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Cientistas brasileiros criam teste do pezinho que detecta até 50 doenças; veja
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2 anos atrásem
Um novo teste do pezinho desenvolvido por brasileiros, e capaz de detectar até 50 doenças, pode mudar a saúde de recém-nascidos no país. Para efeito de comparação, o teste realizado hoje identifica apenas seis enfermidades!
O avanço foi liderado pela startup Immunogenic, em parceria com o programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPES), da Fapesp. A tecnologia, que começou a ser pensada em 2009, já está em uso em algumas localidades do país, como na cidade de São Paulo.
Com foco em identificar a imunodeficiência, o kit feito no Brasil é mais preciso do que os que vêm de fora. Além disso, é mais barato e tem uma alta calibração da sensibilidade, o que diminui a chance do diagnóstico falso positivo.
DNA dos brasileiros
Com o avanço do teste, foi possível criar novas terapias para doenças que, antes, eram negligenciadas.
O kit foi desenvolvido focado no DNA brasileiro e, por isso, garante mais precisão do que as versões vindas de fora.
“São bons testes, mas nós estamos calibrando há 15 anos o DNA brasileiro, que é diferente dos DNAs de outros países. Nosso kit diagnóstico, inclusive, a atrofia muscular espinhal (AME).
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Novo teste
O novo teste do pezinho aprimora o que já existe. Se antes, imunodeficiência e outras doenças genéticas não tinham diagnóstico, agora é possível conseguir de maneira precoce.
Um exemplo é a imunodeficiência grave combinada (SCID), que precisa ser tratada com transplante de células-tronco até os primeiros três meses de vida do bebê.
Além disso, a tecnologia também permite identificar a atrofia muscular espinhal (AME), que já tem tratamento disponível no SUS.
Diagnóstico precoce
De acordo com Antonio, o surgimento das novas terapias garante ainda mais saúde durante a triagem neonatal.
“Só faz sentido identificá-las na triagem neonatal se houver tratamento para elas: você cria essa opção se a doença tem incidência relevante na população e se há tratamento”, explicou.
Ele lembra que, quanto antes diagnosticar, melhor. “É para situações que exigem diagnóstico precoce porque não adianta ser diagnosticado tardiamente, quando elas já aconteceram”, disse em entrevista à agência Fapesp.
Ampliar o acesso
Por enquanto, poucos locais no país oferecem esse teste, mas a ideia é expandir cada vez mais.
“Bebês que nascem em serviços públicos no município de São Paulo já têm isso assegurado. No interior do Estado de São Paulo e em outras localidades, é preciso confirmar se a opção está disponível. Como ainda não está no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar [ANS], não é coberto pelos planos de saúde”, destacou.
Para Antonio, a conscientização sobre o tema e a participação da população, cobrando das autoridades, podem ajudar na inclusão do rol da ANS.
“Assim, a cobertura vai ser obrigatória nos planos de saúde. Eles representam mais ou menos 30% do mercado no Brasil. É um percentual relevante e pode ajudar a aliviar as contas do SUS”, finalizou.
O estudo para criar o novo teste do pezinho começou em 2009. – Foto: Freepik
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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre
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31 minutos atrásem
25 de setembro de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.
As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.
“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”
O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.
A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.
“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”
Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”
Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre
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24 de setembro de 2026X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC
A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano
Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026
Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026
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