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cinco condenações, incluindo a SNCF

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O último vagão de um trem flutuando em um canal da Alsácia. A imagem se misturou a outros traumas, a ponto de ser quase esquecida. Remonta ao sábado, 14 de novembro de 2015, um dia após os ataques no Bataclan, nas arquibancadas parisienses e no Stade de France. E, no entanto, mostra o que continua a ser até hoje o pior desastre da história do TGV em França.

Às 15h06 daquele dia, na ponte Eckwersheim (Bas-Rhin), que atravessa o canal que vai do Marne ao Reno, o trem de teste da nova linha de alta velocidade descarrilou com 53 pessoas a bordo. Resultados: 11 mortos e 42 feridos.

A explicação é terrivelmente simples: o trem aproximou-se de uma curva acentuada a 265 km/h em vez de 176 km/h e freou tarde demais. O exame da cadeia de negligências e culpas que conduziu a esta catástrofe foi menos acentuado durante o julgamento, que decorreu de Março a Maio, antes do dia 31e Câmara do Tribunal Criminal de Paris.

“Cegueira Coletiva”

Os seis réus culparam-se mutuamente pelo acidente, a ponto de exasperar o pai de uma das vítimas, resumindo em poucas palavras as nove semanas de audiência: “Não sou eu, é o outro. » No banco dos réus estavam pessoas jurídicas: a SNCF, as suas subsidiárias Systra (responsável pela organização das provas) e a SNCF Réseau (gestora de pista), bem como três pessoas singulares presentes no cockpit no momento do acidente, nomeadamente Denis T. , o maquinista do trem, Francis L., o “gerente de tração” cuja função era dar-lhe as instruções de frenagem e Philippe B., o técnico responsável por informar o maquinista sobre as particularidades do caminho.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Julgamento do descarrilamento do TGV Est em 2015: os réus culpam-se mutuamente

Quinta-feira, 10 de outubro, o tribunal criminal de Paris considerou as três empresas, mas também o motorista e seu executivo de tração culpados de “lesões e homicídio culposo causados ​​por falta de jeito, imprudência, negligência ou violação de um dever de segurança”. Apenas Philippe B. não desempenhou nenhum papel de acordo com o tribunal, que o absolveu.

No final do julgamento, em meados de maio, o procurador Nicolas Hennebelle concluiu que não havia razão para este desastre. “única falha” mas um “cegueira coletiva” : “Querer reduzir este dossiê por culpa exclusiva disto ou daquilo só serve para mascarar as deficiências organizacionais deste projeto. Simetricamente, o acidente não se resume a uma má organização que isenta os indivíduos de qualquer responsabilidade. » O tribunal, portanto, seguiu-o.



Leia Mais: Le Monde

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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