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Chefe da OTAN diz que tropas norte-coreanas estão na Rússia – DW – 28/10/2024
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28 de outubro de 2024
‘Tropas norte-coreanas foram enviadas para a Rússia’ – chefe da OTAN, Mark Rutte
OTAN O secretário-geral Mark Rutte disse na segunda-feira em uma coletiva de imprensa que havia tropas norte-coreanas na Rússia.
“Hoje posso confirmar que tropas norte-coreanas foram enviadas para a Rússia e que unidades militares norte-coreanas foram enviadas para
a região de Kursk”, disse Rutte aos repórteres. As forças ucranianas lançaram em agosto uma grande ofensiva e capturaram território na região sul da Rússia.
O envio de tropas norte-coreanas para lá representa uma “escalada significativa” no envolvimento de Pyongyang no conflito e marca “uma perigosa expansão da guerra da Rússia”, acrescentou Rutte.
Ucrânia diz que tropas norte-coreanas estão na Rússia
“O aprofundamento da cooperação militar entre a Rússia e a Coreia do Norte é uma ameaça tanto para a segurança do Indo-Pacífico como da Euro-Atlântica”, disse Rutte depois de responsáveis e diplomatas da NATO terem recebido informações de uma delegação sul-coreana.
Rutte também apontou as perdas da Rússia no campo de batalha e disse que isso era um sinal de “desespero crescente” por parte do presidente russo, Vladimir Putin.
“Mais de 600 mil soldados russos foram mortos ou feridos na guerra de Putin e ele é incapaz de sustentar o seu ataque à Ucrânia sem apoio estrangeiro”, disse Rutte.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, pareceu ignorar os comentários de Rutte, observando um pacto de segurança conjunto assinado pela última vez por Moscou e Pyongyang em junho.
Lavrov não chegou a confirmar que soldados norte-coreanos estavam na Rússia.
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28 de outubro de 2024
Volodymyr Zelenskyy da Ucrânia na Islândia para a Cimeira Ucrânia-Nórdica
Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy na segunda-feira disse que tinha chegado à Islândia para discutir a invasão russa com os líderes de vários estados nórdicos.
“Isto marca a minha primeira visita de trabalho à Islândia, onde participarei na Quarta Cimeira Ucrânia-Nórdica e manterei conversações bilaterais com os seus participantes”, disse Zelenskyy numa publicação no X.
Zelenskyy também disse que as discussões se concentrariam no apoio ao seu “plano de vitória” para acabar com a guerra nos termos da Ucrânia. Os líderes também abordarão áreas onde “a cooperação pode produzir resultados máximos”, acrescentou.
Ele destacou o financiamento da produção de armas ucranianas e de longo alcance e o treinamento e equipamento para as forças ucranianas, entre outros pontos de discussão.
“Os países nórdicos são nossos aliados resolutos e de princípios, e a Plataforma Ucrânia-Nórdica permanece como um dos nossos formatos multilaterais mais produtivos”, disse Zelenskyy.
Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia prometeram milhares de milhões de euros em ajuda à Ucrânia desde a invasão das forças russas em Fevereiro de 2022.
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28 de outubro de 2024
Seul quer ‘contramedidas práticas’ contra a implantação norte-coreana
Coréia do SulO presidente do país, Yoon Suk Yeol, disse na segunda-feira que o envio de tropas norte-coreanas para os campos de batalha na Ucrânia poderia acontecer mais cedo do que o esperado.
Yoon fez os comentários em um telefonema com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
Os comentários também foram feitos depois que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que as tropas norte-coreanas poderiam entrar no campo de batalha contra a Ucrânia “em questão de dias”.
“Esta cooperação militar ilegal entre a Rússia e Coréia do Norte mina fundamentalmente a ordem internacional baseada em regras e representa uma ameaça à paz na península coreana e no mundo”, disse Yoon, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap.
Yoon disse que Seul espera buscar “contramedidas práticas” com a UE e os Estados membros, e redobrará esforços para monitorar e bloquear “trocas ilegais” entre a Rússia e a Coreia do Norte.
kb/dj (AP, Reuters, AFP, dpa)
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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