NOSSAS REDES

ACRE

Com 70 novos casos de hepatite B por ano, Saúde de Cruzeiro do Sul faz campanha para controle da doença

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

No mês considerado julho amarelo, todas as cidades do país se mobilizam contra o aumento da hepatite. Em Cruzeiro do Sul, 70 casos novos de Hepatite B são diagnosticados a cada ano e a Saúde está promovendo a campanha para evitar a transmissão do vírus para outras pessoas.

Na segunda maior cidade do Acre, o número de casos no primeiro semestre de 2019 se manteve na mesma quantidade do mesmo período do ano passado, com 22 novos casos. Mas, para não chegar ao final do ano com o total de 70 novos pacientes, como ocorreu em 2018, todas as unidades de saúde estão mobilizadas para aplicar as três doses da vacina contra a hepatite.

Além do atendimento nas unidades, a Secretaria de Saúde do Município também está enviando equipes para fazer o atendimento direto nas instituições que solicitam.

“Fazemos também esse atendimento em repartições públicas e instituições privadas com a aplicação das vacinas e a realização de testes rápidos. É só a instituição solicitar que levamos nossas equipes”, garante o coordenador do setor de Hepatites e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), Iago Castro.

A médica infectologista Suiane Negreiros disse que o número de 70 pacientes que contraem a hepatite B todos os anos é muito alto e alerta para as vantagens do diagnóstico precoce.

“É importante a comunidade está ciente e conhecer do que ela dispõe para se prevenir, através da vacina e também para fazer esse diagnóstico. Muitas pessoas, às vezes, não sabem que têm o vírus e, geralmente, vão procurar o médico quando a doença já está mais avançada”, alerta Suiane.

A infectologista também orienta sobre as formas de transmissão do vírus da doença. “O tempo que a pessoa passa infectada é o tempo que demanda a transmissão para outras pessoas, até por não conhecer que tem. Aí, às vezes, há o compartilhamento de lâminas de barbear por toda família, escova de dentes, utensílios de fazer a unha e também por meio das relações sexuais também pode ser transmitido o vírus”, orienta a médica.

Para chamar a atenção sobre os cuidados para evitar a doença e para tentar identificar novos pacientes, a Secretaria de Saúde vai intensificar o atendimento na Vila Santa Luzia, no dia de mobilização contra a Hepatite, que é 21 de julho

ACRE

Ordem e Caixa de Assistência reúnem com advogados do Alto Acre e Juruá para avaliarem ações realizadas contra a Covid-19 e projetar novas medidas

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB/AC) e a Caixa de Assistência dos Advogados do Acre (CAA/AC) tomam medidas para amenizar os impactos da doença Covid-19 entre a classe. Como forma de diagnosticar e conhecer de perto as dificuldades que os profissionais do Direito enfrentem no cotidiano profissional, as duas instituições reuniram com os advogados do interior.

Nesta semana, o encontro virtual, iniciado no fim do mês passado com a advocacia do Vale do Juruá, foi realizado com advogados e advogadas dos municípios do Alto Acre (Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri). Assuntos como disponibilização do exame para diagnóstico da Covid-19 aos advogados, familiares e funcionários do escritório na região, audiências virtuais, advocacia dativa, prazo da Requisição de Pequeno Valor (RPV) e outros foram tratados na ação.

“Identificando problemas e necessidades nas localidades que fisicamente estão distantes da Diretoria da Ordem e da Caixa, a gestão pode agir em favor dos profissionais. Esta pandemia alterou nossa rotina de forma drástica e muitos advogados têm enfrentado dificuldades. Quando estamos próximos e conhecemos esses impedimentos, sabemos o melhor caminho para resolvê-los. É um momento de diálogo com todos”, diz o presidente da OAB/AC, Erick Venâncio.

Advogado atuante na cidade de Epitaciolândia, o Geraldo Matos participou do encontro virtual com os colegas da região. Para ele, a Ordem e a Caixa de Assistência mostram estar preocupadas com as demandas locais, além de se esforçarem para solucionar os problemas que causam contratempos. “Foi um encontro muito produtivo que serviu para aproximar ainda mais a OAB e a CAA/AC da gente. Parabenizo toda a advocacia acreana por ter uma Ordem atuante”, fala.

Na reunião feita com a advocacia do Juruá, as entidades também trataram dos mesmos assuntos, além de dialogar sobre o fornecimento e distribuição de álcool gel na Subseção do Vale do Juruá, prazos processuais, Campanha de Vacinação da Advocacia contra a influenza H1N1 e outros. “É importante haver dinâmicas como essa para que possamos atuar da melhor forma possível dentro do dia a dia de trabalho. É uma atividade importante”, finaliza Marcelle Vieira, profissional da área em Cruzeiro do Sul.

Assessoria

Continue lendo

ACRE

Live com lideranças indígenas arrecada mais de R$ 37 mil para ajudar famílias durante pandemia

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Dinheiro vai ser usado para ajudar 1,8 mil famílias indígenas e não indígenas do interior do Acre.

Líderes indígenas do povo Ashaninka participaram de uma live nesta quinta para buscar ajuda para as famílias indígenas e não indígenas afetadas pela Covid-19 — Foto: Divulgação.

Mais de R$ 37 mil já foram arrecadados para ajudar famílias indígenas e não indígenas durante a quarentena do novo coronavírus. As doações iniciaram em uma live realizada nesta quinta-feira (2), com líderes indígenas do povo Ashaninka da Terra Indígena Kampa do Rio Amônia, em Marechal Thaumaturgo, interior do Acre.

As doações ainda podem ser feitas pelo site dos Ashaninkas. O objetivo é arrecadar R$ 1 milhão para ajudar 1,8 mil famílias. O projeto recebeu “Ashaninka Pelos Povos da Floresta” vai comprar kits de suporte para as famílias.

A live foi organizada pela Associação Apiwtxa e Instituto Yorenka Tasorentsi e mediada pelo ator Marcos Palmeiras.

Através da ação serão distribuídos kits de cesta básica, mas também equipamentos e produtos como ferramentas de plantio e materiais de pesca para que os moradores da floresta fortaleçam a produção local.

O objetivo é que eles possam manter uma vida sustentável. Além disso, o projeto quer evitar exposição das famílias ao vírus em viagens à cidade de Marechal Thaumaturgo para efetuar possíveis compras.

Participaram do encontro on-line os líderes indígenas e irmãos Francisco, Moisés, Benki e Wewito Piyãko.

“A gente sente que esse momento marca. Estamos tentando expressar o que está na alma. Esse encontro faz parte da nossa missão, temos uma responsabilidade diante de tudo que o mundo está enfrentando e estamos nos colocando com mais um para ajudar”, disse Francisco Piyãko.

Continue lendo

TOP MAIS LIDAS

Grupos de notícias