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Com mais de 650 exames em análises, casos de Covid-19 no Acre chegam a 38.712

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A lista dos exames de Covid-19 em análise chegou a 653 nesta terça-feira (15), segundo o boletim divulgado pela Secretaria estadual de Saúde (Sesacre). Em todo o estado, há 38.712 casos confirmados da doença; foram 84 casos nas últimas 24 horas, uma vez que na segunda o número de casos era de 38.628.

No total, 32.639 pessoas receberam alta da doença e 141 permanecem internadas.

O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de incidência de 4.427 casos para cada 100 mil habitantes e a de mortalidade é de 86,3 para o mesmo grupo. Já a letalidade está em 2%.

A taxa de ocupação nos hospitais da rede SUS no estado é de 57%. Antes eram 90 leitos de UTI existentes, agora são 70, dos quais 40 estão ocupados, segundo o boletim de assistência à saúde. Os leitos de UTI estão concentrados em Rio Branco, com 60 vagas, e Cruzeiro do Sul, com 10.

Mortes por cidade

Cidades com óbitosÓbitos totaisNovos registros
Acrelândia110
Assis Brasil90
Brasiléia200
Bujari80
Capixaba80
Cruzeiro do Sul690
Epitaciolândia161
Feijó250
Jordão10
Mâncio Lima150
Manoel Urbano30
Marechal Thaumaturgo60
Plácido de Castro80
Porto Acre160
Porto Walter20
Rio Branco4742
Rodrigues Alves70
Santa Rosa do Purus20
Sena Madureira140
Senador Guiomard140
Tarauacá140
Xapuri130
Total7552

Mortes

 

Foram duas mortes registradas neste boletim. Um homem de 85 anos, que morreu no dia 10 de novembro no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC).

E um outro de 54 anos, que morreu ainda no dia 30 de outubro. As duas vítimas eram moradores de Rio Branco.

Números

 

Das 755 mortes registradas até o momento, 496 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde e 259 das vítimas não tinham outras doenças. Do total de mortos, 454 eram homens e 301 mulheres. Do total de vítimas, 534 tinham acima de 60 anos.

O Acre registra 107.683 notificações de contaminação pela doença, sendo que 68.318 casos foram descartados.

Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:

 

  • Assis Brasil – 1.003
  • Xapuri – 890
  • Mâncio Lima – 697
  • Tarauacá – 672
  • Santa Rosa do Purus – 575
  • Manoel Urbano – 559
  • Sena Madureira – 502
  • Brasileia – 468

 

Casos de Covid-19 por cidades

CidadesTotalCasos novos
Acrelândia5280
Assis Brasil7440
Brasileia1.2290
Bujari4751
Capixaba2940
Cruzeiro do Sul3.9646
Epitaciolândia5650
Feijó1.5061
Jordão2440
Mâncio Lima1.3231
Manoel Urbano4460
Marechal Thaumaturgo6920
Plácido de Castro5030
Porto Acre5912
Porto Walter3260
Rio Branco17.18564
Rodrigues Alves2292
Santa Rosa do Purus3760
Sena Madureira2.3047
Senador Guiomard6080
Tarauacá2.8610
Xapuri1.7191
Total38.71284

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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