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Ciclopassarela inaugurada em São Paulo ficou 30 anos na gaveta – 30/01/2025 – Ciclocosmo

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Caio Guatelli

Três décadas separam a inauguração da ciclopassarela Jornalista Erika Sallum do seu projeto inicial, homologado por lei em 1995 pela Prefeitura de São Paulo.

Muito importante lembrar que, não fosse a insistência e a convicção da jornalista Renata Falzoni, hoje vereadora, esse projeto estaria até agora no fundo de alguma gaveta e não teria o nome que tem.

A luta de Falzoni pela ciclopassarela começa também em 1995, ano que saiu às ruas com uma câmera na mão, uma ideia na cabeça e uma bicicleta entre as pernas. Foi a primeira mulher a enfrentar pedalando o conservadorismo e a brutalidade da cidade-motor pela causa da bicicleta.

Nascia ali o cicloativismo, movimento social que fisgou Erika Sallum de corpo e alma.

Parte essencial deste movimento, Erika usava de sua habilidade com as palavras, e de seu espaço na Folha e na revista Go Outside, para transmitir mensagens em defesa de ciclistas e pedestres.

Após sua morte, em 14 de agosto de 2021, figuras relevantes do cicloativismo e da política se debruçaram sobre a ideia de imortalizar os valores da Erika na então futura obra.

Foi assim que Falzoni apresentou a ideia a mim, parceiro da Erika, e ao geólogo Sasha Tom Hart, grande nome do cicloativismo. O apoio dos coletivos de cicloativistas de São Paulo foi imediato. Embarcamos todos nessa causa e participamos de incontáveis reuniões com o poder público numa época que a obra ainda era incerta.

Em 2023, o debate chegou à Câmara Municipal graças ao empenho da vereadora Luna Zarattini (PT) e do vereador Ricardo Teixeira (União) que, num esforço apartidário, escreveram o projeto de lei para denominar a nova ponte, com coautoria de George Hatto (MDB) e Marcelo Messias (MDB).

Por fim, o projeto só se concretizou com a disposição da atual gestão municipal —a nona desde que o projeto foi escrito—, e do prefeito Ricardo Nunes (MDB), em erguer a obra.

Durante a cerimônia de inauguração, realizada na manhã desta quinta (30), Nunes destacou que foi ele quem batizou a ponte.

“A Câmara está em recesso e acabei fazendo [a denominação] por decreto. Mas fica a intenção dos vereadores de fazerem essa homenagem”, disse. “Está feita a ciclopassarela com o nome da nossa querida jornalista Erika Sallum”, completou o prefeito.


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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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