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Chefe militar de Mianmar visita a China em meio ao agravamento da guerra civil – DW – 11/06/2024

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Mianmar O chefe militar em apuros, Min Aung Hlaing, está em China para participar de uma cúpula de dois dias da Sub-região do Grande Mekong (GMS) – um grupo que inclui China, Mianmar, Tailândia, Laos, Vietnã e Camboja – começando na quarta-feira na cidade de Kunming, no sudoeste.

Esta é sua primeira viagem ao exterior desde que tomou o poder através de um golpe de Estado, há mais de três anos e meio.

A junta compartilhou fotos do general sênior discursando em uma reunião de líderes empresariais chineses.

Na quarta-feira, Min manteve conversações com o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, que expressou o apoio de Pequim à reconciliação política e aos esforços de transição de Mianmar, informou a mídia estatal.

Mianmar em crise

Myanmar tem estado num estado de turbulência política desde que os militares derrubaram o governo democraticamente eleito em Fevereiro de 2021.

O golpe desencadeou protestos em massa, que evoluíram para uma grande revolta anti-junta, especialmente em regiões dominadas por minorias étnicas.

Os que se opõem ao regime militar formaram alianças que incluem grupos étnicos e forças de defesa lideradas por civis.

Novo impulso para o plano de paz de Mianmar na cúpula da ASEAN

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A guerra civil estima-se que tenha ceifado a vida de mais de 5.000 civis desde 2021.

Milhões de pessoas foram deslocadas internamente e a economia do país está em frangalhos.

Embora os generais de Mianmar tenham sido evitados pela comunidade internacional, Pequim manteve bons laços de trabalho com eles. A China é também o maior parceiro comercial do país do Sudeste Asiático e um importante fornecedor de armas aos militares de Mianmar.

Khin Ohmar, ativista e fundador da organização de direitos humanos Progressive Voice of Myanmar, disse que a visita de Min mostra de que lado a China está.

“A China receber Min Aung Hlaing é o seu mais recente sinal ao mundo de que está a apoiar a junta, não por qualquer outra razão, mas para proteger os interesses da China em Mianmar”, disse ela à DW.

Ohmar sublinhou que Pequim está a cometer um “grande erro” ao apoiar a junta. “Tomar partido dos militares de Mianmar e pressionar o movimento popular para aceitar o regime militar não é o caminho a seguir”, observou ela.

Ofensiva rebelde desfere grande golpe à junta

Pequim, por sua vez, enfatizou o foco regional da reunião de Kunming, dizendo que deseja consultar “todas as partes” num contexto de “enfraquecimento da recuperação global e turbulência geopolítica”, informou a agência de notícias AFP.

Richard Horsey, conselheiro sênior de Mianmar no Grupo de Crise Internacional, disse que a China está apoiando a junta militar, mas não tem confiança no Min.

“Um convite para a cimeira do Mekong serve o propósito da China de dar maior apoio ao regime para que este não caia de forma desordenada, mas sem fazer uma grande aposta em Min Aung Hlaing”, disse à DW.

As coisas não estão indo bem para o governo militar de Mianmar: Kyle Matthews, Concordia University Montreal

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A viagem de Min ocorre num momento delicado, à medida que a guerra civil no país se intensificou no último ano.

A junta foi duramente atingida por uma ofensiva rebelde que tomou vastas áreas de território, particularmente perto da fronteira com a China.

Os rebeldes capturou a cidade de Lashio em Agosto, desferindo um golpe devastador no regime liderado pela junta.

Os apoiantes da Junta disseram que a China deu o seu apoio tácito à ofensiva rebelde em troca do desmantelamento de grandes complexos fraudulentos online administrados por traficantes de seres humanos chineses em Mianmar. Isto contribuiu para a crescente desconfiança entre Pequim e os militares de Mianmar.

Mas Jason Tower, diretor do Instituto da Paz dos Estados Unidos em Mianmar, disse que a China não apoia os objetivos gerais dos grupos étnicos armados.

“No início de janeiro, a China percebeu que os militares de Mianmar estavam a perder a um ritmo preocupante e que isso estava a afetar os investimentos geoestratégicos da China no país”, disse ele à DW.

“A China também deixou claro aos grupos étnicos armados que não apoiava os seus objectivos declarados de mudança de regime e exigiu que cortassem os laços com o Governo de Unidade Nacional”, acrescentou Tower.

Homens e mulheres jovens fogem do recrutamento militar de Mianmar

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Crescente sentimento anti-China?

De acordo com o Governo de Unidade Nacional de Mianmar, que foi formado por uma coligação de legisladores depostos democraticamente eleitos que procuravam estabelecer um governo paralelo ou de exílio, mais de 60% do território do país era controlado pelas forças de resistência antes da captura de Lashio.

Alguns especulam que os combates irão agora aumentar e espalhar-se à medida que os grupos da oposição visam vilas e cidades que há muito são consideradas redutos militares, como Myawaddy e Mandalay.

Ye Myo Hein, especialista em Mianmar, disse que o sentimento anti-China também tem aumentado em Mianmar.

No mês passado, o Consulado Chinês em Mandalay, a segunda maior cidade de Mianmar, foi ligeiramente danificado por uma pequena explosão causada por um dispositivo explosivo.

Não houve vítimas nem reivindicações públicas de responsabilidade.

“Ao convidar o líder da junta, a China sinaliza que foi além do apoio ao processo de estabilidade e agora está apoiando um ator específico – a própria junta”, disse Ye à DW.

“A China pode exercer maior pressão sobre os grupos étnicos armados perto da sua fronteira para cessarem a luta contra a junta e se envolverem em negociações com ela. Esta medida provavelmente alimentará mais o sentimento anti-chinês entre as forças de resistência”, acrescentou.

Editado por: Srinivas Mazumdaru



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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A PROGRAD — Universidade Federal do Acre

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A Pró‑Reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade Federal do Acre (Ufac) é o órgão responsável pelo planejamento, coordenação e supervisão das atividades acadêmicas relacionadas ao ensino de graduação. Sua atuação está centrada em fortalecer a formação universitária, promovendo políticas e diretrizes que assegurem a qualidade, a integração pedagógica e o desenvolvimento dos cursos de bacharelado, licenciatura e demais formações presenciais e a distância. A Prograd articula ações com as unidades acadêmicas, órgãos colegiados e a comunidade universitária, garantindo que os currículos e práticas pedagógicas estejam alinhados aos objetivos institucionais.

Entre as principais atribuições da Prograd estão a coordenação da política de ensino, a supervisão de programas de bolsas voltadas à graduação, a análise e encaminhamento de propostas normativas e a participação em iniciativas que promovem a reflexão e o diálogo sobre o ensino superior.

A Prograd é organizada em três diretorias, cada uma com funções específicas e complementares:

Diretoria de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino — responsável por ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento de metodologias, à regulação e ao apoio pedagógico dos cursos de graduação.

Diretoria de Apoio à Formação Acadêmica — dedicada a acompanhar e apoiar as atividades acadêmicas dos estudantes, incluindo estágios, mobilidade estudantil e acompanhamento da formação acadêmica.

Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais — voltada à gestão de programas especiais, políticas de interiorização e ações que ampliam o acesso e a permanência dos alunos em diferentes regiões.

A Prograd participa, ainda, de iniciativas que promovem a reflexão e o diálogo sobre o ensino superior, integrando docentes, estudantes e gestores em fóruns, encontros e ações que visam à atualização contínua dos processos formativos e ao atendimento das demandas sociais contemporâneas.

Com compromisso institucional, a Pró‑Reitoria de Graduação contribui para que a UFAC cumpra seu papel educativo, formando profissionais críticos e comprometidos com as realidades local e regional, garantindo um ambiente acadêmico de excelência e responsabilidade social.

Ednacelí Abreu Damasceno
Pró-Reitora de Graduação



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Orientação sobre revalidação e reconhecimento de diplomas — Universidade Federal do Acre

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Orientações para abertura de processo administrativo e procedimentos acerca da revalidação de diploma de graduação e reconhecimento de diplomas de pósgraduação stricto sensu emitidos por instituições estrangeiras, conforme a Resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.

Abertura do Processo

I – Preenchimento do Formulário Padrão (conforme modelo disponibilizado);

II – Documentos pessoais exigidos:

• Cópia do documento de identidade para brasileiros ou naturalizados, e, se estrangeiro, cópia da identidade e do visto permanente, expedido pela Superintendência da Polícia Federal, ou passaporte com visto permanente, concedido pela autoridade competente;

• Comprovante de residência;

• Comprovante de quitação com o serviço militar, para brasileiros do sexo masculino;

• Comprovante de quitação com o serviço eleitoral, para brasileiros e naturalizados;

III – Documentos acadêmicos exigidos:

• Para revalidação, conforme Art. 10, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.

• Para reconhecimento, conforme Art. 33, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.

IV – Preenchimento do Termo de aceitação, exclusividade e autenticidade, conforme modelo disponibilizado pelo NURCA;

V – Solicitação de abertura de processo no Protocolo Geral da UFAC, direcionado ao NURCA, com a apresentação da documentação exigida nos itens de I a IV;

Submissão da documentação na Plataforma Carolina Bori – Link: http://plataformacarolinabori.mec.gov.br

O interessado deve submeter a documentação no formato .pdf, agrupando diferentes documentos em arquivo único conforme indicado abaixo:

Arquivo 1 em .PDF:

1. Formulário Padrão preenchido (conforme modelo disponibilizado);

2. Documentos pessoais exigidos:

a) Cópia do documento de identidade para brasileiros ou naturalizados, e, se estrangeiro, cópia da identidade e do visto permanente, expedido pela Superintendência da Polícia Federal, ou passaporte com visto permanente, concedido pela autoridade competente;

b) Comprovante de residência;

c) Comprovante de quitação com o serviço militar, para brasileiros do sexo masculino;

d) Comprovante de quitação com o serviço eleitoral, para brasileiros e naturalizados;

Arquivo 2 em PDF:

1. Diploma e Histórico (Itens I e II do Artigo 10 ou Itens II e IV do artigo 33 da Resolução nº 003, de 14 de março de 2017);

Arquivo 3 em PDF:

1. Documentos acadêmicos exigidos excetuando-se os do Arquivo 2:

a) Para revalidação, conforme Art. 10, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.

b) Para reconhecimento, conforme Art. 33, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017, excetuando item III (vide Arquivo 5).

Arquivo 4 em PDF:

1.Termo de aceitação, exclusividade e autenticidade, preenchido conforme modelo disponibilizado pelo NURCA; da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.

Arquivo 5 em PDF:

a) Para os casos de reconhecimento: Exemplar digital da tese ou dissertação com registro de aprovação da banca examinadora e documentações complementares, conforme item III do Art. 33 da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017. 

Fluxo do Processo

VI – Recebimento do processo pelo NURCA e encaminhamento para o Centro pertinente, que constituirá Comissão;

VII – Retorno do processo ao NURCA no prazo de 15 dias;

VIII – Sendo favorável o parecer da Comissão, será autorizada a emissão de GRU, bem como, o seu devido pagamento (R$ 1.200,00 – graduação; mestrado – R$ 1.500,00 e doutorado R$ 2.000,00), devendo ser incluída a via original ou cópia autenticada por servidor da UFAC no processo de revalidação.

a) Em caso de parecer negativo, o processo será disponibilizado para consulta, retirada de documentação e/ou ajuste quando for pertinente.

IX – Retorno do processo ao Centro para a Comissão concluir a revalidação no prazo restante dos seis meses.

Formulário Padrão

Termo de Aceitação, Exclusividade e Autenticidade

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