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Ciclistas reclamam de roubos na ciclovia do rio Pinheiros – 31/01/2025 – Cotidiano

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Ciclistas que usam a ciclovia reclamam do aumento de casos de roubos nas duas pistas que margeiam o rio Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. Na última segunda-feira (27), uma ciclista foi espancada e assaltada enquanto pedalava no local.

Ela relatou ao blog Ciclocosmo, da Folha, que foi atingida por um ciclista que vinha no sentido contrário em zigue-zague. Ela contou que foi jogada no chão e levou cotoveladas antes de ser obrigada a tirar a roupa. O ladrão levou sua aliança, óculos e a bicicleta.

Ainda no chão, ela conta que viu o bandido fugir por um buraco aberto na grade que separa a ciclovia dos trilhos da ViaMobilidade, concessionária que administra a linha 9-esmeralda de trem.

Frequentador da ciclovia, o editor Paulo Alves, 35, diz que a ciclovia do rio Pinheiros era considerada mais segura do que a pista na margem oposta ao rio, conhecida como parque linear Bruno Covas, justamente pelo trilho do trem que impunha dificuldade à fuga dos ladrões. Já o parque sempre foi considerado mais arriscado pela proximidade com a marginal Pinheiros, rota de fuga dos assaltantes.

Segundo ele, os registros de roubos no local são frequentes desde a inauguração, em 2010, mas têm se intensificado. “Agora estão roubando dos dois lados”, diz ele, que faz parte do coletivo de cicloativismo Bike Zona Sul.

Para evitar serem alvos de assaltantes, ele conta que os ciclistas costumam esperar outros frequentadores para atravessar em grupo trechos mais perigosos, como a ciclopassarela de acesso ao parque do Povo, na Vila Olímpia, ou entre a estação Grande Julieta e a ponte estaiada Octavio Frias de Oliveira, no Morumbi, principalmente no fim do dia. “Foi criado o costume de formar grupos de ciclistas por volta das 18h na ponte Cidade Jardim como medida de segurança”, diz.

A gestora de negócios Tatiane Queiroz, 41, conta que foi assaltada há cerca de dois meses por um bandido a pé quando pedalava pelo parque Bruno Covas. “Ele vinha na direção oposta, fez um gesto de arma, dizendo ‘perdeu, perdeu’ e pulou em cima de mim. Ele me derrubou da bike”, diz.

Como estava “clipada”, termo usado por ciclistas para se referir à prática de pedalar com o pedal fixado na sapatilha, ela lembra que ficou presa na bicicleta, enquanto ele tentava puxá-la. “Assim que conseguiu, ele montou nela e fugiu.”

Além da bicicleta, o bandido levou seu celular, os fones de ouvido e a chave do carro. “Não tenho mais pedalado, não tive coragem de voltar”, diz. “Eu acompanho um grupo de ciclistas que reportam roubos praticamente todos os dias, então, não tenho coragem de voltar mesmo. É muito triste, eu adoro a ciclovia.”

Alves explica que as gangues são atraídas pelas bicicletas mais caras, como as elétricas e de alta performance, mas que os modelos simples têm sido alvo de roubos mais recentemente. “Os corredores também são alvos”, diz.

Na inauguração da ciclopassarela Erika Sallum, nesta quinta-feira (30), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) disse que serão instaladas câmeras de monitoramento nas ciclovias e também na nova estrutura para melhorar a segurança. Não foi informado, porém, o prazo para a instalação.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública afirma que o policiamento está sendo intensificado e que os suspeitos de atacar a ciclista na segunda-feira foram presos.

“Além do policiamento ostensivo realizado pela Polícia Militar, a Polícia Civil tem implementado ações estratégicas, com o apoio de inteligência, para identificar e prender os criminosos. Dentre essas ações, destaca-se a Operação Mobile, que combate roubos, furtos e a receptação de celulares, o principal alvo dessa cadeia ilícita”, diz a pasta da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), em nota.

Já a ViaMobilidade diz que já foram realizados os reparos na grade que separa a ciclovia dos trilhos.



Leia Mais: Folha

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural---todos.jpg

Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.

Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.

Cultivo do cacaueiro

O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.

“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”

Bananicultura no Acre

A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.

“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”

Mulheres na gestão

A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.

“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.

Milho e inflação

O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.

“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”

 



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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