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Churrasco além do básico: 5 cortes alternativos que você precisa experimentar – 14/03/2025 – Nação churrasqueira

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Churrasco além do básico: 5 cortes alternativos que você precisa experimentar - 14/03/2025 - Nação churrasqueira

Larissa Morales

O churrasco é uma tradição que vai muito além da picanha e da costela. Existem cortes alternativos que, além de saborosos, podem ser mais acessíveis e igualmente impressionantes. Conheça a seguir alguns desses cortes e aprenda como prepará-los e surpreenda seus convidados.

Entraña

A entranha, apesar do nome, não é uma víscera, mas sim um músculo com fibras longas e aparentes, também conhecida como skirt steak, é um corte retirado do diafragma do boi.

Tem um sabor intenso e marcante, com textura fibrosa e suculenta, e muito apreciado na Argentina.

Tempere com sal de parrilla, grelhe em fogo alto por 3 a 4 minutos de cada lado, deixando-a mal passada ou ao ponto para preservar a suculência, jamais sirva bem passada, pois acaba ficando borrachuda pela sua quantidade de colágeno.

Bife do vazio

Também conhecido como Pacu ou Flank steak, é retirado da parte inferior do boi, localizada abaixo das costelas. Ele é frequentemente confundido com a fraldinha, mas é um corte distinto.

É uma carne magra, com fibras longas e largas, o que a torna ideal para grelhar ou assar. Sua textura é firme, mas pode ser muito suculenta quando preparada corretamente.

Tempere com sal de parrilla e pimenta do reino preta moída, grelhe em fogo médio por 5 a 7 minutos de cada lado, dependendo da espessura. Deixe descansar por 2 minutos antes de fatiar contra as fibras.

Raquete

É retirado do miolo da paleta bovina, mais precisamente do ombro, uma parte do dianteiro do animal, também conhecido como shoulder steak. Este corte tem ganhado popularidade por sua maciez, considerado o segundo corte mais macio, atrás do filet mignon.

Por possuir colágeno interno era difícil de ser usado, porém nos anos 2002 pesquisadores da Universidade de Nebraska-Lincoln (UNL) e da Universidade da Flórida, em colaboração com a National Cattlemen’s Beef Association (Associação Nacional de Criadores de Gado dos EUA), desenvolveram uma técnica para remover o tecido conjuntivo e dividir o músculo em dois cortes: o Flat Iron Steak.

Com o colágeno, opte por cortar em postas de 3 dedos de espessura, salgue e na hora de servir retire o colágeno, pois vira um chiclete na boca.

Se estiver limpo sem o colágeno, prepare como o bife do vazio.

T-bone de cordeiro

Um corte nobre que combina duas texturas: o lombo e o filé. Com formato semelhante ao T-bone bovino, ele oferece um sabor intenso e característico da carne de cordeiro. É bem pequeno, cabe na palma da mão, por isso o ideal é servir como uma entrada.

Prepare uma marinada com azeite, sal grosso, alecrim e alho picado. Grelhe em fogo alto por 2 minutos de cada lado, e mais 5 minutos de pé para que o calor chegue até a carne rente ao osso.

Ancho suíno

O ancho suíno é um corte retirado da copa lombo do porco, é uma carne macia, suculenta e com boa marmorização de gordura.

Aceita temperos agridoces como sal, páprica defumada e mel. Corte em bifes grossos com 3 cm de espessura, grelhe em fogo médio por 8 a 10 minutos de cada lado, até que a gordura fique dourada e crocante.


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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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