixo emergente, com China e Rússia em sua essênciahavia sido subestimado.
“A prestação maciça por parte da China de assistência de dupla utilização a Putin, e de apoio económico e diplomático está a manter o exército de Putin no terreno na Ucrânia, matando ucranianos inocentes tão certamente como se estivessem a fornecer munições de artilharia e mísseis”, disse Shearer em uma conferência em Camberra.
“Temos de fazer um trabalho melhor para desmantelar estas redes em expansão”, acrescentou Shearer, apontando para o fornecimento de drones iranianos à Rússia, bem como para o envio de mísseis e soldados norte-coreanos para apoiar Moscovo na sua guerra contra a Ucrânia.
“Este é um desenvolvimento estratégico profundamente preocupante e estamos todos a lutar para alcançá-lo e implementar medidas eficazes, mas penso que este é um dos desafios estratégicos do nosso tempo”, disse ele.
A Austrália é membro da parceria de inteligência Five Eyes com os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Nova Zelândia.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros das democracias do Grupo dos Sete (G7) – Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e EUA – e três aliados – Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia – também apelaram ao envio de tropas norte-coreanas. para a Rússia uma “expansão perigosa do conflito”.
O alerta do chefe da inteligência australiana ocorre no momento em que os senadores russos estavam programados para votar na quarta-feira para ratificar um pacto de defesa mútua entre Moscou e a Coreia do Norte.
O pacto, que foi ratificado pela câmara baixa do parlamento russo em 24 de outubro, formaliza meses de aprofundamento da cooperação em segurança entre a Rússia e a Coreia do Norte e tem alimentado receios entre os aliados ocidentais.
O presidente russo, Vladimir Putin, concordou com uma “parceria estratégica abrangente” com o líder norte-coreano Kim Jong Un em Pyongyang, em Junho, o que obriga Moscovo e Pyongyang a fornecer assistência militar imediata usando “todos os meios” se qualquer um deles for atacado.
O acordo foi descrito como o elo mais forte entre a Rússia e a Coreia do Norte desde o fim da Guerra Fria e surge no momento em que os EUA e a Coreia do Sul informam que cerca de 10.000 soldados norte-coreanos foram destacados para lutar com as forças russas na guerra contra a Ucrânia. .
A Coreia do Norte negou a implantação.
Putin não negou que tropas norte-coreanas tenham sido enviadas para a Rússia, enquanto vários responsáveis russos rejeitaram pedidos para comentar o assunto.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse na terça-feira que as primeiras batalhas entre tropas ucranianas e norte-coreanas “marcam um novo capítulo de instabilidade global”, depois que o ministro da Defesa da Ucrânia, Rustem Umerov, disse que um “pequeno confronto” ocorreu entre soldados de ambos os países.
Agradeço a todos, em todo o mundo, que responderam à chegada de soldados norte-coreanos à Rússia – e especialmente àqueles que responderam não apenas com palavras, mas que estão a preparar acções de apoio à nossa defesa aqui na Ucrânia.
Infelizmente, o terror pode se espalhar como um vírus… pic.twitter.com/HypHmfdna8
– Volodymyr Zelenskyy / Volodymyr Zelensky (@ZelenskyyUa) 5 de novembro de 2024
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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