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Com mais 11 registros, AC chega a 521 mortes por Covid-19 e número de casos está em 19.573

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Mortes foram registradas em quatro cidades do estado. Foram 207 novos casos nas últimas 24 horas.

O Acre registrou, no boletim desta quinta-feira (30), mais 11 mortes por Covid-19. Agora já são 521 vítimas fatais da doença em todo o estado. O número de casos também saltou de 19.366 para 19.573, com o aumento de 207 novos casos nas últimas 24 horas.

Das 11 mortes, oito foram em Rio Branco e outras três em Cruzeiro do Sul, Xapuri e Senador Guiomard. Além disso, nove, das 11 vítimas listadas nesta quinta, morreram em junho.

Há ainda 1.254 amostras em análise pelo Laboratório Charles Mérieux e pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre, o Lacen-AC. O número de pessoas curadas da doença é de 14.012, ou seja 72% do total dos casos.

O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de 2.219 casos para cada 100 mil habitantes e letalidade de 2,7%.

A taxa de ocupação nos leitos de UTI específicos para pacientes graves de Covid-19 nesta quinta é de 49%. De acordo com o boletim assistencial, o número de vagas foi ampliado para 88 e 43 estão ocupadas. Do total de leitos, 20 se concentram em Cruzeiro do Sul e 68 em Rio Branco.

Mortes por cidades

Cidades com óbitosÓbitos totaisNovos registros
Acrelândia60
Assis Brasil60
Brasileia110
Bujari50
Capixaba70
Cruzeiro do Sul521
Epitaciolândia90
Feijó90
Jordão10
Mâncio Lima70
Marechal Thaumaturgo10
Plácido de Castro80
Porto Acre120
Porto Walter10
Rio Branco3438
Rodrigues Alves50
Santa Rosa do Purus20
Sena Madureira90
Tarauacá100
Xapuri61
Senador Guiomard91
Manoel Urbano20
Total52111

Mortes

Entre as vítimas estão oito homens e três mulheres, com idades entre 49 e 94 anos.

  • Rio Branco

Um idoso de 94 anos, que estava internado no Hospital do Idoso desde o dia 20 de julho e morreu oito dias depois, 28 de julho.

Uma mulher de 78 anos que morreu na UPA do Segundo Distrito no dia 12 de junho, mesmo dia em que deu entrada na unidade.

Um homem de 70 anos. Ele morreu no dia Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) no dia 16 de junho. Ele deu entrada na unidade no dia 12 daquele mês.

Outro homem de 51 anos. Internado no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) desde o dia 14 de junho, ele morreu no dia 17 do mesmo mês.

Um homem de 49 anos. Ele morreu no dia 18 de junho no Huerb, mesmo dia em que foi internado na unidade.

Um idoso de 80 anos. Ele morreu no Hospital Santa Juliana no dia 21 de junho. Estava internado internado desde o 12 daquele mês.

Um homem de 56 anos, que morreu no Into no dia 20 de junho. Ele deu entrada na unidade no dia 16 daquele mês.

Uma idosa de 63 anos, que morreu no dia 27 de junho no Into. Ela deu entrada da unidade no dia 23 daquele mês.

  • Cruzeiro do Sul

Um homem de 66 anos que morreu em casa em Cruzeiro do Sul. A data da morte foi 15 de julho, mas só foi registrada no boletim desta quinta.

  • Senador Guiomard

Uma mulher de 75 anos. Ela deu entrada no Into no dia 14 de junho e morreu no dia 26 do mesmo mês.

  • Xapuri

Um idoso de 83 anos. Ele deu entrada no Into em 13 de junho e morreu dez dias depois, 23 de junho.

Números

Das 521 mortes, 353 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde. Já 168 deles não tinham outras doenças. Do total de mortos, 310 eram homens e 211 mulheres. Do total de vítimas, 359 tinham acima de 60 anos.

Até esta quinta, o Acre já fez 43.333 exames, dos quais 19.573 foram confirmados e mais 14.012 seguem em análise. Outros 26.506 foram descartados.

Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:

  • Assis Brasil – 426
  • Bujari – 314
  • Cruzeiro do Sul- 308
  • Brasileia – 301
  • Santa Rosa- 280
  • Tarauacá- 276
  • Casos de Covid-19 por cidades

    CidadesTotalCasos novos
    Acrelândia2777
    Assis Brasil3165
    Brasileia79128
    Bujari3224
    Capixaba2050
    Cruzeiro do Sul2.72011
    Epitaciolândia35417
    Feijó6297
    Jordão720
    Mâncio Lima37120
    Manoel Urbano1486
    Marechal Thaumaturgo2582
    Plácido de Castro3550
    Porto Acre4150
    Porto Walter21617
    Rio Branco8.86836
    Rodrigues Alves1261
    Santa Rosa do Purus1831
    Sena Madureira1.01016
    Senador Guiomard3474
    Tarauacá1.17315
    Xapuri41710
    Total19.573207

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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