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Circuito Junino 2019 contará com três etapas em Rio Branco

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Divido em três etapas, o Circuito Junino de Rio Branco 2019 já têm datas marcadas: 28, 29 e 30 de junho, no Quadrilhódromo, espaço localizado ao lado do estádio Arena da Floresta, que será entregue neste dia aos grupos quadrilheiros pela Prefeitura de Rio Branco, por meio da Fundação Garibaldi Brasil; 5, 6 e 7 de julho, na Praça Céu das Artes, no bairro Cidade Nova; e por fim, 12, 13 e 14, de volta ao Quadrilhódromo.
A atividade, promovida pela gestão municipal e a Liga de Quadrilhas do Acre (Liquajac), encerra o Calendário Junino de Rio Branco, aberto em abril deste ano com o Esquenta Junino, na Gameleira, e que seguiu com Arraiais nas Comunidades, passando por 10 bairros da capital acreana.
Nesta edição, a FGB lançou um edital para que os 10 grupos de quadrilhas cadastrados na Liquajac submetessem inscrições. O certame segue aberto até o dia 21 de junho.
Cada grupo participante receberá um prêmio de participação, no valor de R$ 1,5 mil, cada. Além disso, a Prefeitura de Rio Branco também concederá o prêmio extra aos cinco primeiros lugares, sendo R$ 2,8 mil e troféu para o primeiro colocado; R$ 2 mil e troféu para o segundo; R$ 1,5 mil e troféu para o terceiro; R$ 1 mil para o quarto; e R$ 900 para o quinto lugar.
“A prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, fez um grande esforço para destinar recursos e manter esse tão importante evento para a cidade, já que que este movimento cultural além de transformador, agrega pessoas de todas as idades e de diversas comunidades. Vale ressaltar que esta edição será ainda mais importante, pois entregaremos Quadrilhódromo, situado na Avenida Amadeo Barbosa, que é fruto de emendas parlamentares dos ex-deputados federais Léo de Brito e Major Rocha, e do senador Sérgio Petecão”, destaca o presidente em exercício da FGB, Erick Caniso.
A grande competição
O Circuito Junino é marcado por uma grande competição entre os grupos quadrilheiros de Rio Branco, que passam o ano pensando, produzindo e ensaiando para esse tão esperado momento.
Cada junina leva para a Arena dos Folguedos uma temática diferente. Ao todo, são 50 minutos de apresentação, cada, sendo divididos em casamento e dança.
A secretária da Liquajac, Naiara Pinheiro, destacou que a expectativa desta edição é ainda maior, pois o movimento receberá o Quadrilhódromo, que será o espaço de ensaio e a casa dos quadrilheiros.
“Lutamos tanto para conquistar esse local e finalmente vamos recebê-lo. Para o Circuito, todas as quadrilhas estão na correria, costurando, ensaiando de domingo a domingo, sem hora para terminar, com muita ansiedade de levar esses espetáculos ao público de Rio Branco. Nós da diretoria estamos muito felizes e gratos a essa parceria com a Prefeitura de Rio Branco, pois neste momento que a cultura está tão desvalorizada nacionalmente, nós poderemos mostrar que o movimento junino é cultura popular”, ressaltou.

Amor Junino: Com o tema “Para quem tem fé, a vida nunca tem fim”, a Amor Junino levará a história baseada na minissérie “Hoje é Dia de Maria”, escrita por Luiz Fernando Carvalho, e que conta a trajetória de Maria, uma menina de muita fé, que busca alcançar o inalcançável, vencer o invencível, persistir quando todos desistirem, e que sempre sonha mais.
Assanhados na Roça: “O Amor está no Ar” é o tema da Assanhados na Roça, que promete um espetáculo com uma história de amor apaixonante, onde frases, músicas, cores e muita alegria mostrarão que o amor não deve ser visto com os olhos, mas com o coração.
C.L na Roça: Com a história de um casal de africanos que realizou seu sonho de casar-se na igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos numa noite de São João, a temática da C.L na Roça 2019 é “Somos filhos da mesma terra, movidos pela mesma paixão”.
Explode Coração: A Chita, esse tecido brasileiro usado na produção de roupas das quadrilhas juninas, será destaque no tema “Chita, o São João das Cores”, da quadrilha Explode Coração, que contará a importância deste pano para os festejos juninos.
Explosão Caipira: “Nem tudo o que reluz é ouro. Meu são João Valioso” é o tema da Explosão Caipira, que conta a história de um rei que pediu que tudo que lhe tocasse se transformasse em ouro, só que ele não estava realmente preparado para essa escolha, e percebeu que o que importa na vida é o amor.
Malucos na Roça: Expressar o amor em todas as suas possibilidades é o oxigênio que fará a junina Malucos na Roça contar, em 2019, uma história inesquecível, marcada por drama, alegria, comédia e muito romance, por meio do tema “Dois amores: não se julga a forma de amar”
Matutos na Roça: Simpatias nas noites de São João e os Santos São Pedro, Santo Antônio e São João com seus contos e tradições serão contatos pela Matutos na Roça.
Pega Pega: O forró, ritmo autenticamente brasileiro, cujo surgimento remonta a uma expressão americana “For All”, que traduzindo é “Para todos”, será o tema da Pega Pega. O grupo levará um recorte de músicas tradicionais de forró, sob roupagem rítmica diferenciada, que se adequa aos compassos desenvolvidos pela junina.
Sassaricano na Roça: “Cabare-festa no barraco em noites de São João” será o tema da Sassaricano na Roça, que relacionará as coreografias contemporâneas com figurino e adereços desse mundo, contando a história de uma paixão que envolve um menino cristão do campo com a mulher das noites do barracão.
São João na Roça: A história de milagres de Nossa Senhora será levada à Arena dos Folguedos pela São João na Roça.

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre

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Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.

Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.

Cultivo do cacaueiro

O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.

“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”

Bananicultura no Acre

A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.

“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”

Mulheres na gestão

A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.

“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.

Milho e inflação

O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.

“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”

 



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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